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Investimentos

Israel x Irã: 3 perguntas para entender como o conflito pode afetar seus investimentos

Guerra no Oriente Médio pode levar a alta do petróleo e da inflação, além de fuga por ativos de proteção

Por Luíza Lanza

23/06/2025 | 16:24 Atualização: 23/06/2025 | 16:24

Petróleo despenca até 8% após ataque do Irã aos EUA não gerar resposta militar

(Foto: Adobe Stock)
Petróleo despenca até 8% após ataque do Irã aos EUA não gerar resposta militar (Foto: Adobe Stock)

A guerra entre Israel e Irã ganhou um novo capítulo neste fim de semana com a entrada dos Estados Unidos no conflito. O bombardeio americano às centrais nucleares persas gerou uma retaliação das autoridades iranianas nesta segunda-feira (23), tomando o foco de investidores globais.

Leia mais:
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Até aqui, a escalada das tensões acende mais perguntas e respostas. Há dúvidas, por exemplo, se o Irã poderia admitir a derrota e recuar. Ou, no outro cenário, dobrar a aposta contra os EUA e Israel.

Em cada um dos casos, o conflito no Oriente Médio pode impactar os mercados globais de investimento de formas diferentes – pelo que se desenha até aqui, os receios principais envolvem disparada do petróleo, alta da inflação global, fuga para ativos de proteção em detrimento de mercados emergentes. Escutamos especialistas para entender quais são os primeiros impactos da escalada das tensões. Veja:

O que pode acontecer com o petróleo?

O conflito no Oriente Médio aumentou o risco de fechamento do Estreito de Ormuz, uma faixa de navegação entre o Irã e o Omã por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial. A possibilidade de bloqueio do canal está sendo discutida por autoridades iranianas, acendendo alertas no mercado, mas, por ora, não há nenhuma sinalização concreta do tema.

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Pela manhã, tanto o petróleo Brent quanto o WIT eram negociados em alta, mas logo inverteram o sinal e passaram a operar com queda forte. Por volta de 15h30, os contratos futuros da commodity recuavam mais de 7%.

O Goldman Sachs revisou suas estimativas para o preço da commodity após a entrada dos EUA no conflito. O banco estima que o petróleo Brent pode chegar a US$ 110 se os fluxos do Estreito de Ormz forem reduzidos em 50% por um mês e permanecerem 10% abaixo do normal pelo resto da janela de um ano.

O Santander acredita que se o Estreito for fechado totalmente, ainda que por pouco tempo, o Brent poderia subir até US$ 135 por barril. Mas, para que se mantenha acima dos US$ 100 por muito tempo, o bloqueio teria que ser prolongado. “Sem uma interrupção real no fornecimento, o preço do Brent deve continuar entre US$ 70 e US$ 85 por barril, com alta volatilidade”, destaca o banco em relatório.

Quais investimentos já foram impactados?

Os mercados de ações globais não refletiram o impacto da escalada das tensões no Oriente Médio. Ao longo do pregão desta segunda-feira, as Bolsas de Nova York tinha alta leve, enquanto o Ibovespa operava em queda no Brasil. Por aqui, as petroleiras refletem o tombo do petróleo no mercado internacional, com destaque para a queda de 2% das ações ordinárias (PETR3) e preferenciais (PETR4) da Petrobras.

Os especialistas explicam que o aumento da cautela global tende a jogar a favor de ativos seguros, em detrimentos de produtos de investimento mais arriscados e mercados emergentes. O primeiro reflexo disso foi sentido ainda no fim de semana, quando o bitcoin, que é negociado sem interrupções, teve uma queda acima de 3%.

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Ana de Mattos, analista técnica e trader parceira da Ripio, destaca que a criptomoeda já caiu cerca de 10% desde o dia 16, quando era negociada a US$ 108 mil. Com a queda do fim de semana, o bitcoin opera na casa de US$ 98 mil. “O sentimento de risco se intensificou, provocando vendas generalizadas em ativos voláteis. Ao analisar o fluxo, é possível observar que ainda há um vácuo de liquidez no preço do ativo, sugerindo então que o preço dê continuidade na queda”, diz.

Isso também poderia impactar o dólar. No geral, a moeda americana tende a se fortalecer contra pares globais, especialmente emergentes como o real, em momentos de instabilidade. Mas isso não está sendo observado nesta segunda: por volta de 15h, o dólar à vista tinha queda de 0,2% contra o real, a R$ 5,51.

Para Elson Gusmão, diretor de operações da Ourominas, o câmbio pode refletir o noticiário da guerra nos próximos dias. “Não tenho dúvidas de que pode sim gerar impactos relevantes no mercado de câmbio, pois, em momentos de tensão geopolítica, é comum os investidores buscarem ativos considerados mais seguros, como o dólar americano, o que tende a fortalecer a moeda.”

Ele destaca ainda que a alta dos preços do petróleo, que geralmente acompanha conflitos no Oriente Médio, pode pressionar a inflação global e influenciar as expectativas do mercado em relação aos juros nos Estados Unidos. Isso aumenta a volatilidade da moeda americana, pois, se investidores globais entenderem que o banco central americano pode endurecer a condução de política monetária por causa dos eventos geopolíticos, o fluxo de capital volta a migrar para os EUA em busca de segurança. Nesse caso, jogando contra as moedas dos países emergentes.

Conflito pode impactar decisões de juros pelo mundo?

Eventos geopolíticos podem ter um efeito inflacionário nas economias globais. Isso porque, em muitos casos, afetam países produtores ou exportadores de commodities, o que pressiona o preço dos insumos. Em 2022, por exemplo, quando a Rússia invadiu a Ucrânia, o preço do petróleo deu um salto a um patamar que não era visto em quase uma década – e isso se traduziu em mais inflação para muitas outras nações.

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A guerra entre Israel e Irã também acende essa possibilidade, especialmente em um contexto em que muitos bancos centrais já iniciaram os cortes nas taxas de juros. Mas, segundo especialistas, a priori, os efeitos para a economia global parecem ser de curto prazo e sem sinais de que podem reverter os ciclos de política monetária pelo mundo.

“Ainda será necessário compreender se haverá um aumento significativo dos preços, em que patamares esses preços irão se estabilizar e de que forma afetarão os índices de inflação. Existe, portanto, uma defasagem temporal que os bancos centrais precisarão observar antes de tomar decisões mais calibradas de política monetária”, explica Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research.

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