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Investimentos

Ibovespa recua em fevereiro: veja o que pode mexer com o humor dos investidores em março

O índice vinha de avanço em janeiro, quando subiu 4,86% - que havia sido o melhor desempenho mensal desde o avanço de 6,54% em agosto passado

Por Murilo Melo

28/02/2025 | 19:59 Atualização: 28/02/2025 | 20:50

 (Foto: Adobe Stock)
(Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa fechou o mês com variação negativa de 2,64% nesta sexta-feira (28). O índice vinha de avanço em janeiro, quando subiu 4,86% – que havia sido o melhor desempenho mensal desde o avanço de 6,54% em agosto passado. No agregado em 2025, o índice da B3 ainda sobe 2,09%. Na semana, houve perda de 3,41%, após baixa de 0,85% no intervalo anterior.

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O início do ano foi marcado por fatores internos e externos que influenciaram o mercado. No Brasil, pesquisas indicaram queda na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o que trouxe otimismo para investidores que acreditam que a menor aprovação pode limitar políticas econômicas intervencionistas. Por outro lado, há o temor de que a perda de apoio resulte em aumento dos gastos públicos, pressionando as contas do governo.

As recentes medidas protecionistas do governo dos Estados Unidos, incluindo a imposição de tarifas de 25% sobre o aço e o alumínio, geraram incerteza no setor industrial e preocupações nos mercados globais. Entre os países mais afetados pelas restrições estão México, Canadá e China. “Essas ações podem desencadear retaliações comerciais, afetando o fluxo de comércio internacional e, consequentemente, impactando empresas brasileiras exportadoras. Além disso, a incerteza gerada por uma possível guerra comercial pode aumentar a volatilidade nos mercados financeiros, influenciando o comportamento dos investidores no Brasil”, diz Marcos Piellusch, professor da Fia Business School .

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No caso das empresas brasileiras, o impacto foi menor para aquelas com forte presença no mercado americano, como a Gerdau (GGBR4). A companhia possui onze unidades nos EUA e no Canadá, o que a permite atender à demanda local sem depender de importações sujeitas às novas tarifas. Além disso, diante das barreiras comerciais, a empresa considera ampliar sua produção em solo americano em vez de expandir operações no México.

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O fluxo de investimentos estrangeiros foi outro fator que sustentou a bolsa. Somente em fevereiro, a entrada líquida foi de quase R$ 3 bilhões, acumulando R$ 11,3 bilhões nos últimos três meses. Isso indica que investidores internacionais seguem apostando no mercado brasileiro.

A expectativa para os juros nos Estados Unidos e medidas econômicas da China também tiveram influência na bolsa. A sinalização de cortes nas taxas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ajudou a manter o Brasil como destino de capital externo, enquanto ações do governo chinês para estimular a economia beneficiaram exportadoras brasileiras.

Entre os setores que frearam o desempenho do Ibovespa em fevereiro, estão os bancos, num mês de divulgação de balanços trimestrais: o Banco do Brasil (BBAS3) registrou perdas de 1,34%, mesmo com bons resultados financeiros. O Itaú (ITUB4) fechou o mês com recuo de 1,18%. No setor de energia, a Petrobras (PETR3; PETR4) teve queda após o prejuízo no balanço do 4T24 e forte baixa no pregão da quinta (27): encerrou fevereiro em queda de 4,67 (PETR4) e de 6,24% (PETR3).  Já as siderúrgicas, como a Gerdau, se beneficiaram da sua atuação no mercado americano e da perspectiva de aumento na demanda interna nos EUA, mas não ficaram no positivo: terminou o mês com baixa de 4,68%.

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Nos setores elétrico e de seguros também estiveram entre os destaques do mês, mas o desempenho das ações que mais subiram foi impulsionado pelos números positivos do quarto trimestre de 2024, divulgados ao longo de fevereiro. Entre elas, a Vale (VALE3) se destacou ao apresentar um resultado operacional acima das expectativas do mercado, com lucro de R$ 31,6 bilhões, com uma forte melhora no controle de custos, o que reforçou a confiança dos investidores na companhia. A ação da mineradora teve alta acumulada no mês de 1,86%.

Ibovespa: o que esperar em março?

Para março, os investidores devem acompanhar de perto as movimentações políticas no Brasil, a trajetória dos juros americanos e os dados da economia chinesa, segundo os especialistas. Esses fatores podem influenciar o desempenho do mercado e determinar se os setores que mais subiram seguirão atraentes para novos investimentos.

As taxas de juros nos Estados Unidos seguem como um dos principais elementos de influência sobre os mercados emergentes, segundo Rafael Weber, estrategista de ações da RJI Investimentos. Caso o Federal Reserve sinalize uma postura mais rígida, mantendo os juros elevados por mais tempo, o fluxo de capital pode se direcionar para ativos americanos, reduzindo a atratividade da bolsa brasileira e pressionando o câmbio. Esse movimento pode impactar diretamente empresas mais expostas à variação do dólar, como importadoras e companhias com dívida na moeda americana.

  • Leia mais: Petrobras afunda na Bolsa e perde R$ 24,5 bi em dia de caos após balanço

“A Bolsa brasileira tem certa dependência do humor externo, posto o fluxo de recursos de estrangeiros que está favorecendo neste início de ano. Contudo, os sinais para a decisão do Fed não estão claros. A inflação ter mostrado alguma força nos últimos números divulgados, mas atividade econômica nos Estados Unidos tem desacelerado mais recentemente. O Fed deve avaliar ambos e ponderar se mantém ou antecipa outro corte de juros”, observa Weber.

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A economia chinesa também é um ponto de atenção, especialmente para o setor de commodities, que tem peso relevante no Ibovespa. Qualquer sinal de desaceleração pode afetar a demanda por produtos brasileiros, trazendo impacto para grandes exportadoras, como BRF (BRFS3), JBS (JBSS3), Vale e Gerdau. “Além disso, políticas internas da China, como restrições ambientais ou mudanças em investimentos em infraestrutura, podem influenciar os preços das commodities e, por extensão, o desempenho do Ibovespa”, lembra Piellusch.

No ambiente doméstico, a condução da política fiscal segue como um dos fatores monitorados. Pesquisas recentes indicam uma queda na aprovação do presidente Lula, o que pode levar o governo a buscar medidas para recuperar popularidade, como o aumento de gastos públicos. O Orçamento de 2025 já prevê um crescimento de 9,1% nas despesas com pessoal, totalizando R$ 416,2 bilhões. Caso novos estímulos sejam adotados sem contrapartidas fiscais, os analistas dizem que a confiança do mercado pode ser afetada, aumentando a percepção de risco em relação às contas públicas. Weber diz que “medidas mais populistas, por exemplo, podem ser mal-recebidas pelo mercado”.

O analista também afirma que não há consenso sobre o desempenho do Ibovespa no curto prazo, principalmente devido à expectativa de desaceleração econômica a partir do segundo trimestre de 2025 (2T25), o que pode afetar negativamente os resultados da maior parte das empresas listadas. Por outro lado, pesquisas eleitorais antecipando o cenário de 2026 podem influenciar o mercado, especialmente se indicarem uma possível mudança na condução da economia, o que traria novo fôlego para os investidores.

Apesar das incertezas, Piellusch enxerga oportunidades na bolsa, especialmente devido ao nível atual de valuation. O Ibovespa está sendo negociado a 7,2 vezes o preço sobre lucro projetado para os próximos 12 meses, abaixo da média histórica de 10,7 vezes, o que sugere potencial de valorização. Diante desse cenário, investidores devem manter atenção redobrada ao noticiário econômico e político para avaliar as melhores oportunidades de alocação.

Ações para apostar em março

Entre os papéis que mais avançaram em fevereiro e que os investidores podem ficar de olho estão Carrefour (CRFB3), Cogna Educação (COGN3), Usiminas (USIM5), Grupo CCR (CCRO3) e TIM (TIMS3). Segundo os analistas Ricardo Faria Franca, da Ágora Investimentos, e Fábio Chiaparini, da Nova Futura Investimentos, os motivos para a valorização foram variados, sem um padrão específico.

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O Carrefour, por exemplo, vinha operando em sua mínima histórica e foi impulsionado pela proposta do grupo francês e holandês para tornar a unidade brasileira uma subsidiária integral. A transação, que envolve a conversão de ações do Atacadão e uma possível migração da empresa para a categoria B da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), aproximou os papéis do valor proposto de R$ 7,70 por ação.

A TIM divulgou seu balanço do quarto trimestre no início de fevereiro, com números dentro das expectativas. A operadora também anunciou um novo programa de recompra de até 67,2 milhões de ações e convocou uma assembleia geral para discutir grupamento e desdobramento dos papéis. A iniciativa inicialmente animou o mercado, mas os ganhos já foram parcialmente devolvidos.

Cogna foi impulsionada pela expectativa de um resultado positivo no quarto trimestre, impulsionado pelo crescimento dos cursos presenciais da Kroton e melhorias na eficiência operacional. A possibilidade de margens mais elevadas e fluxo de caixa positivo reforçou o otimismo dos investidores, enquanto o recente programa de recompra ajudou a sustentar o movimento.

Usiminas teve alta mais ligada a uma correção dentro de uma tendência de queda do que a uma mudança estrutural em seus fundamentos. Já o Grupo CCR segue sua trajetória lateral, oscilando entre R$ 10 e R$ 14 há mais de uma década, sem catalisadores evidentes para uma mudança desse padrão.

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Para março, analistas recomendam manter atenção às empresas que apresentaram bons resultados, mas setores tradicionalmente mais estáveis continuam sendo vistos como opções seguras. Bancos como Itaú (ITUB4) e Banco do Brasil tendem a se beneficiar de um ambiente de juros elevados, assim como seguradoras como Porto Seguro (PSSA3) e BB Seguridade (BBSE3), que investem os prêmios recebidos em ativos de renda fixa.

No setor elétrico, ações do Ibovespa como  CPFL Energia (CPFE3) e Cemig (CMIG4) são alternativas para investidores que buscam menor exposição à volatilidade e uma visão de médio a longo prazo. Diante das incertezas do mercado, especialistas apontam que a diversificação em empresas com fundamentos consistentes e perspectiva de crescimento continua sendo a melhor estratégia, reduzindo riscos em relação a apostas em recuperações incertas.

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