• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como ter renda passiva investindo pouco? Veja ranking de FIIs baratos

Fundos imobiliários de recebíveis, híbridos e de lajes corporativas lideram o levantamento com 25 ativos

Por Daniel Rocha

29/09/2022 | 10:07 Atualização: 29/09/2022 | 14:04

Irani (RANI3) capta recursos de R$ 300 milhões e revela destino. (Foto: Envato Elements)
Irani (RANI3) capta recursos de R$ 300 milhões e revela destino. (Foto: Envato Elements)

Os fundos de investimentos imobiliários (FIIs) de recebíveis continuam com preços atrativos, além de pagar bons dividendos, neste cenário de manutenção temporária da taxa de juros no Brasil. E eles não estão sozinhos. Os FIIs híbridos e os de lajes corporativas também seguem entre os destaques na atual situação doméstica, segundo levantamento realizado pela Órama que analisou os fundos imobiliários com liquidez média diária acima de R$ 300 mil disponíveis no mercado.

Leia mais:
  • Como ter uma renda mensal de até R$ 20 mil com FIIs
  • Com Selic a 13,75%, vale a pena investir em imóveis?
  • FIIs: o que é e como funciona o aluguel de fundos imobiliários
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O fundo híbrido Tordesilhas EI (TORD11) ocupou o primeiro lugar no ranking da corretora ao apresentar a melhor oportunidade de investimento. O destaque se deve ao seu histórico de dividendos, na faixa de 13,63% nos últimos 12 meses, e à relação de preço sobre valor patrimonial (P/VP) de 0,57x – o resultado da relação entre as variáveis menor do que 1 indica que o preço do ativo está “descontado”.

 

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

 

Logo depois, aparecem os fundos de certificado de recebíveis imobiliários (CRI), que ocupam da segunda até a sexta posição no ranking. Esses ativos são formados por títulos relacionados ao setor imobiliário. Por essa razão, conseguem repassar mensalmente as variações da inflação e da taxa de juros nos seus dividendos, ao contrário dos fundos de tijolo, que investem os recursos dos cotistas na construção e na exploração de imóveis reais.

Como desde julho a alta dos preços tem dado trégua no Brasil, com a variação negativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os valores das cotas dos FIIs de CRI recuaram no mercado. A queda na precificação contribuiu para que esta classe de fundos ficasse entre os melhores, na avaliação de Anna Clara Tenan, analista de fiagros e FIIs da Órama e responsável pelo ranking.

Publicidade

“Os fundos de CRI são, principalmente, indexados à inflação e isso refletiu no preço que passaram a ser negociados com desconto”, explica Tenan. No entanto, como o levantamento considera o histórico dos últimos 12 meses, os dividendos seguiram acima dos 16%, enquanto a taxa Selic permanece no patamar dos 13,75% ao ano.

Os fundos híbridos e os de lajes corporativas também figuram entre os principais destaques do mercado de FIIs. Ao contrário do que ocorreu com os de CRI, esses segmentos foram os que mais sofreram com o ciclo de alta de juros e da inflação de 2020 até agora.

No entanto, tais produtos mostraram recuperação ao longo de 2022, mas ainda não recuperaram os patamares de preços antes da pandemia. “Em agosto, vimos esses fundos voltando (com o aumento da ocupação dos escritórios) e isso foi muito positivo para esses produtos”, ressalta.

No entanto, a realidade não se estende para todos os fundos imobiliários de lajes corporativas. Segundo Guilherme Palma, assessor de investimentos da Manchester, ainda há FIIs com índices de vacância (desocupação) elevados diante da adoção das empresas pelo regime híbrido de trabalho. “Vemos apenas a região da Faria Lima com vacância abaixo da média e disputa por área”, avalia Palma.

Como o ranking é feito?

Por serem isentos de imposto de renda (IR) e pagadores de dividendos mensais, os fundos de investimentos imobiliários costumam estar no radar dos brasileiros. E assim como ocorre com as ações das companhias listadas na bolsa, é preciso estar atento aos detalhes de cada fundo antes de manter posição.

Publicidade

Para facilitar no filtro dos melhores FIIs, a Órama Investimentos utilizou dois dados referentes ao mês de agosto para identificar as melhores oportunidades no mercado: a relação do preço sobre o valor patrimonial (P/VP) e o dividend yield (rentabilidade do FII paga aos cotistas).

A partir dessas duas métricas a corretora chegou a uma pontuação para cada FII. A nota foi calculada da seguinte forma: multiplicou-se o dividend yield (DY) dos últimos 12 meses pelo inverso de P/VP (ou seja, se há um FII com um P/VP de 0,50, o inverso adotado na fórmula será de 1/0,50).

O resultado desse cálculo foi multiplicado por 10 a fim de evitar os números decimais e facilitar a comparação entre os fundos analisados. Para ilustrar melhor essa fórmula, basta considerar de forma hipotética que há um FII que negocia com um P/VP de 0,90 e que possui um DY de 12 meses de 15%.

Diante disso, o cálculo para encontrar o seu potencial de investimento acontece da seguinte forma: 15% * (1 / 0,90) * 10 = 1,67, sendo “1,67” a pontuação atribuída para o fundo.

Publicidade

Segundo a Órama, quanto maior for esse número, maior será a oportunidade de investimento que o FII deve oferecer ao investidor. “A gente entendeu que juntando as duas métricas conseguimos mostrar boas oportunidades porque, eventualmente (caso olhem apenas para o preço da cota), conseguiríamos enxergar fundos bastante descontados, mas que pagam dividendos muito baixos”, explica Tenan.

Decisão de compra

As duas métricas utilizadas no ranking não são o suficiente para fundamentar a decisão de compra de um investidor. Além de mostrar os resultados do passado, o que não traz garantias de desempenho futuro, é preciso analisar também outras características do produto para avaliar se aquele investimento está adequado aos seus objetivos financeiros.

“É fundamental no momento de seleção dos ativos entender se não existe nenhum resultado não recorrente sendo distribuído nos dividendos como por exemplo a venda de um ativo e se há alguma renda mínima garantida para os fundos de tijolo”, alerta Palma.

A qualidade dos ativos, ou melhor, dos imóveis que compõem o risco também não pode ficar de fora do radar do investidor. Segundo Mariano Andrade,  sócio e gestor de crédito da Polo Capital, além de tentar precificar os riscos de cada segmento, a análise tem que ser feita para os riscos envolvendo os empreendimentos.

“Uma coisa é você assumir uma laje corporativa na Avenida Faria Lima (na capital paulista). Por mais que o mercado precifique o preço para baixo, o imóvel vai ter demanda. É diferente você ter um ativo em Macaé (município do Estado do Rio de Janeiro)”, compara Andrade.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fundos de investimento
  • Fundos imobiliários
  • Investimentos
Cotações
20/03/2026 4h23 (delay 15min)
Câmbio
20/03/2026 4h23 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Copom corta a Selic e reforça cautela — o que fazer com seus investimentos agora

  • 2

    Tesouro injeta R$ 42 bi em dois dias e faz maior intervenção em 13 anos

  • 3

    Warren Buffett tem uma regra simples para a aposentadoria — e muita gente ignora

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda com expectativa por decisão de juros do Copom

  • 5

    Como investir em renda fixa com guerra no Irã e queda da Selic: CDI, prefixado ou IPCA+

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS: documentos que aposentados devem apresentar ao solicitar o saque
Logo E-Investidor
FGTS: documentos que aposentados devem apresentar ao solicitar o saque
Imagem principal sobre o Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de adoção
Logo E-Investidor
Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de adoção
Imagem principal sobre o Auxílio-reclusão: quem é considerado dependente?
Logo E-Investidor
Auxílio-reclusão: quem é considerado dependente?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (19/03)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (19/03)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 6 despesas para considerar ao escolher o modelo de declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 6 despesas para considerar ao escolher o modelo de declaração
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é o modelo de declaração completa?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é o modelo de declaração completa?
Imagem principal sobre o Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de parto
Logo E-Investidor
Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de parto
Imagem principal sobre o Bolsa Família: 4 situações que podem bloquear o seu benefício em 2026
Logo E-Investidor
Bolsa Família: 4 situações que podem bloquear o seu benefício em 2026
Últimas: Investimentos
IPCA + 8% e prefixados a 14%: taxas do Tesouro disparam apesar de corte da Selic e intervenção
Investimentos
IPCA + 8% e prefixados a 14%: taxas do Tesouro disparam apesar de corte da Selic e intervenção

Taxas voltaram a disparar com novo dia de aversão a risco e alta do petróleo no exterior; guerra no Oriente Médio fez curva do DI futuro abrir 90 pontos

19/03/2026 | 11h48 | Por Luíza Lanza
Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados
Investimentos
Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados

Número de recursos investidos em CDBs cresce em um ano, com alta rentabilidade do produto e ofertas em plataformas

19/03/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha
Os CDBs mais recomendados por casas de análise; veja o que avaliar antes de investir
Investimentos
Os CDBs mais recomendados por casas de análise; veja o que avaliar antes de investir

Após caso Master, especialistas explicam como avaliar o banco emissor do CDB e comparar riscos entre instituições

19/03/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha
Cenário de guerra faz cotas de fundos multimercados caírem até 10%
Investimentos
Cenário de guerra faz cotas de fundos multimercados caírem até 10%

No mês, índice Anbima registra queda de 4% por conta da eclosão do conflito entre EUA e Irã

18/03/2026 | 18h49 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador