• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Fim do JCP? Analistas e especialistas avaliam proposta do governo

Governo propõe fim do JCP a partir de 2024 para zerar déficit das contas públicas

Por Leo Guimarães, Luiza Lanza e Daniel Rocha

31/08/2023 | 17:25 Atualização: 31/08/2023 | 18:12

Haddad: fim o JCP é uma das medidas com o objetivo de elevar a arrecadação (Foto:  Reuters/ Adriano Machado)
Haddad: fim o JCP é uma das medidas com o objetivo de elevar a arrecadação (Foto: Reuters/ Adriano Machado)

O governo federal publicou nesta quinta-feira (31) o projeto de lei (PL) a ser encaminhado ao Congresso que acaba com os Juros sobre Capital Próprio (JCP). O texto propõe o fim da “dedução de juros pagos ou creditados a título de remuneração do capital próprio na apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)” a partir de 1º de janeiro de 2024.

Leia mais:
  • Após fala de Haddad sobre JCP, Ibovespa recua; fique por dentro
  • ‘Sem dúvidas, o risco fiscal inibe os investimentos’ diz Márcio Fontes
  • Como ficam as ações da Ambev com a Reforma Tributária?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já declarou que o fim do JCP é uma das medidas que estão sendo elaboradas com o objetivo de elevar a arrecadação para zerar o déficit das contas públicas em 2024, conforme previsto no novo arcabouço fiscal.

O tema vem sendo acompanhado pelo mercado e é visto como o pontapé inicial nas discussões da segunda fase da reforma tributária, que deverá tratar da tributação sobre a renda.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O JCP gera um benefício fiscal para as empresas, que transferem a taxação aos acionistas na hora de distribuição dos lucros. A estratégia gera um impacto positivo no resultado e reduz a base de lucro tributável das companhias.

É estimado que a medida dê um impulso de R$ 15 bilhões na arrecadação, podendo trazer mais equilíbrio para as contas públicas a partir de 2024. Por outro lado, a medida terá um impacto negativo em empresas que se utilizam deste benefício fiscal.

Confira a seguir as análises de especialistas ouvidos pelo E-Investidor:

Gustavo Cruz, estrategista Chefe da RB Investimentos

“O tema estava sendo bastante ‘ventilado’ há alguns meses. O que vai acontecer é que o investidor terá uma alternativa a menos para receber proventos das ações, principalmente de bancos. Talvez, os investidores vão precisar fazer mais investimentos para ter ganhos de capital. Imagino que essa seja a alternativa. A medida do governo busca aumentar a arrecadação por conta da situação fiscal bastante delicada”

Flávio Conde, analista de ações da Levante Ideias de Investimentos

“Só faz sentido manter os Juros sobre Capital Próprio (JCP) em um cenário de inflação muito alta. Quando se tem uma inflação em torno de 4% a 5%, não faz sentido ter esse benefício tributário. O ex-ministro Paulo Guedes tentou acabar com esse benefício. Não conseguiu porque a resistência dos bancos e das grandes empresas no Congresso é gigante. Isso é negativo para essas empresas, porque o JCP é distribuído como dividendos e costuma ser ‘abatido’ da base do cálculo tributário da companhia. Então, o governo arrecada menos com o JCP. Com a extinção desse provento, os investidores vão ganhar menos em forma de dividendos a partir do ano que vem “.

Diego Miguita, sócio de tributário do VBSO Advogados

“A revogação do JCP, principalmente desvinculada da reforma tributária sobre a renda como um todo, deve ser vista com ressalvas. Não deveria ser discutida a sua revogação pura e simples, mas analisada a melhor alternativa em conjunto com a tributação da renda corporativa e a sua integração com a tributação pessoal. Algo mais razoável seria discutir medidas que diversos países adotam para buscar neutralidade na escolha do financiamento da atividade empresarial (dívida x capital próprio), como o ACE (allowance for corporate equity).”

Beto Saadia, economista e diretor de investimentos da Nomos

“O JCP é uma dessas ‘jabuticabas brasileiras’, ainda de uma época dos anos 90, onde havia uma inflação galopante e era permitido deduzir a variação da inflação do lucro real para pagar um imposto mais justo. Isso acabou ficando durante todos esses anos. As empresas que mais devem ser impactadas e que mais trabalham com JCP são bancos, em geral, telefonia, industriais. O JCP é mais fácil, mais óbvio, mas talvez, agora, no próximo passo, eles vão correr atrás de tributar o dividendo, que já é tributado no mundo todo. Isso teria que ser visto dentro de um contexto maior, um debate um pouco mais amplo, porque isso afetaria mais as empresas.”

Marcelo Boragini, sócio e especialista em renda variável da Davos Investimentos

“O projeto precisa do aval do Congresso para entrar em vigor. Para o governo, a medida deve gerar uma arrecadação de R$ 10 bilhões de reais. O setor mais impactado será o financeiro, que deve ter uma redução do lucro em torno de 15% a 20%. Logo em seguida, vem o setor de alimentos e de saúde, que devem ter um impacto em média de 6%. Vale descartar também que, nos casos dos bancos, há uma preocupação que o crédito fique mais caro, porque as instituições financeiras têm tratamento regulatório distintos. Mas o Congresso não deve aprovar essa medida da forma como o governo planeja. O projeto deve ser ainda bastante desidratado”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • arcabouço fiscal
  • contas públicas
  • JCP
Cotações
25/04/2026 9h05 (delay 15min)
Câmbio
25/04/2026 9h05 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    O novo luxo: como itens raros, de guitarras a vinhos, viraram símbolo de status entre bilionários

  • 2

    Dólar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos: viajar agora ou esperar? Veja se vale a pena comprar

  • 3

    FIIs com dívida 3 vezes acima da média acendem alerta — veja os 7 mais alavancados

  • 4

    Ibovespa nas máximas: investir agora ou esperar queda? Veja a estratégia usada pelos especialistas

  • 5

    Renda fixa digital tem rentabilidade média de 19%: entenda como funciona e quais são os riscos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Trabalho de meio período na aposentadoria? Como idosos podem se beneficiar com essa estratégia
Logo E-Investidor
Trabalho de meio período na aposentadoria? Como idosos podem se beneficiar com essa estratégia
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: menores de idade podem ter a conta aberta no próprio nome, desde que estas regras sejam cumpridas
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: menores de idade podem ter a conta aberta no próprio nome, desde que estas regras sejam cumpridas
Imagem principal sobre o Starlink: quem usar o plano de viagem fora do país pode perder o acesso à internet?
Logo E-Investidor
Starlink: quem usar o plano de viagem fora do país pode perder o acesso à internet?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: além do Caixa Tem, alunos podem movimentar dinheiro nestes outros locais
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: além do Caixa Tem, alunos podem movimentar dinheiro nestes outros locais
Imagem principal sobre o Idosos doentes têm direito à perícia médica em casa? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos doentes têm direito à perícia médica em casa? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Carteira do Idoso: veja qual gratuidade os idosos conseguem com o documento
Logo E-Investidor
Carteira do Idoso: veja qual gratuidade os idosos conseguem com o documento
Imagem principal sobre o Idosos podem retirar fraldas geriátricas gratuitamente, desde que apresentem estes documentos
Logo E-Investidor
Idosos podem retirar fraldas geriátricas gratuitamente, desde que apresentem estes documentos
Imagem principal sobre o Quais idosos têm direito ao transporte gratuito? Veja como funciona para pessoas com 60 anos e 65 anos
Logo E-Investidor
Quais idosos têm direito ao transporte gratuito? Veja como funciona para pessoas com 60 anos e 65 anos
Últimas: Investimentos
Robôs dominam mais da metade das negociações na B3; o que isso muda para quem investe?
Investimentos
Robôs dominam mais da metade das negociações na B3; o que isso muda para quem investe?

Algoritmos já respondem por mais de 35% do volume negociado na B3 e por mais da metade dos contratos futuros. Especialistas explicam o que esse domínio significa para os preços, para a volatilidade e para o investidor individual

25/04/2026 | 08h30 | Por Murilo Melo
Ibovespa tem segunda queda semanal consecutiva; varejistas estão entre maiores perdas
Investimentos
Ibovespa tem segunda queda semanal consecutiva; varejistas estão entre maiores perdas

O Ibovespa caiu 2,55% em semana mais curta, influenciado pela volatilidade dos mercados e recuo do petróleo

24/04/2026 | 18h56 | Por Marília Almeida
Renda fixa digital tem rentabilidade média de 19%: entenda como funciona e quais são os riscos
Investimentos
Renda fixa digital tem rentabilidade média de 19%: entenda como funciona e quais são os riscos

Tokenização, crédito privado e plataformas online impulsionam o crescimento do segmento, que combina maior retorno potencial com novos desafios

24/04/2026 | 09h29 | Por Isabela Ortiz
Onda de recuperação judicial já atinge CRIs e ameaça fundos imobiliários; ainda vale a pena investir?
Investimentos
Onda de recuperação judicial já atinge CRIs e ameaça fundos imobiliários; ainda vale a pena investir?

Crescem repactuações de dívida relacionadas a CRIs de alto rendimento. Ambiente não inviabiliza estratégia, mas exige cuidado

24/04/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador