De fato, o desempenho dos índices superou todas as projeções e os brasileiros voltaram a encarar uma taxa de juros básica da economia perto dos dois dígitos.
Vamos voltar um pouco no tempo. Em agosto de 2020, quando a Selic entrou no piso histórico de 2%, o mercado financeiro abriu as portas para os novos investidores que viram os seus rendimentos derreterem.
Foi ali que todos perceberam a necessidade de preparar uma reserva de emergência e ter mais exposição em ativos de risco. Já em 2021, com o portfólio balanceado, o desafio foi aguentar a volatilidade e a escalada da inflação.
A realidade é que o País deve conviver com uma taxa de juros elevada por mais tempo a partir de agora, o que leva os investidores para uma necessidade de reavaliar novamente a carteira em 2022. Isso não significa que a renda fixa ditará as regras do jogo no próximo ano, mas se tem uma lição que os maiores gestores do mundo já nos deixaram é sobre a importância da diversificação. Momentos de instabilidade pedem uma carteira balanceada.
A equipe do Estadão Investidor ouviu uma série de especialistas para este especial de reportagens que reúne as melhores indicações de investimentos para 2022 com base em projeções econômicas e nas lições que aprendemos em 2021. Boa leitura! Baixe agora gratuitamente: Onde Investir em 2022!