• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Fed mantém juros nos EUA. Como a decisão impacta os investimentos?

O resultado sem surpresas mantém a pressão sobre a curva de juros e o câmbio no Brasil

Por Leo Guimarães

01/05/2024 | 18:00 Atualização: 02/05/2024 | 17:10

Fachada do Federal Reserve, em Washington Foto: REUTERS/Jonathan Ernst
Fachada do Federal Reserve, em Washington Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

O banco central norte-americano Federal Reserve (Fed) anunciou na tarde desta quarta-feira (1º) que decidiu manter a taxa de juros na faixa entre 5,25% a 5,50% ao ano. Um resultado sem surpresas, mas que mantém a pressão sobre a curva de juros e o câmbio no Brasil. Níveis mais elevados de juros lá fora funcionam como suporte para a queda de juros aqui.

Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Muito desse movimento já parece estar embutido no dólar, que tocou os R$ 5,20 essa semana, e também nos juros mais longos (de 10 anos), que já voltaram a bater a casa dos 11,75″, observa João Piccioni, gestor de fundos da Empiricus Gestão.

O movimento reduz o ímpeto dos investidores por ativos de risco, principalmente nas ações ligadas à economia doméstica, devido ao aumento estrutural do custo de capital e da piora das expectativas quando à queda da Selic.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Na próxima quarta-feira (8), é esperado que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduza em 0,25 pontos percentuais a atual taxa de juros brasileira de 10,75% para 10,50%.

“Vale lembrar que a maior parte das dívidas das companhias são atreladas ao CDI e, consequentemente à Selic. Por outro lado, as empresas de commodities podem voltar a se destacar nesse ambiente, dada a alta do dólar e avanço dos termos de troca”, diz Piccioni.

A sinalização conservadora por parte do Fed impacta as taxas brasileiras. “A gente vai esperar uma abertura da curva de juros doméstico, o que pode sinalizar uma potencial janela de oportunidades para se alocar em títulos públicos, principalmente nos vértices mais intermediários”, comenta o economista da Guide Investimentos, Yuri Alves, observando que o cenário doméstico também influencia nesse movimento.

Em abril, as incertezas a respeito do cenário fiscal foram acentuadas com o anúncio do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025, do governo federal, que revisou a meta de superavit primário de 0,5% para déficit zero. Com isso, os títulos públicos com vencimento em 2029, por exemplo, passaram a pagar mais juros em relação aqueles com vencimento em 2045. Normalmente, títulos com vencimento mais longos pagam mais em relação ao ativos com duração mais curta.

Pressão sobre o câmbio

O economista da XP Investimentos, Francisco Nobre, lembra da forte correlação entre as decisões do Fed e as do Copom. “O que fizer preço lá fora, tende a fazer preço aqui no Brasil”, avalia. Apesar disso, ele acredita que o resultado desta quarta não vai alterar a o resultado do Banco Central brasileiro na semana que vem. “O Copom vai reagir aos dados domésticos e a nossa expectativa é de um corte de 0,25 ponto percentual.”

Publicidade

Ao longo do tempo, no entanto, as decisões do Fed – que sinalizam juros mais altos por mais tempo – tendem a impactar o Brasil através do câmbio. “Este seria o principal canal de transmissão porque os juros mais altos lá fora acabam reduzindo a atratividade de nossos ativos aqui dentro”, explica.

Dessa forma, um real mais desvalorizado se traduz em pressões inflacionárias adicionais. Por isso, as estimativas do mercado financeiro para a Selic ao final de 2024 vêm se deteriorando. “A gente trabalhava com um cenário em que o Banco Central poderia cortar os juros até 9%, mas revisamos para 10%”, informa Nobre, lembrando que juros mais altos se traduzem em preços mais baixos para os ativos de risco. “Isso acaba impactando a renda variável.”

Nesta conjuntura em que os juros americanos encurtam o ciclo de cortes das taxas no Brasil, o economista-chefe da Nippur Finance, Cristian Pelizza, acredita que o segundo semestre será um período desafiador. “O investidor terá de se acostumar com um pouco mais de volatilidade”, afirma.

 

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Certificados de Depósitos Interbancários (CDI)
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Commodities
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Federal Reserve
  • Inflação
  • Juros
Cotações
21/02/2026 13h37 (delay 15min)
Câmbio
21/02/2026 13h37 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street

  • 2

    A reação do mercado à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte

  • 3

    NYT: crises estão por toda parte, mas os mercados parecem não se importar

  • 4

    Brasileiros cruzam a fronteira em busca de menos impostos; vale a pena?

  • 5

    Ibovespa fecha em patamar recorde, acima dos 190 mil pontos, após Suprema Corte derrubar tarifas de Trump

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil: veja os setores e os valores dos ingressos
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil: veja os setores e os valores dos ingressos
Imagem principal sobre o PREVBarco do INSS: 6 cidades recebem atendimento ainda em fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
PREVBarco do INSS: 6 cidades recebem atendimento ainda em fevereiro de 2026
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? 3 maneiras simples de pagar as contas durante instabilidades
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? 3 maneiras simples de pagar as contas durante instabilidades
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: como funciona a multa em caso de atraso?
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: como funciona a multa em caso de atraso?
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: calendário de vencimentos de fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: calendário de vencimentos de fevereiro de 2026
Últimas: Investimentos
Bolsa vê entrada de 68 mil novos investidores em janeiro; veja as ações e os fundos imobiliários favoritos
Investimentos
Bolsa vê entrada de 68 mil novos investidores em janeiro; veja as ações e os fundos imobiliários favoritos

Base de CPFs na B3 cresce 1,25% no primeiro mês de 2026, com ETFs em alta, FIIs ganhando espaço e ações consolidadas nas carteiras

20/02/2026 | 19h57 | Por Igor Markevich
Proximidade de corte da Selic abre novas apostas entre gestoras; veja as estratégias
Investimentos
Proximidade de corte da Selic abre novas apostas entre gestoras; veja as estratégias

Instituições concentram posições nos trechos curto e intermediário da curva de juros e veem espaço para novo rali

20/02/2026 | 17h28 | Por Arícia Martins
O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street
Investimentos
O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street

Para fundador da Greenlight Capital, David Einhorn, precioso se destaca diante de política comercial de Trump

20/02/2026 | 11h02 | Por Jake Angelo, da Fortune
B3 movimenta R$ 6 bilhões em CPRs para pessoa física, com 26 mil investidores e 4 milhões de títulos
Investimentos
B3 movimenta R$ 6 bilhões em CPRs para pessoa física, com 26 mil investidores e 4 milhões de títulos

Desde agosto de 2025, foram 14 emissões de Cédula do Produto Rural que redirecionaram liquidez ao varejo após restrições ao Certificado de Recebíveis do Agronegócio

19/02/2026 | 15h43 | Por Estadão Conteúdo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador