• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como o investidor pode proteger o patrimônio em tempos de guerra comercial de Trump

Especialistas recomendam cautela e planejamento para entender o objetivo financeiro

Por Leo Guimarães

06/02/2025 | 3:00 Atualização: 05/02/2025 | 20:42

Entenda como o investidor pode proteger o patrimônio diante da guerra comercial de Trump (Foto: Adobe Stock)
Entenda como o investidor pode proteger o patrimônio diante da guerra comercial de Trump (Foto: Adobe Stock)

A escalada da guerra comercial promovida por Donald Trump está mexendo com os mercados globais, e o investidor brasileiro precisa se preparar para um período de maior oscilação. O anúncio de tarifas de 25% sobre importações do México e Canadá e de 10% sobre produtos chineses fez o dólar disparar, derrubou bolsas ao redor do mundo e mexeu com os criptoativos. Logo em seguida, em questões de horas, as negociações entre os países para adiar as tarifas trouxeram alívio aos mercados.

Leia mais:
  • Como o Brasil pode sair vencedor da guerra de tarifas entre EUA e China
  • Ibovespa em 2025 começou promissor, mas ainda há motivos para preocupação; veja análise
  • Trump dispara guerra comercial e bolsas caem no mundo todo; veja os impactos no Ibovespa hoje
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

  • Como usar investimentos em renda fixa para atravessar guerra comercial de Trump

Diante desse cenário instável, especialistas recomendam cautela com planejamento. “O essencial é entender qual é o seu objetivo financeiro. Se for um investimento de longo prazo, como aposentadoria, as oscilações, os ruídos de curto prazo, não devem ser motivo de preocupação”, explica Luiz Fernando Araújo, diretor de Investimentos da Finacap.

Para quem investe com metas de curto prazo, como capital de giro da empresa ou aquisição de bens como imóveis, a recomendação é de evitar riscos excessivos e adotar uma abordagem mais conservadora. “O mais importante é saber exatamente para que você está investindo e alinhar isso ao cenário econômico”, conclui.

A turbulência imposta por Donald Trump aos mercados se desenrolou em apenas dois dias úteis. Sem necessidade de aplicar as tarifas, ele conseguiu trazer esses países à mesa de negociações. Nesta terça (4) a Casa Branca anunciou que o presidente dos EUA planeja conversar com o presidente chinês Xi Jinping, num diálogo que deverá evitar a escalada na guerra comercial. A China anunciou que implementaria tarifas retaliatórias sobre importações americanas.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Os operadores alertam que os investidores devem se acostumar com essa volatilidade. Novos anúncios relâmpago sobre tarifas podem impactar o mercado ao longo do ano. Trump já mencionou outros possíveis alvos, como os países da União Europeia e os membros do BRICS, grupo do qual o Brasil faz parte.

Posição conservadora em momentos de volatilidade

Segundo Rodrigo Macarenco, sócio responsável pela área de Wealth Planning da Manchester Investimentos, se a guerra comercial se intensificar, existe a chance de um menor crescimento econômico global. “Com isso, a aversão ao risco tende a ser maior e os investidores brasileiros poderão se proteger atrelando parte do seu portfólio ao dólar e mantendo posições mais conservadoras, como renda fixa pós-fixada“, recomenda.

Pedro Ros, CEO da Referência Capital, é ainda mais cauteloso e indica o bom e velho imóvel como proteção de portfólio. “Nesse contexto, imóveis se tornam uma excelente alternativa para proteção patrimonial, pois são ativos reais que preservam valor e geram renda recorrente”, afirma. Neste caso, diz ele, a estratégia é procurar imóveis abaixo do valor de mercado. Períodos de instabilidade levam muitos a tentar vender rapidamente, abrindo oportunidades de aquisição com descontos atrativos, lembra.

Locação por temporada, impulsionada pelo turismo interno fortalecido pela alta do dólar, e consórcio imobiliário, que permite alavancagem sem comprometer grandes quantias de capital, seriam duas estratégias interessantes na visão do gestor. Segundo ele, investir em imóveis bem localizados, próximos a polos tecnológicos, centros urbanos e regiões turísticas, aumenta a liquidez e a valorização do ativo.

Mudando a ordem global

Em termos setoriais, Marcelo Nantes, head de Renda Variável do ASA, reforça a previsão de  volatilidade. As tarifas de Trump, mesmo que não sejam efetivamente implementadas, elevam a percepção de risco no comércio global, intensificando as oscilações de mercado, freando novos investimentos. “Muitas empresas começarão a procurar alternativas para as cadeias de suprimentos, tanto na busca por novos fornecedores quanto na busca por novos clientes”, diz. Um cenário que, na sua visão, cria riscos e oportunidades para o Brasil.

Segundo Nantes, o agronegócio pode ganhar espaço, caso a China reduza compras dos EUA, impulsionando soja, milho e carnes brasileiras. Ele também levanta a possibilidade de Pequim impor tarifas contra o Brasil e, neste caso, as exportações para os EUA, como petróleo, aviões e aço, poderiam ser prejudicadas.

Publicidade

Nesta indefinição, a diversificação seria a melhor estratégia para mitigar riscos, aponta Tiago Feitosa, fundador da T2 Educação. “Isso implica em dolarizar parte da carteira e, eventualmente, ter uma posição em empresas brasileiras que podem se beneficiar de uma eventual retaliação aos EUA”, comenta.

Setores que podem se beneficiar

Do lado das oportunidades, Macarenco, da Manchester Investimentos, diz que o agronegócio poderia se beneficiar dessa dinâmica. “Isso já ocorreu na primeira guerra comercial de Trump com a China (2019-2020), com aumento das exportações de carne e grãos”, relembra. Para ele, exportadores de commodities podem se beneficiar também, como o setor de papel e celulose e petrolífero.

Já nos riscos, empresas importadoras de insumos, com custos de produção em dólar tendem a ter margens reduzidas, diz, como os setores industrial, de alimentos e vestuário. “Por fim, empresas alavancadas (endicidadas, especialmente com passivos em dólar, terão dificuldades”, diz, lembrando que a tendência é de um dólar mais forte no governo Trump.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Brasil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Guerra comercial
  • Imóveis
  • Investimentos
  • mercado
  • Renda fixa
  • tarifas
  • Trump
  • volatilidade
Cotações
22/04/2026 6h46 (delay 15min)
Câmbio
22/04/2026 6h46 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje fecha em leve alta com tensão no Oriente Médio e disparada do petróleo; dólar cai ao menor valor em 2 anos

  • 2

    Inflação projetada para 2026 sobe e influencia Tesouro Direto; entenda o impacto dos juros mais altos sobre os títulos públicos

  • 3

    Cresce a compra e a venda de ativos problemáticos no País: maioria busca retorno mínimo de 20%, diz EY

  • 4

    Bolsa cara ou barata? Onde encontrar dividendos de até 13%

  • 5

    Petróleo hoje dispara e fecha acima de 5% com tensão no Oriente Médio e pressiona cenário global

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: alunos podem movimentar a Poupança Social Digital pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: alunos podem movimentar a Poupança Social Digital pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o Carteira do Idoso: 2 benefícios que pessoas com 60 anos ou mais conseguem com o documento
Logo E-Investidor
Carteira do Idoso: 2 benefícios que pessoas com 60 anos ou mais conseguem com o documento
Imagem principal sobre o Gás do Povo: é possível consultar se o vale de recarga está disponível pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: é possível consultar se o vale de recarga está disponível pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o Microaposentadoria: 5 dicas para você planejar pausas curtas, sem comprometer o orçamento
Logo E-Investidor
Microaposentadoria: 5 dicas para você planejar pausas curtas, sem comprometer o orçamento
Imagem principal sobre o Idosos têm quantos anos para renegociar suas dívidas e salvar as finanças? Veja o prazo
Logo E-Investidor
Idosos têm quantos anos para renegociar suas dívidas e salvar as finanças? Veja o prazo
Imagem principal sobre o Idosos conseguem renegociar dívidas de cartão de crédito, mas como isso deve ser feito?
Logo E-Investidor
Idosos conseguem renegociar dívidas de cartão de crédito, mas como isso deve ser feito?
Imagem principal sobre o Carteira do Idoso: saiba como emitir o documento e conseguir 50% de desconto em passagens de ônibus
Logo E-Investidor
Carteira do Idoso: saiba como emitir o documento e conseguir 50% de desconto em passagens de ônibus
Imagem principal sobre o Starlink residencial: quanto custa o plano família e o que vem no pacote?
Logo E-Investidor
Starlink residencial: quanto custa o plano família e o que vem no pacote?
Últimas: Investimentos
20 fundos de crédito privado renderam apenas 28,4% do CDI no 1º trimestre — em um deles a cota caiu
Investimentos
20 fundos de crédito privado renderam apenas 28,4% do CDI no 1º trimestre — em um deles a cota caiu

Classe de fundos foi a que mais sofreu dentro da renda fixa em função da forte aversão ao risco no mercado

22/04/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida
Bolsa cara ou barata? Onde encontrar dividendos de até 13%
Investimentos
Bolsa cara ou barata? Onde encontrar dividendos de até 13%

De setores perenes a commodities, veja como montar aportes mais eficientes em um mercado mais seletivo

21/04/2026 | 05h30 | Por Katherine Rivas
Inflação projetada para 2026 sobe e influencia Tesouro Direto; entenda o impacto dos juros mais altos sobre os títulos públicos
Investimentos
Inflação projetada para 2026 sobe e influencia Tesouro Direto; entenda o impacto dos juros mais altos sobre os títulos públicos

Revisões no Focus elevam projeções de inflação e Selic, pressionando títulos prefixados e IPCA+ e mudando o humor do mercado

20/04/2026 | 10h23 | Por Isabela Ortiz
Cresce a compra e a venda de ativos problemáticos no País: maioria busca retorno mínimo de 20%, diz EY
Investimentos
Cresce a compra e a venda de ativos problemáticos no País: maioria busca retorno mínimo de 20%, diz EY

Pesquisa feita pela EY-Parthenon aponta as razões por trás do maior interesse por esse tipo de ativo

20/04/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador