Com base no seu valor no fim do pregão desta segunda (18), a instituição projeta uma desvalorização de 21% para o papel. Segundo o Goldman Sachs, essa visão negativa é sustentada pela perspectiva de que a empresa continuará a perder participação de mercado, desencadeando em receita fraca e, consequentemente, baixo impulso nos lucros.
“Observamos que a Cielo continua reportando fraco poder de lucro, com leve evolução do volume total de pagamentos (TPV) ano a ano, receita financeira menor impactada pelo pré-pagamento e crescimento mais rápido dos custos”, afirmam Tito Labarta, Gustavo Schroden e Jonathan Uriel Schajnovetz, analistas do Goldman Sachs.
O banco americano projeta que a empresa reporte lucro líquido de R$ 203 milhões no quarto trimestre, queda de 8% na comparação anual, mas ganho de 85% ante o terceiro trimestre.
A Cielo (CIEL3) tem valorização de 0,26%, a R$ 3,80, até às 11h35 desta terça (19) – o Ibovespa cai 0,82%, aos 120.252,68 pontos, até o momento. Em janeiro, a ação tem baixa de 5%.