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Investimentos

Dividendos em 2026: 14 ações protegidas de juros altos, eleições e mais impostos

Mesmo sob volatilidade elevada, empresas com receitas perenes podem sustentar retornos de até 11,5% para o investidor

Retrato de busto sob fundo azul escuro.
Por Katherine Rivas
Editado por Wladimir D'Andrade

05/01/2026 | 5:30 Atualização: 02/01/2026 | 14:53

Mesmo em um cenário incerto, com juros altos, tributação de dividendos e volatilidade em decorrência das eleições, 2026 oferece oportunidades na Bolsa para quem mira renda passiva com proventos. (Imagem: IHERPHOTO em Adobe Stock)
Mesmo em um cenário incerto, com juros altos, tributação de dividendos e volatilidade em decorrência das eleições, 2026 oferece oportunidades na Bolsa para quem mira renda passiva com proventos. (Imagem: IHERPHOTO em Adobe Stock)

São tempos difíceis para os sonhadores. O cenário para as ações, para a Bolsa de Valores e para dividendos em 2026 não parece simples. Empresas e investidores terão de lidar com um conjunto de desafios que segue pressionando o mercado.

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Os juros permanecem elevados e ainda em dois dígitos. Embora o Boletim Focus projete a taxa básica em 12,25% ao final de 2026, o custo do dinheiro continua pesando sobre os balanços corporativos, sobretudo das companhias mais endividadas. Soma-se a isso a tributação de dividendos, que provocou uma corrida por antecipações, além do aumento da alíquota dos juros sobre capital próprio (JCP), de 15% para 17,5%, exigindo ajustes das empresas para manter a atratividade e reter acionistas.

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Completa esse tripé o ano eleitoral, que tende a aumentar a volatilidade da Bolsa e dos preços das ações, segundo especialistas, ainda que sem impacto direto, necessariamente, sobre o caixa das companhias.

Diante desse cenário, quais empresas são realmente resilientes a esse combo de juros altos, tributação e volatilidade? O E-Investidor ouviu especialistas e traz, a seguir, um panorama.

Contra juros e maré

Juros altos e lucratividade nem sempre caminham juntos. Na maioria dos casos, taxas elevadas pressionam a geração de caixa e a distribuição de dividendos, mas o impacto varia conforme o modelo de negócios e o nível de endividamento das companhias.

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Segundo Werner Roger, sócio-fundador da Trígono Capital, empresas mais endividadas sentem com mais força o aperto dos juros, enquanto aquelas com caixa líquido podem até se beneficiar da Selic elevada.

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Há ainda companhias que conseguem arbitrar dívidas, captando recursos a custos mais baixos – no exterior ou via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – e aplicando em ativos atrelados ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI), principal indexador da renda fixa. Exportadoras, beneficiadas pelo câmbio e com acesso a financiamento externo, também tendem a depender menos da taxa básica de juros.

Por outro lado, empresas intensivas em capital, que precisam investir muito para crescer, ou com endividamento relevante costumam ser mais pressionadas em um ambiente de juros altos.

Ainda assim, o cenário desafiador para 2026 não significa, necessariamente, dividendos magros. Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, lembra que a Selic está acima de 10% desde 2022 e isso não impediu diversas companhias de manterem distribuições relevantes.

“Companhias como Itaú (ITUB3; ITUB4), Vivo (VIVT3), Direcional (DIRR3), B3 (B3SA3) e Petrobras (PETR3; PETR4) seguirão com boa capacidade de distribuir proventos”, afirma.

Para ele, empresas que já atravessaram ciclos de juros altos e baixos tendem a ter maior capacidade de adaptação.

Na mesma linha, Milton Rabelo, analista da VG Research, ressalta a importância de investir em companhias que já sejam resilientes aos juros em seus modelos de negócio, já que a eventual queda da Selic não costuma gerar efeitos imediatos nos resultados, com exceção do setor de seguros.

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Diante disso, quais empresas realmente se destacam em um ambiente de juros elevados em 2026? Especialistas ouvidos pelo E-Investidor apontaram 14 ações de setores como bancos, seguros, petróleo, construção de baixa renda, elétricas, telecomunicações e financeiro.

Veja a lista abaixo.

O principal destaque fica com o Itaú (ITUB4), com projeção de dividend yield (rendimento de dividendos) de até 8,5% em 2026, que se consolida com favorito do setor financeiro para renda passiva. Jayme Simão, sócio-fundador do Hub do Investidor, destaca a rentabilidade elevada do banco, com retorno sobre patrimônio líquido (ROE) de 23,3%, além do custo de crédito estável.

“O Itaú mantém qualidade na carteira e originação seletiva, garantindo geração consistente de lucro e proventos”, afirma.

A inadimplência em mínimas históricas e o melhor índice de eficiência da trajetória do banco também reforçam a tese, segundo Victor Bueno, sócio e analista da Nord Research, que define a instituição como “uma empresa sólida, com disciplina no crescimento”.

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Ao E-Investidor, o Itaú afirmou que nos próximos anos estará focado no crescimento e na expansão das operações, sem sacrificar a remuneração aos acionistas. A instituição pretende manter pagamentos mensais de JCP, alguns proventos trimestrais (com pelo menos dois pagamentos ao ano) e dividendos adicionais robustos no início de 2027.

Hoje, o banco distribui todo o capital que excede o índice de capital principal de 12%. No terceiro trimestre de 2025 (3T25), esse indicador alcançou 13,5%.

BB Seguridade: uma máquina de fazer dinheiro

Placa com a logo da BB Seguridade (BBSE3) em ambiente corporativo.
O CFO da BB Seguridade (BBSE3), Rafael Sperendio, afirmou que a companhia não espera estabilidade nem crescimento do lucro em 2026. (Imagem: Adobe Stock)

Outra ação resiliente a juros elevados e que, em certa medida, se beneficia deles é a BB Seguridade (BBSE3), braço segurador do Banco do Brasil (BBAS3). O setor opera em um equilíbrio entre resultado operacional, favorecido por juros mais baixos, e resultado financeiro, impulsionado por uma Selic elevada.

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Em 2025, a companhia teve um ano bastante forte, apoiada pelo desempenho financeiro e pela antecipação de proventos. Ao todo, distribuiu R$ 8,72 bilhões em dividendos, sendo R$ 4,9 bilhões apenas no segundo semestre. O último pagamento, de R$ 2,55 por ação, será feito em até 60 dias após a divulgação do resultado anual de 2025, com dividend yield de 7,3% apenas nesse provento.

Para 2026, o cenário tende a ser mais moderado, com leve redução na remuneração, conforme já sinalizado pela gestão. Ainda assim, a BB Seguridade segue entre as principais opções de renda passiva no próximo ano e para longo prazo, segundo analistas.

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Bruno Oliveira, analista do Vida de Acionista, destaca que a companhia combina um modelo de negócios robusto com um ecossistema diversificado, que inclui seguros, previdência, capitalização e corretagem. Segundo ele, a empresa possui uma das estruturas mais eficientes da Bolsa, com baixo uso de capital próprio e margens elevadas.

“Isso faz com que quase todo o lucro se transforme em caixa distribuível, o que explica um payout (porcentagem do lucro distribuída em proventos) próximo de 90%”, afirma.

As projeções indicam que a BB Seguridade pode entregar um dividend yield entre 10% e 11,5% em 2026.

Ano eleitoral afeta dividendos?

Todo ano eleitoral tende a trazer volatilidade para as ações, direta ou indiretamente. Ainda assim, esse fator político não altera os fundamentos das companhias, mas aumenta a incerteza que afeta os preços dos ativos na B3, explica Roger, da Trígono Capital.

“As eleições 2026 tendem a mexer mais com juros e dólar, que influenciam o caixa das empresas, do que com a oscilação de preços em si, que não tem relação direta com dividendos”, afirma.

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Em momentos de maior incerteza, investidores costumam buscar portos seguros, companhias mais perenes e resilientes. Entre os setores citados pelos analistas estão bancos, seguros, elétricas e telecomunicações.

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O Itaú volta a se destacar, ao lado da Axia (AXIA3, antiga Eletrobras), pela geração de caixa robusta e baixa dependência de ciclos políticos de curto prazo. Simão, do Hub do Investidor, destaca os fundamentos sólidos das companhias. No caso da Axia, a expansão para o segmento de transmissão, com receitas reguladas, ajuda a reduzir a volatilidade operacional.

“A simplificação do portfólio e o foco em renováveis fortalecem o fluxo de caixa recorrente, mesmo em um ambiente de custo de capital elevado”, diz.

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Entre as transmissoras, a Taesa (TAEE11) também aparece como destaque. Segundo Cleide Rodrigues, analista-chefe da Money Wise Research, a resiliência da companhia está no fato de sua remuneração não depender do consumo ou da geração de energia, mas de contratos regulados e de longo prazo, acima de 30 anos.

“A geração de caixa é extremamente previsível, o que em anos eleitorais se torna um diferencial enorme”, afirma, classificando a empresa como uma das que possui melhor histórico de distribuição nos últimos anos.

Torre de transmissão, em alusão à Taesa (TAEE11).
A Taesa (TAEE11) é uma das maiores empresas de transmissão de energia elétrica do País. (Foto: Envato Elements)

Tributação de dividendos

A tributação de dividendos em 10% para investidores com receitas mensais acima de R$ 50 mil em dividendos já foi assimilada pelo mercado e impulsionou uma corrida por antecipações de pagamentos e estratégias para mitigar o imposto na reta final de 2025.

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Para Marco Saravalle, estrategista-chefe da MSX Invest, nenhuma empresa será totalmente blindada às mudanças tributárias. Embora o impacto recaia mais sobre o investidor do que sobre as companhias, a atratividade dos papéis tende a diminuir, especialmente com a elevação da alíquota do JCP de 15% para 17,5%.

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Ainda assim, algumas empresas têm se adaptado melhor. A Axia se destaca ao estruturar uma bonificação por meio de uma nova classe de ações preferenciais resgatáveis, permitindo remunerar o acionista de forma isenta e que a empresa recompre os papéis no futuro. A estratégia já começou a ser replicada por Cyrela (CYRE3) e Localiza (RENT3) e deve ganhar espaço em 2026 em outras companhias, segundo especialistas.

Mesmo com a mudança no JCP, a avaliação de Saravalle é que as empresas seguirão utilizando o instrumento até o limite permitido, em busca de eficiência tributária, reduzindo, assim, a base de lucro tributável.

Confira, a seguir, outras companhias resilientes à tributação de proventos.

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