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Investimentos

Como investir na renda fixa do governo e aproveitar os ganhos recordes do IPCA+ 7%?

Os retornos dos títulos de Tesouro IPCA+ disparam em meio à crise fiscal

Foto para bio Camila Lutfi
Por Camila Lutfi

17/12/2024 | 16:54 Atualização: 17/12/2024 | 16:54

Tesouro Direto. (Foto: Adobe Stock)
Tesouro Direto. (Foto: Adobe Stock)

Os títulos do Tesouro IPCA+ disparam mais de 7% nesta terça-feira (17). Apesar das instabilidades no sistema do Tesouro Direto, por volta das 16h o ativo com vencimento em 2029 rendia 7,58% ao ano, além da variação de inflação, enquanto os com vencimento em 2035 e 2045 rendem, respectivamente, 7,28% e 7,23%. Essa é uma ótima oportunidade para os investidores de renda fixa alcançarem altas taxas de retorno.

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Como foi explicado nesta matéria, a alta do dia acontece na esteira da disparada do dólar, que fez os juros futuros avançarem quase 30 pontos-base logo na abertura desta terça. Isso porque o quadro fiscal segue na mira do mercado: o governo tem apresentado dificuldade para aprovar no Congresso as medidas apresentadas para reduzir gastos e controlar as contas públicas. A curva de juros futuros já precifica que o Banco Central pode precisar elevar a taxa Selic além dos 14,25% ao ano sinalizados para março de 2025.

  • Dólar inverte para queda após leilões do BC e pacote fiscal na Câmara; veja a cotação

Vale lembrar que a última vez que os títulos longos foram negociados nestes níveis foi entre 2015 e 2016, no auge da crise econômica do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

A piora no sentimento em relação ao fiscal fez investidores cobrarem maior prêmio de risco nos títulos de dívida do governo e o Tesouro IPCA+ foi se aproximando aos poucos do 7% de juros real. Esse nível de rentabilidade é bastante rara.

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O IPCA+ é a grande oportunidade do momento na visão de Rafael Winalda, especialista em renda fixa do Inter. Ele frisa que, com as taxas se aproximando de 7%, o investidor “compra tempo”, podendo dobrar o investimento em um período menor. A preferência é pelo IPCA+ 2045, que, além de apresentar um alto nível de retorno, tem uma volatilidade menor na marcação a mercado.

“Para investidores que não possuem um horizonte de investimentos tão longo ou tem receio de comprar um ativo com esse vencimento, o que recomendamos é a B29. O risco, no entanto, é, quando chegar em 2029, a taxa para reinvestir bem provavelmente não será mais alta ou igual às atuais”, destacou Winalda em relatório.

Como investir no Tesouro IPCA+?

Os títulos de renda fixa do governo indexados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pagam a variação da inflação mais uma taxa prefixada acima dessa inflação, o chamado “juro real“, que também estão em nível recorde, de quase 8% ao ano.

Para aproveitar a oportunidade e investir no Tesouro IPCA+, você precisa ter uma conta em alguma instituição financeira habilitada, seja um banco ou uma corretora. A abertura da sua conta no Tesouro Direto pode ser realizada através do cadastro rápido do TD ou pela sua corretora ou banco.

O site do Tesouro Direto oferece uma lista com as instituições disponíveis e as taxas cobradas. Caso queira conferir se seu banco oferece essa opção de investimento, basta:

  • acessar o aplicativo no smartphone ou pelo internet banking;
  • buscar, na seção de Investimentos, o serviço de Tesouro Direto (que também pode estar em Renda Fixa);
  • selecionar Tesouro IPCA e verificar as opções de investimento e se há a cobrança de taxas.

Ao investir em um Tesouro IPCA, assim como qualquer outro título público, você tem a opção de definir o valor da aplicação ou a quantidade de títulos que deseja. O próprio sistema ajusta o valor ou a quantidade de forma que seja respeitado o fracionamento dos títulos.

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