• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Quais são os riscos de não atualizar o valor do imóvel dentro do prazo estabelecido?

Proprietários têm 90 dias, a partir de 16 de setembro, para corrigir o valor patrimonial de suas propriedade

Por Murilo Melo

20/09/2024 | 16:11 Atualização: 21/09/2024 | 9:08

Foto: Adobe Stock
Foto: Adobe Stock

Com a recente lei da desoneração da folha, que permite a atualização do valor dos imóveis com uma alíquota reduzida de 4% para pessoas físicas, proprietários têm um prazo determinado de 90 dias a contar da segunda-feira (16), quando a lei foi sancionada, para corrigir o valor patrimonial de suas propriedades. Não realizar essa atualização dentro do prazo estabelecido pode gerar uma série de riscos financeiros e fiscais, avisam especialistas ouvidos pelo E-Investidor.

Leia mais:
  • O que muda com a possibilidade de atualizar o valor do seu imóvel e pagar menos imposto?
  • As vantagens e desvantagens de atualizar o valor do imóvel
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O primeiro risco é que, após o vencimento do prazo, os proprietários devem voltar a ser tributados com as alíquotas normais de Imposto de Renda sobre o ganho de capital, que podem chegar a 22,5%. Sem a atualização, o valor de aquisição do imóvel deve permanecer desatualizado, o que pode resultar em um aumento no imposto devido em uma futura venda.

Isso ocorre, segundo o advogado especialista em direito tributário, Eduardo Ferreira, porque o ganho de capital é calculado com base na diferença entre o valor de aquisição (não atualizado) e o valor de venda, o que pode gerar uma tributação significativamente maior.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Outro risco, diz ele, envolve a fiscalização. “A Receita Federal pode utilizar ferramentas de cruzamento de dados para verificar discrepâncias entre o valor declarado do imóvel e seu valor de mercado. Manter o imóvel desatualizado pode levar à fiscalização, gerando multas e penalidades por omissão de informações ou inconsistência no valor patrimonial”, pontua.

Para empresas que possuem imóveis no balanço patrimonial, e que devem pagar alíquota de 6%, não atualizar o valor pode impactar a avaliação real de seus ativos. “Fala-se aí sobre o risco de prejudicar a transparência em processos de fusões, aquisições ou solicitações de crédito, onde o valor dos ativos desempenha um papel importante. Além disso, manter o imóvel subvalorizado no balanço pode distorcer o resultado financeiro da empresa”, acrescenta o advogado tributarista Daniel Castro.

Em termos de mercado, não atualizar o valor do imóvel pode dificultar futuras negociações de venda ou transferência. O valor desatualizado pode gerar divergências nas expectativas de preço, além de trazer custos fiscais adicionais que poderiam ter sido evitados caso a atualização fosse feita dentro do prazo.

Entenda a lei de desoneração da folha de pagamento

Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na segunda-feira (16), a nova lei de desoneração da folha de pagamento, que abrange 17 setores econômicos, também trouxe uma medida que possibilita a atualização do valor de imóveis com uma alíquota reduzida, tanto para pessoas físicas quanto para empresas.

Conforme a Receita Federal, o imposto deve ser pago em até 90 dias, contados a partir da data em que a nova lei foi sancionada, com o prazo final sendo na primeira quinzena de dezembro. Contudo, a Receita Federal ainda diz que ainda irá definir e divulgar as instruções detalhadas sobre o prazo e o processo de atualização.

Publicidade

Para pessoas físicas, a alíquota será de 4%, aplicada sobre a diferença entre o valor de aquisição registrado no Imposto de Renda e o valor de mercado atual. Para empresas, aquelas que optarem por atualizar o valor dos imóveis em seu balanço patrimonial terão que pagar 6% de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e 4% de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Esse programa de reavaliação de imóveis com alíquotas reduzidas é uma das medidas adotadas para compensar a perda de receita provocada pela extensão da desoneração, explica o advogado especialista em direito tributário, Eduardo Ferreira.

Quem optar por aderir a essa regra deve considerar os possíveis impactos, já que pode ser desvantajoso para aqueles que decidirem vender o imóvel nos próximos 15 anos. “Isso ocorre porque a venda antes desse prazo pode resultar em dupla tributação, levando ao pagamento de mais imposto de renda, conforme a fórmula estipulada na nova lei”, diz.

Para avaliar se vale a pena, o proprietário precisa prever quando pretende vender o imóvel e qual é o valor de mercado na data da transação.

Publicidade

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • imóvel
  • imposto
  • Investimento
  • venda imóvel
Cotações
20/03/2026 20h49 (delay 15min)
Câmbio
20/03/2026 20h49 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Copom corta a Selic e reforça cautela — o que fazer com seus investimentos agora

  • 2

    Tesouro injeta R$ 42 bi em dois dias e faz maior intervenção em 13 anos

  • 3

    Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda com expectativa por decisão de juros do Copom

  • 5

    “Da Conta Delas”: os riscos de emprestar o cartão de crédito e a busca pela autonomia financeira feminina

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Qual é o prazo máximo para declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Qual é o prazo máximo para declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Perdeu o cartão do Bolsa Família? Saiba o que fazer
Logo E-Investidor
Perdeu o cartão do Bolsa Família? Saiba o que fazer
Imagem principal sobre o Auxílio-reclusão: 2 requisitos para receber o benefício
Logo E-Investidor
Auxílio-reclusão: 2 requisitos para receber o benefício
Imagem principal sobre o Bolsa Família: descumprimento das condicionalidades pode bloquear o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: descumprimento das condicionalidades pode bloquear o benefício?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: CPF com pendência pode bloquear o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: CPF com pendência pode bloquear o benefício?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (20)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (20)?
Imagem principal sobre o FGTS: documentos que aposentados devem apresentar ao solicitar o saque
Logo E-Investidor
FGTS: documentos que aposentados devem apresentar ao solicitar o saque
Imagem principal sobre o Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de adoção
Logo E-Investidor
Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de adoção
Últimas: Investimentos
Quanto rendem R$ 10 mil na renda fixa com a Selic a 14,75%? Veja as simulações
Investimentos
Quanto rendem R$ 10 mil na renda fixa com a Selic a 14,75%? Veja as simulações

Mesmo com o início do ciclo de cortes da taxa de juros, aplicações atreladas ao CDI podem transformar montante inicial em mais de R$ 18 mil em 5 anos

20/03/2026 | 11h07 | Por Isabela Ortiz
Tesouro Direto: guerra, Copom e maior intervenção em 13 anos mexem com as taxas; o que fazer agora?
Investimentos
Tesouro Direto: guerra, Copom e maior intervenção em 13 anos mexem com as taxas; o que fazer agora?

Com conflito no Irã e rumo ainda incerto da Selic, especialistas explicam como se posicionar nos títulos públicos

20/03/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha
IPCA + 8% e prefixados a 14%: taxas do Tesouro disparam apesar de corte da Selic e intervenção
Investimentos
IPCA + 8% e prefixados a 14%: taxas do Tesouro disparam apesar de corte da Selic e intervenção

Taxas voltaram a disparar com novo dia de aversão a risco e alta do petróleo no exterior; guerra no Oriente Médio fez curva do DI futuro abrir 90 pontos

19/03/2026 | 11h48 | Por Luíza Lanza
Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados
Investimentos
Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados

Número de recursos investidos em CDBs cresce em um ano, com alta rentabilidade do produto e ofertas em plataformas

19/03/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador