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Investimentos

Mercado em alerta com decisão de juros no Brasil e EUA hoje; veja como investir

Mercado discute possível alta da Selic e tom conservador do Fed, enquanto investidores buscam proteção no câmbio e na renda fixa

Por Murilo Melo

18/06/2025 | 3:00 Atualização: 17/06/2025 | 12:29

Reunião do Copom, em janeiro de 2025, sob comando do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo (Foto: Divulgação)
Reunião do Copom, em janeiro de 2025, sob comando do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo (Foto: Divulgação)

Acontece hoje a chamada Super Quarta, com os mercados acompanhando de perto as decisões das taxas de juros no Brasil e nos Estados Unidos.

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Por aqui, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, realiza sua primeira reunião após o governo apresentar uma Medida Provisória que propõe a taxação de investimentos antes isentos. Veja os detalhes nesta reportagem. A medida deve começar a valer em 2026, mas provocou forte reação no mercado, especialmente por ocorrer em meio à piora do quadro fiscal e a ruídos sobre a autonomia da autoridade monetária.

O aumento da percepção de risco país reacendeu apostas de que o Copom eleve a Selic, atualmente em 14,75% ao ano, em 0,25 ponto percentual. Embora a maior parte dos analistas ainda espere a manutenção dos juros, essa possibilidade passou a ser considerada com mais força nos últimos dias. Dados da B3 mostram que o mercado precifica 42% de chance de manutenção, 56,60% de probabilidade de alta de 0,25 ponto e 1,40% de chance de alta de 0,50 ponto.

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Analistas explicam que, em termos técnicos, a Selic já se encontra em patamar suficiente para garantir a convergência da inflação para a meta. O problema, segundo eles, não está nos índices correntes, mas nas expectativas futuras, diretamente contaminadas pela percepção de descontrole fiscal e risco de interferência política no BC.

A proposta de taxação dos ativos, somada às novas regras para plataformas de apostas, também gerou desconforto nos mercados, com impactos diretos sobre o planejamento de portfólios e a precificação de ativos.

Segundo Eduardo Amorim, especialista de investimentos da Manchester, mesmo com vigência a partir de 2026, o mercado já ajusta suas estratégias: investidores antecipam compras de ativos ainda isentos, o que tende a provocar um fechamento residual das taxas nos papéis existentes.

Por outro lado, as próximas emissões devem oferecer retornos maiores para compensar a nova carga tributária e manter a atratividade. “Apesar da inflação ter vindo abaixo do esperado no último mês, a forma como a proposta foi apresentada elevou a percepção de risco regulatório e fiscal, pressionando a curva de juros, o câmbio e os ativos domésticos”, diz.

Exterior no radar

O ambiente externo adiciona outro ingrediente de pressão. O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, também anuncia sua decisão nesta quarta-feira (18). A expectativa do mercado é de manutenção dos juros, que estão entre 5,25% e 5,50% ao ano, com um discurso firme no combate à inflação.

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Um tom mais conservador no comunicado do Fed, segundo analistas, deve reforçar a tendência de juros elevados por mais tempo no cenário global, o que pressiona o dólar e limita qualquer espaço para flexibilização monetária no Brasil.

Isso ocorre, explica Carlos Honorato, professor da FIA Business School, porque uma política monetária restritiva nos Estados Unidos amplia o diferencial de juros entre as economias e, consequentemente, afeta o câmbio. Se o real continuar pressionado e os fluxos de capital forem prejudicados, o Banco Central brasileiro, diz ele, pode ser obrigado não só a postergar cortes, como também avaliar a necessidade de elevação dos juros.

Honorato destaca ainda que a pressão sobre o Banco Central dos Estados Unidos aumentou muito, especialmente por influência do presidente Donald Trump, que defende uma política monetária mais frouxa para estimular investimentos e o crescimento econômico no país. “O problema é que o próprio Trump gera incertezas, principalmente com sua postura agressiva em relação às tarifas e às disputas geopolíticas. Isso eleva a tensão sobre as decisões do Fed, que, apesar de ser uma autoridade independente, acaba sendo pressionado pelo ambiente político”, pontua.

O dólar abriu a semana em queda firme no mercado local, abaixo de R$ 5,50, alinhado à onda de enfraquecimento da moeda americana no exterior. A perspectiva de que o confronto entre Israel e Irã pode não se estender e ficar circunscrito entre os dois países, sem envolvimento direto dos EUA, diminuiu a aversão ao risco no exterior, abrindo espaço para recuperação de mercados acionários e divisas emergentes. Mas Copom e Fed devem adicionar grau maior de incerteza ao cenário global nos comunicados do BC, em meio à alta do petróleo e possíveis impactos na economia.

Como os investidores devem se posicionar

Com uma combinação de quadro fiscal doméstico deteriorado, câmbio volátil e juros globais elevados criando um ambiente particularmente difícil para o Copom, analistas recomendam uma abordagem cautelosa e estratégica, com foco na proteção do capital.

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A orientação de Leandro Ormond, analista da Aware Investments, é ter cautela. “Para o investidor conservador, manter posições defensivas em ativos pós-fixados de alta qualidade [com baixo risco de crédito, ou seja, alta capacidade de honrar seus compromissos], com vencimento mais curto, pode ser prudente. Já o investidor com maior apetite ao risco pode aproveitar distorções pontuais, sobretudo em renda variável de empresas com balanços sólidos”, explica.

Portanto, a recomendação é evitar movimentos agressivos e priorizar alocações bem distribuídas, especialmente em ativos de renda fixa de qualidade. Títulos indexados à inflação (IPCA+) seguem como instrumentos relevantes para proteger o patrimônio contra possíveis pressões inflacionárias, enquanto os pós-fixados ganham espaço pela capacidade de capturar os efeitos dos juros elevados, oferecendo liquidez e flexibilidade.

Na parcela internacional, Amorim, da Manchester, diz que a dolarização da carteira continua sendo uma peça-chave, tanto como proteção cambial quanto como acesso a economias mais estáveis, além de ampliar a diversificação dos portfólios.

Já na renda variável, a recomendação do especialista em investimentos é ajustar a exposição de acordo com o perfil de risco de cada investidor, priorizando empresas com fundamentos potentes, boa geração de caixa e menor sensibilidade a choques macroeconômicos.

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