• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como ficam os ativos de renda fixa com a eleição de Lula?

Segundo especialistas, o fortalecimento do Estado como indutor de crescimento seguirá pressionando a Selic

Por Murilo Basso, especial para o E-Investidor

13/11/2022 | 17:58 Atualização: 12/11/2022 | 0:23

Lula volta à presidência a partir de janeiro de 2023. Foto: AP Photo/Eraldo Peres
Lula volta à presidência a partir de janeiro de 2023. Foto: AP Photo/Eraldo Peres

Pela primeira vez na história do Brasil, um presidente voltará ao poder para exercer um terceiro mandato. No dia 30 de outubro, Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito com 50,9% dos votos e, a partir de 1° de janeiro de 2023, será novamente chefe do Executivo federal. Na economia, os principais desafios do novo governo incluem a questão fiscal, a baixa produtividade e uma taxa de juros que, por mais que esteja começando a dar sinais de uma provável desaceleração, segue elevada, assim como a inflação.

Leia mais:
  • Bolsa tem espaço para novo tombo por causa das falas de Lula?
  • Como será a renda fixa no governo Lula?
  • Quais os desafios que Lula enfrentará no terceiro mandato
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Nesse contexto, o que esperar dos investimentos no País, em especial os de renda fixa, que são a preferência da maioria dos brasileiros? Destaque-se que no primeiro semestre de 2022, o volume investido por pessoas físicas no Brasil chegou a R$ 4,6 trilhões. Quanto à renda fixa, a participação passou de 57,5% em dezembro do ano passado para 61,3% no último mês de junho, equivalente a R$ 2,8 trilhões, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). A entidade também aponta que 81,7% do volume financeiro do investidor de varejo está alocado em renda fixa.

Especialistas consultados pelo E-Investidor afirmam que para uma projeção mais aprofundada, seria necessário que a equipe econômica que irá compor o governo já estivesse definida, bem como as políticas que serão adotadas. Apesar disso, é possível fazer alguns prognósticos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“O programa econômico e social do governo Lula dependerá da composição da equipe econômica. Se ela tiver um caráter mais reformista, ortodoxo, o cenário para os gastos públicos fica mais previsível. Já uma equipe com perfil mais heterodoxo talvez traga um pouco mais de incertezas e volatilidade, o que poderia exigir juros mais altos por mais tempo”, afirma Carolina Taira, gerente de portfólio da B.Side Investimentos.

[—#{“ESTADAO-CONTEUDO-INFOGRAFICO”:[{“ID”:”zORVR2″,”PROVIDER”:”UVA”}]}#—]

Caso a gestão adote medidas econômicas pró-mercado, os juros futuros tendem a cair e os ativos em renda fixa devem performar bem. Do contrário, as incertezas farão com que o mercado exija um prêmio maior. Assim, as taxas futuras devem subir e os ativos de renda fixa podem ter retornos abaixo do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) ou até mesmo negativos.

De modo geral, os especialistas entendem que o próximo movimento nos juros vá ser de queda. A grande questão é quando os cortes vão começar a acontecer e em qual magnitude.

Publicidade

“Já estamos no final de um ciclo de alta e a expectativa é de queda para 2023. Isso não deve se alterar muito, mas o fortalecimento do papel do Estado como indutor de crescimento deve deixar claramente as taxas de juros pressionadas para cima, a inflação um pouco maior e, consequentemente, os juros mais elevados”, afirma Rodrigo Knudsen, gestor de renda fixa da Empiricus Investimentos.

Segundo ele, isso não muda o fato de que haverá queda de juros no ano que vem. “Não sabemos a magnitude de tudo o que vai acontecer, mas o efeito prático é que a queda será mais devagar, menor ou vai começar mais tarde”, destaca.

A Selic, taxa básica de juros, vinha registrando ciclos de alta desde março de 2021, quando passou de 2% para 2,75% ao ano. Atualmente, está em 13,75% A projeção do mercado é que o primeiro corte ocorra em junho do ano que vem, passando para 13,5%  e encerrando 2023 a 11,25% ao ano.

Recomendações

Publicidade

Taira, da B.Side, diz que a recomendação hoje é de ativos prefixados com prazos curtos, de dois a três anos. Isso porque o risco político deve impactar os investimentos mais longos, especialmente nessa subclasse. Ativos atrelados à inflação, como títulos IPCA+, com prazos de três a seis anos, também são interessantes. Segundo a especialista, são ativos mais defensivos por garantirem, no cenário atual, retornos acima da inflação. Para prazos mais longos, recomenda-se ativos pós-fixados.

Como o próprio nome indica, os investimentos prefixados têm taxa de rentabilidade fixa – 10% ao ano, por exemplo – e o investidor sabe exatamente quanto terá de dinheiro no futuro, na data do vencimento, independentemente dos movimentos do mercado. Esse tipo de investimento é indicado quando a tendência é que os juros se mantenham em baixa ou possam vir a cair ainda mais.

Os pós-fixados, por sua vez, estão atrelados a algum índice econômico, como o já citado IPCA, a própria taxa Selic e o CDI, título comercializável somente entre bancos e calculado a partir dos empréstimos que as instituições financeiras fazem entre si para financiar seus processos.

“Nossa recomendação é que ativos com prazos muito longos sejam evitados, pelo menos até que a nova equipe econômica seja definida. Caso o investidor tenha pouco conhecimento, os pós-fixados são mais seguros e devem seguir estáveis independentemente das decisões de política econômica adotadas pela próxima gestão”, afirma a gerente de portfólio da B.Side Investimentos.

Publicidade

Rodrigo Knudsen, da Empiricus, cita as Notas do Tesouro Nacional da série B (NTN-B), título pós-fixado do Tesouro Direto que acompanha a variação da inflação (IPCA), somado a uma taxa prefixada, razão de ser chamado também de Tesouro IPCA+. O Tesouro Direto é considerado bastante seguro porque o investimento é realizado junto ao Governo Federal. Além disso, a aplicação é acessível, com aporte mínimo inferior a R$ 50, fácil de realizar e também de acompanhar.

“Nesse cenário específico, com Lula presidente, a indicação focaria em NTN-Bs. Eles estão com taxas bem atrativas, se conferirmos o prazo de 2030 a 2032, de oito a 10 anos de vencimento. Esses títulos estão pagando o IPCA + 5,8%, e 5,8% de juros reais são valores expressivos. O título IPCA+ é interessante porque lhe protege da inflação”, afirma Knudsen.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Brasil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Economia
  • Luiz Inácio Lula da Silva
  • Política monetária
Cotações
25/02/2026 18h56 (delay 15min)
Câmbio
25/02/2026 18h56 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde com tarifas de Trump no radar e impulso de Vale e Petrobras

  • 2

    Bitcoin hoje a US$ 65 mil testa investidores em meio à volatilidade: “Mercado não espera consenso para vender”, diz Fabrício Tota

  • 3

    Crise no BRB muda a percepção de risco e traz alerta para investidores; veja o que fazer

  • 4

    Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa

  • 5

    Como o negócio de “dívida infinita” do Master sobreviveu a duas liquidações de bancos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: o vale para recarga é cumulativo? Entenda
Logo E-Investidor
Gás do Povo: o vale para recarga é cumulativo? Entenda
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (25)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (25)?
Imagem principal sobre o INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (25)?
Logo E-Investidor
INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (25)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 6 situações que podem constar no CPF
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 6 situações que podem constar no CPF
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como verificar pendências no CPF?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como verificar pendências no CPF?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como consultar a situação cadastral do CPF?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como consultar a situação cadastral do CPF?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: como vincular conta para saque no aplicativo?
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: como vincular conta para saque no aplicativo?
Imagem principal sobre o INSS: aposentados devem ficar atentos aos novos pagamentos desta semana
Logo E-Investidor
INSS: aposentados devem ficar atentos aos novos pagamentos desta semana
Últimas: Investimentos
GPA no 4T25: analistas veem avanço em margens, mas alerta para queima de caixa e risco financeiro
Investimentos
GPA no 4T25: analistas veem avanço em margens, mas alerta para queima de caixa e risco financeiro

Para os especialistas, verdadeiro teste da companhia não está apenas nas vendas ou na margem bruta; confira a análise do balanço e impacto para as ações

25/02/2026 | 12h24 | Por Isabela Ortiz
ISA Energia: XP e Genial reforçam cautela mesmo com execução sólida no 4T25
Investimentos
ISA Energia: XP e Genial reforçam cautela mesmo com execução sólida no 4T25

Avanço operacional, controle de custos e investimentos recordes reforçam a tese defensiva; veja as recomendações e os preços-alvo

25/02/2026 | 10h14 | Por Isabela Ortiz
Como analisar investimentos de políticos para identificar oportunidades na bolsa
Investimentos
Como analisar investimentos de políticos para identificar oportunidades na bolsa

Fundos investem com base nas declarações obrigatórias dos congressistas americanos; no Brasil, "investimentos dos políticos são muito mais opacos"

25/02/2026 | 05h30 | Por Leo Guimarães
JP Morgan lança JEPI39 na B3 e traz ao Brasil o maior ETF ativo do mundo
Investimentos
JP Morgan lança JEPI39 na B3 e traz ao Brasil o maior ETF ativo do mundo

BDR do ETF ativo JEPI amplia acesso local a estratégia que combina ações americanas e geração de renda com derivativos

24/02/2026 | 09h36 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador