• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

CDB: quais cuidados o investidor deve tomar antes de investir?

Ainda que sejam títulos seguros, alguns pontos devem ser observados antes de adquiri-los

Por Gabriel Serpa

09/08/2024 | 11:31 Atualização: 09/08/2024 | 11:31

CDB é protegido pelo FGC, mas há um limite previsto. Foto: Envato Elements
CDB é protegido pelo FGC, mas há um limite previsto. Foto: Envato Elements

Presentes na maioria das instituições financeiras, os Certificados de Depósito Bancário (CDB) são títulos de renda fixa muito populares entre os investidores brasileiros. Graças à previsibilidade do ativo, esse costuma ser um aliado de investidores mais novos e com aversão ao risco.

Leia mais:
  • Governo isenta premiação olímpica; veja quanto os atletas deixarão de pagar ao Fisco
  • Rebeca Andrade leva ouro: quanto rendem os prêmios da atleta em CDB, LCI e LCA?
  • CDB com retorno de 130% do CDI; quando vale a pena investir?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Mas mesmo sendo considerado um ativo de renda fixa seguro, é preciso ter atenção a alguns pontos, como as modalidades disponíveis, o prazo para resgate e o valor máximo recomendado para aplicação em CDB.

Entre os tipos de CDB disponíveis no mercado, é possível encontrar os prefixados, pós-fixados e híbridos. Essas condições influenciam diretamente a rentabilidade do título e na capacidade de liquidá-lo (ou não) antes do prazo previsto em contrato.

Rentabilidade e liquidez

O CDB prefixado permite ao investidor saber qual será o rendimento do título. Isso significa que se o ativo for mantido até o vencimento, o retorno previsto está garantido. Parece simples, mas ninguém está livre de imprevistos. Ativos de renda fixa mais vantajosos, em termos de lucro, quase sempre estabelecem a condição de resgate no vencimento.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Quanto maior o tempo de aplicação, mais robusta tende a ser a rentabilidade final. Desse modo, os prefixados (ainda que mais conservadores) podem ser muito lucrativos para quem consegue fazer um planejamento a longo prazo.

No caso dos títulos pós-fixados e híbridos, o risco de prejuízo é diferente em relação aos produtos prefixados, mas parecidos entre si. Ambos contam com graus de variação no tempo por estarem vinculados a uma taxa de juros flutuante — pode ser a inflação nacional ou a taxa Selic, por exemplo.

Curva de juros maior que o previsto, grandes variações da inflação e mudanças abruptas no câmbio são algumas variáveis que impactam esses ativos de renda fixa. Caso o titular se veja obrigado a vender o título antes da hora, a conjuntura atual pode levar o papel a uma desvalorização.

Os pós-fixados são vendidos com liquidez diária (e não no vencimento, como os prefixados), mas isso quase sempre é precificado de antemão, oferecendo rentabilidade inferior à dos outros CDBs. De modo que o mais importante é se planejar para cumprir o acordo firmado com o banco ou corretora de finanças contratado.

Valor mínimo e aplicação em bancos menores

O valor mínimo para aplicar em CDB tende a variar muito, porque essa é uma condição estabelecida por cada instituição financeira. Em geral, valores iniciais mais portentosos oferecem retornos muito mais atrativos. Ainda assim, investidores que não contam com grandes quantias podem encontrar esses produtos a partir de R$ 30, por exemplo.

Publicidade

A qualidade do banco ou corretora, porém, deve ser levada em consideração. Não é raro que instituições financeiras ofereçam condições mais “generosas” quando precisam de liquidez (ou seja, quando as coisas não vão bem). Assim, promessas de lucro alto com aportes pequenos devem ligar o sinal de alerta.

Pesquisar o risco atribuído à instituição financeira, antes de comprar um CDB, pode ser uma dica valiosa. Agências de classificação de risco, como S&P e Fitch Ratings, costumam dar pistas e analisar a capacidade de um banco ou corretora pagar (ou não) aquilo que deve a seus credores.

Por que não devo investir mais de R$ 250 mil no CDB?

Todo CDB conta com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Isso confere muita sensação de segurança, porque em caso de insolvência da instituição financeira, o investidor recebe de volta o valor aplicado. Isso significa que a possibilidade de levar um calote é mitigada nessa aplicação.

Porém existe um limite: a garantia do FGC para esses ativos de renda fixa estabelece uma quantia máxima de R$ 250 mil por investidor (pessoa física ou jurídica). Valores que ultrapassam esse patamar não estão cobertos no caso do não cumprimento das obrigações financeiras.

Um exemplo pode ajudar a entender: se o investidor tem R$ 200 mil aplicados no CDB do “Banco A” e outros R$ 100 mil no CDB do “Banco B”, ele ultrapassou em R$ 50 mil o limite, ainda que os valores aplicados (separadamente) sejam inferiores aos R$ 250 mil previstos pelo FGC. O que vale, portanto, é a soma das aplicações.

Qual a incidência de tributos sobre o CDB?

A cobrança de Imposto de Renda (IR) sobre os títulos de renda fixa segue uma tabela regressiva, considerando o prazo para resgate. Quanto maior o tempo de aplicação, menor é a alíquota que incide sobre o valor. Isto é, a cobrança de impostos regride com o passar do tempo, da seguinte maneira:

  • Até 180 dias de aplicação: alíquota de 22,5% de IR;
  • Entre 181 e 360 dias: alíquota de 20%;
  • Entre 361 e 720 dias: alíquota de 17,5%;
  • Acima de 720 dias: alíquota de 15%.

Outro ponto que deve ser lembrado: caso o investidor aplique o seu dinheiro em um CDB e decida resgatá-lo em menos de 30 dias, deverá pagar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) relativo ao valor — taxa que pode chegar a 96% para um dia de aplicação.

Publicidade

Antes de comprar qualquer produto (mesmo os mais seguros), a consulta a um especialista em finanças é sempre recomendada. Desse modo, não só as necessidades do cliente são identificadas, como o perfil do investidor também será levado em consideração na hora de escolher o CDB que melhor se adequa a ele.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Certificado de Depósito Bancário (CDB)
  • Conteúdo E-Investidor
Cotações
31/03/2026 5h16 (delay 15min)
Câmbio
31/03/2026 5h16 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Turbulência no Tesouro: oportunidades e riscos dos títulos públicos com guerra, leilões e circuit breakers

  • 2

    Educação financeira e bets disputam o futuro dos jovens brasileiros

  • 3

    Ibovespa hoje ignora guerra e sobe acima de 182 mil pontos, com impulso das ações da Petrobras e da Vale

  • 4

    Banco do Brasil reforça consultoria e aposta em modelo híbrido para atender cliente

  • 5

    Como o ChatGPT ajudou a vender uma casa por US$ 100 mil acima do preço — em 5 dias

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (30)?
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (30)?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (30)?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (30)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (30)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (30)?
Imagem principal sobre o FGTS: tem mais de 70 anos? veja os documentos necessários para solicitar o benefício
Logo E-Investidor
FGTS: tem mais de 70 anos? veja os documentos necessários para solicitar o benefício
Imagem principal sobre o FGTS: tem mais de 70 anos? Veja como solicitar o saque online
Logo E-Investidor
FGTS: tem mais de 70 anos? Veja como solicitar o saque online
Imagem principal sobre o Salário-maternidade urbano: passo a passo para solicitar o benefício
Logo E-Investidor
Salário-maternidade urbano: passo a passo para solicitar o benefício
Imagem principal sobre o Aposentados e pensionistas INSS: qual final do benefício recebe hoje (30)?
Logo E-Investidor
Aposentados e pensionistas INSS: qual final do benefício recebe hoje (30)?
Imagem principal sobre o FGTS: tenho mais de 70 anos, posso sacar o saldo?
Logo E-Investidor
FGTS: tenho mais de 70 anos, posso sacar o saldo?
Últimas: Investimentos
O recado do Federal Reserve sobre guerra, inflação e o futuro dos juros nos EUA
Investimentos
O recado do Federal Reserve sobre guerra, inflação e o futuro dos juros nos EUA

Em evento nos EUA, Jerome Powell reconheceu que guerra no Oriente Médio exige postura mais cautelosa; mas defendeu esperar antes de tomar qualquer medida

30/03/2026 | 17h29 | Por Luíza Lanza
Turbulência no Tesouro: oportunidades e riscos dos títulos públicos com guerra, leilões e circuit breakers
Investimentos
Turbulência no Tesouro: oportunidades e riscos dos títulos públicos com guerra, leilões e circuit breakers

Títulos voltaram a ser oferecidos a 14% ao ano ou IPCA + 7%; volatilidade pode gerar marcação negativa na carteira, mas especialistas veem oportunidades

30/03/2026 | 09h34 | Por Luíza Lanza
Ouro cai com guerra no Irã, pressiona ETFs e desafia tese de “porto seguro”
Investimentos
Ouro cai com guerra no Irã, pressiona ETFs e desafia tese de “porto seguro”

Queda do metal levanta dúvidas entre investidores sobre seu papel de proteção, mas analistas ainda veem o ouro como ativo de segurança

30/03/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha
Ouro, dólar e bitcoin: o que funciona como proteção e o que representa ativo de risco?
Investimentos
Ouro, dólar e bitcoin: o que funciona como proteção e o que representa ativo de risco?

Com a guerra no Irã, comportamento dos ativos reacende debate sobre proteção e risco nas carteiras

30/03/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador