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Investimentos

Fundo que investe em diamantes dá retornos de 10,9% ao ano

Alternativa segura e global, o DGFF garante retorno robusto com ativos reais como diamantes e joias

Por Leo Guimarães

25/11/2024 | 18:02 Atualização: 25/11/2024 | 20:59

DGFF guarda diamantes polidos em cofres de alta segurança Foto: AdobeStock
DGFF guarda diamantes polidos em cofres de alta segurança Foto: AdobeStock

Em tempos de incertezas geopolíticas, investimentos em ativos reais são vistos como um porto seguro. No caso do fundo Del Gatto Diamond Finance Fund (DGFF), essa segurança chega aos investidores brasileiros interessados em explorar o mercado global de luxo. É uma alternativa que vem garantindo retornos de renda fixa brasileira, na faixa de 10,9% ao ano. É uma combinação de estabilidade e diversificação internacional.

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O DGFF opera com empréstimos de curto prazo garantidos por colaterais tangíveis, como diamantes polidos, joias de herança e relógios de luxo. Esses itens ficam armazenados em cofres de alta segurança localizados em Nova York – sede do fundo -, Dubai e Londres. “A estratégia do DGFF é construída sobre um índice de LTV de 50-60%, garantindo que os ativos subjacentes sempre excedam o valor emprestado”, diz Andres Lucas, gestor do fundo.

LTV é a sigla em inglês para Loan-to-value, um índice de garantia, que no caso do Del Gatto paga ao tomador do empréstimo até 60% do valor do objeto dado como salvaguarda do negócio. Caso o financiamento não seja honrado, o fundo pode vender o colateral, obtendo ganhos que variam entre 80% e 120% do valor emprestado.

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Os tomadores de empréstimos do fundo incluem desde mineradoras de diamantes até joalherias de alto padrão, sendo que 99% utilizam o capital para “financiamento de compras”. Esses empréstimos têm prazos médios de seis meses, permitindo que o fundo ajuste rapidamente as taxas em períodos de alta nos juros.

Diamantes são ativos descorrelacionados

Com retornos anualizados de até 10,9% para seus investidores, o DGFF apresenta resultados competitivos, mesmo quando comparado à renda fixa brasileira, que atualmente oferece taxas prefixadas ao redor de 13%. O índice Sharpe superior a 9, é o principal argumento utilizado pelo gestor ao justificar o investimento no fundo, diante de um retorno menor do que a segurança de um título público.

“Isso significa que não temos correlação com nenhuma outra classe de ativos. O fundo também oferece aos investidores brasileiros uma forma de acessar investimentos em dólares. Além disso, eles não enfrentam risco de mark-to-market e têm acesso a eventos de “portable alpha” (os defaults são o principal), que podem proporcionar uma taxa de retorno acima da média”, diz.

Segundo Lucas, essas características de descorrelação e segurança fazem o fundo se fortalecer em momentos de incertezas. “Durante crises econômicas e geopolíticas, nossa classe de ativos subjacente sempre foi vista como um porto seguro. Alguns dos nossos melhores períodos foram no início da pandemia de Covid-19“, diz.

O cenário atual de incertezas geopolíticas, segundo ele, beneficia o fundo. “A classe de ativos subjacente é vista como um porto seguro em períodos de turbulência. Veja, por exemplo, a Segunda Guerra Mundial, as migrações de persas saindo do Irã, e, mais recentemente, a recessão de 2008.”

Como acessar o fundo

A fundação do DGFF responde a uma lacuna deixada pelos bancos tradicionais, que, devido a restrições regulatórias, reduziram sua atuação no financiamento à indústria de luxo. Desde 2013, o crédito disponível no setor de diamantes caiu mais de 75%, criando uma oportunidade estimada de US$ 1,5 bilhão para financiadores alternativos.

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Os brasileiros interessados podem acessar o DGFF por meio de veículos como o Cayman Feeder ou Pershing. A má noticia é que o Del Gatto está aberto apenas para investidores qualificados e profissionais. A gestora não abre o valor mínimo de investimento. O fundo está em fase de negociações para levantar um feeder local.

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