• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

“Estamos em um excelente momento para compras na Bolsa”, diz Marília Fontes

Para a co-fundadora da Nord, o investidor deve preparar o portfólio para o início do corte nos juros

Por Daniel Rocha

22/05/2023 | 3:04 Atualização: 24/05/2023 | 10:15

Marilia Fontes, especialista em renda fixa, sócia-fundadora da Nord Research e colunista do E-Investidor (Foto: Ricardo Augusto)
Marilia Fontes, especialista em renda fixa, sócia-fundadora da Nord Research e colunista do E-Investidor (Foto: Ricardo Augusto)

O cenário parece ideal para o investidor encontrar oportunidades na renda variável. Com projeções para o início da queda dos juros no próximo semestre, a expectativa é que as ações se valorizem na bolsa quando o Banco Central realizar o primeiro corte na taxa Selic.

Leia mais:
  • As empresas da B3 estão mais lucrativas do que há uma década?
  • É possível levantar R$ 1 mi em 6 meses como diz o Primo Rico?
  • Além da Petrobras: veja as empresas com boas perspectivas para dividendos
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Apesar das oportunidades em vista, Marília Fontes, co-fundadora da Nord Research e colunista do E-Investidor, não aconselha expor 100% do patrimônio em renda variável. “Há imprevistos que acontecem e não podemos expor tanto o nosso patrimônio aos riscos. O investidor deve alocar em renda variável aquilo que é compatível ao seu nível de abertura ao risco”, afirma.

O restante do portfólio deve ser aplicado em ativos de renda fixa que costumam oferecer proteção ao patrimônio mesmo com o início do ciclo de cortes da taxa de juros. “A renda fixa sempre vai ter um papel importante no portfólio do investidor porque funciona como controle de risco”, diz.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Veja os principais trechos da entrevista:

E-Investidor – A ata do Copom mais recente sinalizou que o mercado não possui mais incertezas associadas a cenários extremos de crescimento da dívida pública. O que ainda falta para o BC iniciar o corte da taxa de juros?

Marilia Fontes – Não é só ter um arcabouço fiscal. É ter um arcabouço fiscal crível que possa retomar uma trajetória de queda da dívida pública. O que é negociado no Congresso agora é inferior ao teto de gastos (atual regra para o controle das contas públicas) na questão de mecanismos para obrigar a realização de alguns cortes caso a regra não se cumpra. Esse plano não gerou o efeito de credibilidade que o Banco Central esperava. Por isso, o órgão informou que a relação entre o arcabouço e a política monetária não é mecânica. Ou seja, o que importa é ter uma regra que garanta uma queda na trajetória de dívida/PIB (Produto Interno Bruto).

Houve uma pressão de parlamentares para que o texto detalhasse regras mais duras caso o governo não consiga cumprir a meta fiscal. Se o texto aprovado pelo Congresso incluir esses dispositivos, o mercado pode projetar um cenário fiscal melhor para os próximos anos?

Publicidade

Se o texto sair mais rígido nesse sentido, eu acho que será muito positivo. O mercado deve reagir positivamente e fica até mais provável o espaço de queda de juros ainda neste ano.

Com a expectativa para o início de cortes de juros no segundo semestre, o momento ideal de investir na Bolsa é agora?

O fato é que não teremos mais ciclos de alta e vamos começar a ter queda. Quando isso acontecem sabemos que as ações performam muito bem. Por mais que ainda haja dúvidas de quando vai começar, já sabemos que esse movimento vai acontecer. Agora, as empresas estão muito baratas, o que representa um excelente momento para compras. O investidor vai pegar boas companhias a múltiplos bem baratos e vai conseguir antecipar esse momento de ciclo de queda de juros, quando as ações devem valorizar bastante.

Quais são as ações e/ou setores que os investidores devem priorizar?

Publicidade

Gosto das empresas de crescimento (companhias que ainda não atingiram o seu potencial de desenvolvimento no mercado. Ou seja, o seu negócio ainda pode crescer) que são mais sensíveis à política monetária, porque foram as que mais sofreram nos últimos dois anos. Tivemos companhias de crescimento em que as ações caíram 80%. Acredito que essas companhias serão as campeãs desse ciclo de quedas, assim como os bancos e petroleiras.

O que o investidor precisa ficar atento ao buscar ações de crescimento?

Tomaria cuidado com as ações que fizeram IPOs nos últimos anos e prometeram crescimento. O problema delas é que não estão crescendo, ou seja, o investidor precisa olhar para as empresas que estão entregando crescimento de fato. Alguns exemplos são: o banco Inter (INBR32), o BTG Pactual (BPAC11), a 3R Petroleum (RRRP3) e a MRV (MRVE3).

E como ficam os ativos de renda fixa? É hora de rever o portfólio?

Publicidade

A renda fixa sempre vai ter um papel importante no portfólio do investidor porque funciona como controle de risco. Por mais que eu ache interessante investir em bolsa, não é bom investir 100% em renda variável. Há imprevistos que acontecem e não podemos expor tanto o nosso patrimônio aos riscos. O investidor deve alocar em renda variável aquilo que é compatível ao seu nível de abertura ao risco. O resto deve ficar em renda fixa.

Com o início de queda nos juros, quais produtos de renda fixa não podem sair da carteira?

Gosto dos títulos de IPCA+ porque performam bem no cenário quando o governo consegue suas aprovações e em momentos de queda de juros. Esses títulos também entregaram boa rentabilidade em um cenário com taxas de juros mais baixas, enquanto os prefixados não performaram tão bem.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Investimento
  • Renda fixa
  • Renda variável
Cotações
18/05/2026 10h00 (delay 15min)
Câmbio
18/05/2026 10h00 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Sem segredo: como a alta renda protege o patrimônio — e o que o investidor pode aprender com isso

  • 2

    Stablecoins não são moeda e não deveriam pagar IOF, diz especialista

  • 3

    Por que as ações da Nubank (ROXO34) derreteram após o balanço?

  • 4

    O novo comportamento da alta renda: como a concentração de riqueza mudou os gastos dos mais ricos

  • 5

    Conheça a especialista do Goldman Sachs que está sempre ao lado dos atletas

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Restituição do Imposto de Renda 2026: esta é a data do último lote do pagamento
Logo E-Investidor
Restituição do Imposto de Renda 2026: esta é a data do último lote do pagamento
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como famílias sem internet podem consultar o vale? Veja dicas
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como famílias sem internet podem consultar o vale? Veja dicas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: herdeiros são obrigados a declarar? Entenda a influência do valor da herança
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: herdeiros são obrigados a declarar? Entenda a influência do valor da herança
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: este é o horário limite para enviar a declaração sem atrasos
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: este é o horário limite para enviar a declaração sem atrasos
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos que investem no exterior devem declarar; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos que investem no exterior devem declarar; entenda como funciona
Imagem principal sobre o Mega-Sena 30 anos: o prêmio do sorteio comemorativo pode acumular igual à extração regular?
Logo E-Investidor
Mega-Sena 30 anos: o prêmio do sorteio comemorativo pode acumular igual à extração regular?
Imagem principal sobre o 2º lote da restituição do IR 2026: veja a data exata do pagamento
Logo E-Investidor
2º lote da restituição do IR 2026: veja a data exata do pagamento
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: muitos idosos não sabem desta regra sobre a declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: muitos idosos não sabem desta regra sobre a declaração
Últimas: Investimentos
46 fundos multimercados ignoram crise da categoria e rendem até 388% do CDI
Investimentos
46 fundos multimercados ignoram crise da categoria e rendem até 388% do CDI

Classe é heterogênea: inclui fundos passivos de commodities e long biased de ações; últimos anos foram marcados por forte volatilidade, o que dificultou o trabalho de gestores ativos

18/05/2026 | 09h33 | Por Marília Almeida
FIIs de papel ou tijolo? Veja como a estratégia do xadrez ajuda a montar uma carteira de fundos para tempos incertos
Investimentos
FIIs de papel ou tijolo? Veja como a estratégia do xadrez ajuda a montar uma carteira de fundos para tempos incertos

Especialistas da Genial usam conceitos do jogo milenar para atuar com diversificação e gestão de risco na hora de investir em fundos imobiliários

18/05/2026 | 09h22 | Por Isabela Ortiz
Fundos multimercados de gestores “estrelas” perdem protagonismo nos últimos três anos
Investimentos
Fundos multimercados de gestores “estrelas” perdem protagonismo nos últimos três anos

Entre as maiores gestoras da classe, apenas a Verde bateu o CDI. Procuradas, apenas a Bahia Asset comentou

18/05/2026 | 05h00 | Por Marília Almeida
Mercado preditivo trava no Brasil após veto do CMN e reacende debate sobre seu funcionamento
Investimentos
Mercado preditivo trava no Brasil após veto do CMN e reacende debate sobre seu funcionamento

Após a proibição, regulador e executivos divergem sobre classificação das operações e alertam para impacto em um mercado ainda nascente

15/05/2026 | 21h36 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador