• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

As projeções da EQI para 2026: IBOV a 174 mil pontos e um risco que pode minar o otimismo

Depois de um 2025 dominado pelo macro e pelo exterior, a expectativa é que o próximo ano seja pautado pelo cenário doméstico; nos investimentos, as boas teses micro vão prevalecer

Por Luíza Lanza

12/11/2025 | 15:40 Atualização: 12/11/2025 | 15:40

Para corretora, cenário é majoritariamente positivo para a Bolsa. O risco está nas eleições. (Foto:
Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Para corretora, cenário é majoritariamente positivo para a Bolsa. O risco está nas eleições. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O ano de 2025 caminha para se encerrar muito distante de como começou no mercado de investimentos, com o Ibovespa na máxima histórica e o dólar no menor valor em 17 meses. O desafio agora é traçar as projeções para 2026 em meio a esse novo momento, tentando destrinchar o que é ruído, o que pode ser otimismo exagerado e o que é fundamento; e tendo em vista a agenda cheia que o próximo ano promete.

Leia mais:
  • Ibovespa antecipa rali de fim de ano e embala projeções até eleições 2026; entenda os gatilhos que ameaçam novos recordes
  • O que esperar dos juros americanos em 2026 e como isso pressiona o câmbio nos países emergentes
  • Após sequência de recordes, Verde reduz alocação em bolsa brasileira e zera posição em real
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A EQI Research se antecipou nessa tarefa e divulgou nesta terça-feira (12) o seu relatório temático sobre onde investir em 2026.

Para os especialistas da corretora, é preciso começar 2026 entendendo que o bom 2025 se deve mais a um vento externo favorável, somado a um mercado doméstico deprimido, do que a qualquer “milagre doméstico”. Lá fora, o ciclo de corte de juros nos Estados Unidos e os questionamentos em relação à dominância do dólar e ao valuation elevado das ações de tecnologia fizeram investidores globais buscarem novos mercados. E o Brasil foi beneficiado.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Com dados de inflação convergindo em direção à meta, a expectativa agora é que o Banco Central brasileiro também possa reduzir a taxa Selic dos atuais 15% ao ano no começo de 2026. É um pano de fundo construtivo, mas que, com a volatilidade do ano eleitoral, não deve permitir que investidores aumentem o risco estrutural da carteira.

“O driver passa a ser mais micro do que macro. Fizemos a migração para risco ao longo de 2025. Para 2026, o trabalho é maturar posições e capturar assimetrias específicas”, escreveram Carol Borges, João Neves, Nícolas Merola e João Zanott.

Na prática, isso significa maior seleção setorial e de cases específicos em ações, enquanto a seleção de qualidade, duration e governança vai ditar a alocação em fundos imobiliários (FIIs).

“É um momento de maturação, monitoramento e refinamento dos ativos escolhidos, e não de grandes migrações. Para quem está começando agora, trata-se de uma boa porta de entrada em um ponto ainda favorável do ciclo de longo prazo”, diz o relatório.

A alocação macro recomendada varia de acordo com o perfil do investidor:

  • Para os conservadores: 85% em renda fixa, sendo 57% em pós-fixados, 19% em IPCA+ e 9% em prefixados; 15% no exterior;
  • Para os moderados: 60% renda fixa, sendo 22% pós, 17% IPCA+ e 11% pré; 15% exterior, 15% FIIs e 10% ações;
  • Para os arrojados: 45% renda fixa, sendo 19% pós, 16% IPCA+ e 105 pré; 15% no exterior, 20% FIIs e 20% ações.

IBOV a 174 mil pontos

Quando o assunto é Bolsa, a EQI mantém o otimismo apesar das máximas recentes e da volatilidade que as eleições presidenciais de 2026 devem trazer à mesa. Será um ano para observar os fatores domésticos voltarem a fazer preço, depois de um 2025 em que o exterior ditou o tom.

Mas há uma série de fatores que podem sustentar a continuidade da boa performance das ações brasileiras. O preço segue atraente, apesar da máxima do IBOV e o início do ciclo de corte de juros no Brasil deve favorecer as ações. O cenário mais positivo também tende a atrair de volta investidores locais que ainda não voltaram para a Bolsa, como a pessoa física e os institucionais – apesar dos recordes em sequência do Ibovespa, os fundos de ações, por exemplo, continuam a receber resgates.

Publicidade

“O mercado acionário brasileiro tem potencial de valorização superior ao retorno esperado da renda fixa, especialmente para o investidor que adotar uma abordagem seletiva, diversificada e de longo prazo. O risco de queda é limitado, uma vez que a bolsa segue negociando em níveis atrativos de valuation e representa um ativo real, capaz de oferecer proteção em um eventual cenário de pressão inflacionária”, diz o relatório.

A projeção da EQI Research é que o Ibovespa chegue aos 174 mil pontos ao final de 2026, uma valorização potencial perto de 20% frente aos patamares atuais.

O risco local de volta ao radar

Essa é a parte positiva da história. O risco, no entanto, está justamente na volta das pautas domésticas ao radar de investidores, que devem ganhar mais peso a medida que as eleições de outubro se aproximem.

No documento, os analistas da EQI destacam que o processo político deve afetar a oscilação dos papéis na Bolsa. Atualmente, a volatilidade está nas mínimas de 10 anos. O risco é que isso afaste aqueles investidores que ainda não voltaram para a renda variável, especialmente em um contexto que ainda deve ser de juros de dois dígitos.

A medida que o processo eleitoral tenha mais visibilidade, com candidatos e pautas econômicas definidas, o mercado deve reagir (e cobrar) principalmente às propostas de enfretamento do dilema fiscal. No fim de 2024, foi a interpretação de que o atual governo federal não tinha intenção de reduzir os gastos públicos e, assim, controlar o crescimento da dívida que levou os ativos de risco ao auge do estresse – um pessimismo ilustrado sobretudo no câmbio, com o dólar chegando a históricos R$ 6,26.

Publicidade

Esse é o grande risco que poderia minar a alta do IBOV e as projeções otimistas. “Caso o presidente eleito não consiga endereçar adequadamente essas questões, entendemos que as expectativas deverão ser revistas, tornando o cenário consideravelmente mais adverso — com revisões negativas nas projeções de lucro das empresas, aumento do custo de capital e das taxas de juros de longo prazo, além de possíveis efeitos depreciativos sobre a moeda”, diz a EQI.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Conteúdo E-Investidor
  • Eleições
  • Ibovespa
Cotações
05/04/2026 1h48 (delay 15min)
Câmbio
05/04/2026 1h48 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    A Páscoa ficou mais cara? Chocolate e bacalhau explicam por que a conta pesa no bolso

  • 2

    Carteiras recomendadas: com R$ 53 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril

  • 3

    Imposto de Renda 2026: o que pode ser deduzido na declaração e como pagar menos imposto dentro da lei

  • 4

    O IPO da SpaceX é ótimo, mas não vai gerar um retorno de 100 vezes o investimento

  • 5

    Combustível de aviação dispara e deve encarecer passagens aéreas em até 20%

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: até quando o prêmio de R$ 40 milhões pode ser pago?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: até quando o prêmio de R$ 40 milhões pode ser pago?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: relembre quantas apostas ganharam no ano passado
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: relembre quantas apostas ganharam no ano passado
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: valor do prêmio aumenta; veja quanto
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: valor do prêmio aumenta; veja quanto
Imagem principal sobre o Onde solicitar o seguro-desemprego?
Logo E-Investidor
Onde solicitar o seguro-desemprego?
Imagem principal sobre o Bolsa Família bloqueado: quanto tempo a família tem para resolver o problema?
Logo E-Investidor
Bolsa Família bloqueado: quanto tempo a família tem para resolver o problema?
Últimas: Investimentos
Investidores estrangeiros aportam R$ 53,37 bilhões na B3 até março, o melhor volume desde 2022
Investimentos
Investidores estrangeiros aportam R$ 53,37 bilhões na B3 até março, o melhor volume desde 2022

As entradas de capital internacional estão relacionadas ao nível de preço mais convidativos das ações nacionais em relação ao exterior

02/04/2026 | 15h24 | Por Ana Paula Machado, Maria Regina Silva e Caroline Aragaki
Carteiras recomendadas: com R$ 53 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril
Investimentos
Carteiras recomendadas: com R$ 53 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril

Mesmo com volatilidade global, entrada de capital externo impõe viés construtivo e orienta ajustes pontuais nos portfólios

02/04/2026 | 12h21 | Por Isabela Ortiz
Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que Bolsas globais durante a guerra
Investimentos
Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que Bolsas globais durante a guerra

Guerra no Oriente Médio leva mercados globais a mês negativo, mas analistas dizem ver fundamentos que sustentam melhor trimestre em anos da B3

02/04/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza
Guerra leva Bolsas de Nova York às mínimas do ano e reabre janela para investir lá fora
Investimentos
Guerra leva Bolsas de Nova York às mínimas do ano e reabre janela para investir lá fora

S&P 500 cede 5% em março, pior desempenho mensal em 12 meses; preços voltara aos níveis do Liberation Day, mas com menos alarde no mercado

02/04/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador