• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Fundos de renda fixa: como selecionar os melhores?

Com essa classe de fundo em alta, especialistas dão dicas de como fazer a melhor escolha

Por Isaac de Oliveira

07/12/2021 | 9:48 Atualização: 07/12/2021 | 9:48

Fundos de renda fixa devem continuar em alta em 2022, segundo especialistas (Foto: Olivier Le Moal/Shutterstock)
Fundos de renda fixa devem continuar em alta em 2022, segundo especialistas (Foto: Olivier Le Moal/Shutterstock)

Os abalos sofridos pelos ativos negociados na B3 provocaram uma forte migração dos recursos alocados em fundos de renda variável para os de renda fixa, que representam mais da metade do saldo líquido de toda a indústria de fundos do Brasil até outubro, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Uma vez que esse movimento tem perspectiva de continuar em 2022, como investidores podem escolher uma boa opção dessa classe de investimento?

Leia mais:
  • Queda no Ibov: Quais os melhores ativos da renda fixa?
  • Renda fixa: aprenda o que é antes de começar a investir
  • Tesouro Selic pode ter retorno negativo?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De acordo com a Anbima, do saldo de R$ 420,9 bilhões acumulado na indústria de fundos, entre janeiro e outubro deste ano, R$ 255,2 bilhões, ou 60,6%, equivalem à classe de renda fixa. Enquanto isso, os fundos de ações já sofreram resgates por dois meses consecutivos (setembro e outubro).

“Olhando para frente, é difícil dizer que esse fluxo de migração (de fundos de ações para renda fixa) já acabou. Pelo nosso mapeamento aqui, ainda teria espaço para esse fluxo continuar”, analisa Dan Kawa, sócio da Tag Investimentos e colunista do E-Investidor.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Do ponto de vista de rentabilidade, a média dos fundos de renda fixa ficou positiva em 0,27%, nos 10 primeiros meses do ano, enquanto todas as categorias de fundos de ações apresentaram rendimento negativo no mesmo período.

Considerando o cenário ainda positivo para 2022, os investidores poderão ver boas performances na renda fixa e, para fazer uma boa escolha, especialistas recomendam atenção em aspectos como retorno, liquidez e custos (taxas).

Definindo os objetivos

Antes de investir, é primordial saber o que se espera desse dinheiro. Isso vale para qualquer investimento, inclusive para os fundos.

“É um dinheiro que está parado e se quer rentabilizar um pouco mais ou quer proteção contra a inflação ou é um dinheiro que para buscar um retorno?”, questiona Leon Abdalla, analista de investimentos da Rio Bravo.

Outro ponto importante para se ter no radar é a urgência de uso do recurso, para saber qual prazo de investimento faz sentido escolher. Alguns fundos podem ter um período de resgate longo. Portanto, em casos de emergência, não seria possível ter  acesso ao dinheiro investido.

Publicidade

Olhar o retorno do fundo é importante, desde que se tenha em mente uma velha máxima do mercado: rentabilidade passada não representa possibilidade de resultado futuro. O conselho é de Rodrigo Beresca, analista de soluções financeiras da Ativa Investimentos.

“Quando faz a análise da performance histórica de um fundo, esse resultado pode dar uma ideia de como o fundo performou em determinado cenário econômico. Mas você não deve esperar que aquele resultado seja garantido para o futuro”, diz Beresca.

O retorno, para o especialista, pode apontar para a qualidade de quem faz a gestão do fundo. “O fundo que vem performando bem nos últimos tempos tende a ter uma qualidade de gestão boa, melhor do que aqueles que não têm apresentado tantos resultados”, completa Beresca.

Os especialistas também chamam atenção paras os custos que os fundos podem ter devido a cobrança de taxas de administração e performance, embora esta última, segundo eles, não seja tão comum em fundos de renda fixa.

Publicidade

O ideal é olhar não só para o tamanho da taxa isoladamente, mas sim avaliar todo o potencial de retorno do fundo. “Às vezes, um fundo que cobra taxa de 2% de administração, entrega um resultado muito melhor do que um que cobra taxa de 1%”, exemplifica o analista da Ativa.

Qual fundo de renda fixa escolher?

Com objetivos, perfil de risco e liquidez definidos, os investidores têm uma gama variada de opções no mercado.

Abdalla diz que, se o objetivo é proteção contra inflação, fundos que têm o IPCA como referência são uma boa alternativa para preservar o poder de compra. Exemplos disso são fundos que investem em debêntures IPCA ou em títulos públicos atrelados à inflação, que são as NTNBs.

Uma opção para quem busca retornos maiores em fundos de renda fixa são aqueles de crédito privado. Essa classe de fundo investe em títulos de dívidas de empresas. No entanto, por oferecerem rentabilidade mais alta, esses fundos podem requerer um prazo maior de aplicação.

Além disso, o tamanho do retorno pode variar de acordo com a empresa emissora da dívida. No crédito privado, o investidor deve conhecer os papéis que o fundo está investindo, para ver se investe em ativos de empresas high grade ou high yield.

Publicidade

“A primeira (high grade) se refere a companhias que têm selo de investimento, são mais consolidadas no mercado, mais resilientes e pagam uma taxa de rentabilidade da dívida um pouco menor, por terem um risco menor de mercado. A segunda opção (high yield) são empresas que não têm selo de investimento e, por isso, acabam tendo que remunerar um pouco mais pela dívida que é contraída, para se tornar atrativa”, explica o analista da Ativa.

Abdalla, da Rio Bravo, cita também os fundos que investem em ativos de infraestrutura. Para ele, a classe de fundos com maior potencial no Brasil no momento, e que estão aparecendo cada vez mais abertos às pessoas físicas no varejo.

“Nestes fundo, você está investindo diretamente no desenvolvimento estrutural do País, como em saneamento básico, aeroportos, portos de navegação e rodovias. Os ativos do fundo são debêntures incentivadas, isentas de imposto de renda e que dão um retorno bom e são atreladas à inflação, já que se tratam de projetos muito longos”, diz o analista da Rio Bravo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fundos
  • Fundos de renda fixa
Cotações
23/04/2026 14h50 (delay 15min)
Câmbio
23/04/2026 14h50 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    20 fundos de crédito privado renderam apenas 28,4% do CDI no 1º trimestre — em um deles a cota caiu

  • 2

    Ganhar dinheiro ou construir patrimônio? Entenda a diferença e por onde começar

  • 3

    Bolsa cara ou barata? Onde encontrar dividendos de até 13%

  • 4

    Ibovespa cai mais de 1,5% enquanto dólar fica abaixo dos R$ 5; Petrobras sobe com petróleo a US$ 100

  • 5

    Inadimplência preocupa e JPMorgan acende alerta para bancos no 1T26

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas na conta de luz: 2 maneiras para renegociar faturas atrasadas
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas na conta de luz: 2 maneiras para renegociar faturas atrasadas
Imagem principal sobre o Restituição do Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 60 anos têm prioridade no pagamento?
Logo E-Investidor
Restituição do Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 60 anos têm prioridade no pagamento?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para saber se o vale de recarga expirou
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para saber se o vale de recarga expirou
Imagem principal sobre o Meia-entrada para idosos: quem tem mais de 60 anos deve apresentar documento para conseguir o desconto?
Logo E-Investidor
Meia-entrada para idosos: quem tem mais de 60 anos deve apresentar documento para conseguir o desconto?
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 60 anos estão isentos do pagamento de algumas dívidas? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 60 anos estão isentos do pagamento de algumas dívidas? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Idosos ainda precisam ir ao banco fazer a prova de vida? Entenda o procedimento
Logo E-Investidor
Idosos ainda precisam ir ao banco fazer a prova de vida? Entenda o procedimento
Imagem principal sobre o Starlink: entenda se é possível usar o plano viagem fora do Brasil
Logo E-Investidor
Starlink: entenda se é possível usar o plano viagem fora do Brasil
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 2 canais online para fazer a declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 2 canais online para fazer a declaração
Últimas: Investimentos
FIIs com alavancagem elevada: o investidor deve se preocupar com esses 7 fundos?
Investimentos
FIIs com alavancagem elevada: o investidor deve se preocupar com esses 7 fundos?

Levantamento do Clube FII mostra que sete fundos imobiliários operam com endividamento bem acima da média do IFIX, em um momento de maior cautela com o crédito privado.

23/04/2026 | 13h25 | Por Daniel Rocha
Ibovespa nas máximas: investir agora ou esperar queda? Veja a estratégia usada pelos especialistas
Investimentos
Ibovespa nas máximas: investir agora ou esperar queda? Veja a estratégia usada pelos especialistas

Entenda como rebalancear a carteira com ativos de Bolsa e renda fixa para este momento de alta volatilidade sem cair na armadilha do "FOMO"

23/04/2026 | 05h30 | Por Leo Guimarães
Dívida corporativa na B3 atinge R$ 2 trilhões e cresce 17% no 1º trimestre
Investimentos
Dívida corporativa na B3 atinge R$ 2 trilhões e cresce 17% no 1º trimestre

Avanço é puxado por debêntures, CRIs, CRAs e notas comerciais, com expansão em todos os instrumentos

22/04/2026 | 12h31 | Por Igor Markevich
20 fundos de crédito privado renderam apenas 28,4% do CDI no 1º trimestre — em um deles a cota caiu
Investimentos
20 fundos de crédito privado renderam apenas 28,4% do CDI no 1º trimestre — em um deles a cota caiu

Classe de fundos foi a que mais sofreu dentro da renda fixa em função da forte aversão ao risco no mercado

22/04/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador