• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como ficam os investimentos no mercado imobiliário após a alta da Selic

Especialistas afirmam que não haverá grande impacto nos preços e na demandas de imóveis

Por Isaac de Oliveira

23/03/2021 | 3:00 Atualização: 22/03/2021 | 20:21

Foto: Rafael Arbex/Estadão
Foto: Rafael Arbex/Estadão

Depois de quase seis anos, a Selic voltou a subir. A taxa estava estacionada no piso histórico de 2% ao ano desde agosto de 2020, mas o Comitê de Política Monetária (Copom) quebrou o ciclo na última quarta-feira (17) e fez o ajuste para os atuais 2,75% a.a.

Leia mais:
  • O que é investimento a longo prazo para você?
  • Especialistas comentam alta da Selic para 2,75%
  • Os 13 fundos imobiliários mais rentáveis de fevereiro
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Com a mudança, surge a preocupação sobre um possível sinal de encarecimento para o bolso dos brasileiros – e isso não seria diferente para o mercado imobiliário. Seja para quem vai construir como para quem pretende comprar um imóvel, a Selic serve como referência dos juros para parte dos investimentos de renda fixa e para algumas operações de crédito, como o financiamento.

Em 2020, as vendas de imóveis novos no Brasil totalizaram 119.911 unidades, um salto de 26,1% em relação ao volume registrado em 2019. O número de lançamentos também cresceu no período, mas em ritmo menor, de 1,1%, com 113.191 imóveis novos lançados.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Quando a Selic estava em 14,5%, o CET (Custo Efetivo Total) era de 13%. Quando a Selic caiu para 2%, o CET ficou na faixa de 7%. Ou seja, ele caiu cerca de 6 pontos percentuais, enquanto a Selic caiu 12 p.p. no mesmo período”, diz Alberto Ajzental, coordenador do curso de Desenvolvimento de Negócios Imobiliários da FGV.

O valor mais elevado do CET se deve ao fato de que esse instrumento considera todos os custos envolvidos no um crédito imobiliário, por exemplo, a tributação de impostos como o IOF. O aumento da Selic, portanto, não deve provocar grande queda de demanda, uma vez que o mercado imobiliário não explodiu nos últimos anos de queda da Selic.

“A taxa saiu de 14,25% em setembro de 2016, para 14% em outubro daquele ano e 2% em setembro de 2020. Nesse período, o mercado andou de lado em 2016, 2017 e 2018. Só começou a deslanchar em julho de 2019, quando se aprovou a Reforma da Previdência. Ou seja, com uma queda de 12,25 p.p., o mercado não bombou, não teve bolha, não aconteceu nada”, lembra Ajzental.

Na avaliação do professor Roy Martelanc, coordenador do MBA Banking da Fundação Instituto de Administração (FIA), o investidor pode ver um impacto de curto prazo, sobretudo para ativos que têm negociação com maior oscilação de preços, como Fundos Imobiliários (FIIs).

Publicidade

Mas a tendência é que os impactos não sejam tão significativos, uma vez que o mercado imobiliário é ditado por juros de longo prazo, já elevados. Além disso, o professor da FIA observa que os fatores que levaram o Copom a aumentar a Selic não afetam os ativos imobiliários diretamente.

“A inflação e a instabilidade econômica não atingem seriamente o setor, derrubando preço ou demanda por imóvel. É o contrário. Imóvel é defesa contra essas duas coisas”, diz Martelanc.

A alta recente da Selic está relacionado à disparada dos preços, principalmente de alimentos, combustíveis e dólar, além do cenário político conturbado e a economia enfraquecida.

Impacto nos investimentos

Investir em ativos imobiliários costuma ser um movimento planejado para o longo prazo, seja por meio da aquisição direta de imóveis ou de ações e FIIs. Portanto, especialistas avaliam que, por se tratar do juros de curtíssimo prazo, a Selic não deverá provocar muitas mudanças significativas para os investimentos, caso siga próxima da meta de 4,5% ao final deste ano, conforme projeção do Copom.

“No mercado residencial, quem comprou imóveis no ano passado olhando só o curto prazo vai ficar com menos apetite agora”, diz Alexandre Rodrigues, coordenador de investimentos imobiliários e sócio da Rio Bravo. “Mas quando compramos um ativo imobiliário, acreditamos na sua capacidade de gerar renda sustentável de longo prazo.”

Publicidade

Para Rodrigues, é normal haver volatilidade no curto prazo, uma vez que o segmento o é formado por investidores com horizontes de investimentos diferentes, operando ao mesmo temopo. Mas essa oscilação de preços não deve afetar de todo modo os preços dos ativos. A expectativa para os FIIs, por exemplo, permanece otimista.

“Os investidores de curto prazo podem retirar os seus recursos para colocarem no CDI. É uma possibilidade. Se isso acontecer, pode gerar alguma volatilidade, que é completamente normal. Isso não nos preocupa porque estamos olhando a capacidade desses fundos e imóveis de gerar renda no longo prazo. Vamos continuar olhando oportunidades de aquisição e de venda dentro desses parâmetros”, frisa Rodrigues.

Ricardo França, analista de research da Ágora investimentos, reforça que o ajuste da Selic não deve gerar grande impacto para o mercado imobiliário, caso não haja a pressão de outros fatores macroeconômicos. A permanência da disparada da inflação, por exemplo, poderia levar o Copom a subir os juros mais do que o previsto.

“Esse pode ser um aspecto ruim para o mercado imobiliário. Mas, por enquanto, não parece ser o cenário base. O próprio Copom sinalizou que vê a pressão inflacionária sendo algo temporário, e que deve haver alguma desaceleração dos preços mais à frente”, diz França.

Publicidade

Do ponto de visto de ativos negociados em bolsa, como ações de empresas da construção civil ou até os FIIs, o analista da Ágora destaca que alguns ajustes de preços poderão ser feitos, mas nada que comprometa a visão de crescimento do mercado imobiliário.

“Mesmo durante a pandemia, vimos as construtoras com resultados expressivos. Os fundamentos do setor continuam muito sólidos e a demanda como um braço muito consistente, o que pode indicar um ciclo ainda positivo para a construção civil”, diz Franla. “Precisamos continuar monitorando até onde vai a Selic, porque isso pode trazer algum tipo de impacto em termos de demanda por crédito imobiliário.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Ágora Investimentos | E-Investidor
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fundos imobiliários
  • Imóveis
  • Taxa Selic
Cotações
16/05/2026 15h12 (delay 15min)
Câmbio
16/05/2026 15h12 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Governo avança na regulamentação da reforma tributária; veja as novidades

  • 2

    Ibovespa hoje sobe após estresse político com Flávio Bolsonaro

  • 3

    Santander passa a financiar até 90% do valor do imóvel

  • 4

    Juros altos e volatilidade política exigem cautela; CEOs apontam como proteger os investimentos

  • 5

    Regulação aperta e blockchain busca espaço no sistema financeiro tradicional: o que vem por aí?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos que investem no exterior devem declarar; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos que investem no exterior devem declarar; entenda como funciona
Imagem principal sobre o Mega-Sena 30 anos: o prêmio do sorteio comemorativo pode acumular igual à extração regular?
Logo E-Investidor
Mega-Sena 30 anos: o prêmio do sorteio comemorativo pode acumular igual à extração regular?
Imagem principal sobre o 2º lote da restituição do IR 2026: veja a data exata do pagamento
Logo E-Investidor
2º lote da restituição do IR 2026: veja a data exata do pagamento
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: muitos idosos não sabem desta regra sobre a declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: muitos idosos não sabem desta regra sobre a declaração
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos estão livres da declaração? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos estão livres da declaração? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: esta é a multa que você pode pagar, caso atrase a declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: esta é a multa que você pode pagar, caso atrase a declaração
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: veja em quantas vezes é possível parcelar o contrato
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: veja em quantas vezes é possível parcelar o contrato
Imagem principal sobre o Desenrola Brasil 2.0: o que se sabe sobre o programa para ajudar pessoas endividadas
Logo E-Investidor
Desenrola Brasil 2.0: o que se sabe sobre o programa para ajudar pessoas endividadas
Últimas: Investimentos
Mercado preditivo trava no Brasil após veto do CMN e reacende debate sobre seu funcionamento
Investimentos
Mercado preditivo trava no Brasil após veto do CMN e reacende debate sobre seu funcionamento

Após a proibição, regulador e executivos divergem sobre classificação das operações e alertam para impacto em um mercado ainda nascente

15/05/2026 | 21h36 | Por Beatriz Rocha
Tokenização sai do discurso e ganha força em teste com debêntures e fundos no Brasil
Investimentos
Tokenização sai do discurso e ganha força em teste com debêntures e fundos no Brasil

Projeto da Anbima, que reúne mais de 50 instituições e simula ciclo completo dos ativos em ambiente controlado, foi tema no São Paulo Innovation Week (SPIW)

15/05/2026 | 19h26 | Por Beatriz Rocha
Juros altos e volatilidade política exigem cautela; CEOs apontam como proteger os investimentos
Investimentos
Juros altos e volatilidade política exigem cautela; CEOs apontam como proteger os investimentos

Durante o São Paulo Innovation Week, executivas defenderam a diversificação, exposição internacional e orientação profissional

14/05/2026 | 12h55 | Por Isabela Ortiz
Saíram na hora errada? Maioria dos fundos que bateram o Ibovespa perdeu investidores em 12 meses
Investimentos
Saíram na hora errada? Maioria dos fundos que bateram o Ibovespa perdeu investidores em 12 meses

Juros altos, traumas recentes e busca por segurança levaram investidores a abandonar fundos de ações mesmo após a recuperação da Bolsa

12/05/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador