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Investimentos

Rendimento de 6% no Tesouro: é melhor investir no curto ou longo prazo?

Rentabilidade ou liquidez? Nem sempre o Tesouro IPCA + acima de 6% é a melhor opção. Tesouro Selic tem vantagens de curto prazo

Por Leo Guimarães

18/04/2024 | 10:20 Atualização: 18/04/2024 | 10:20

Projeções de inflação perto dos 4% com Selic aos 10%, Tesouro Selic também paga 6% de juros reais (Foto: Envato Elements)
Projeções de inflação perto dos 4% com Selic aos 10%, Tesouro Selic também paga 6% de juros reais (Foto: Envato Elements)

As taxas do Tesouro IPCA + vêm batendo máximas nos últimos dias, entregando retornos reais, descontada a inflação, de mais de 6%. A demanda foi tão grande que o Tesouro Nacional suspendeu temporariamente as negociações dos títulos públicos prefixados e IPCA+ (indexado à inflação) na quarta-feira (17). Geralmente, há essa interrupção quando a volatilidade das taxas de juros está muito alta.

Leia mais:
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O que muita gente esquece é que os títulos Tesouro Selic também estão pagando juros reais na casa dos 6% com uma vantagem a mais: liquidez diária. É um título que pode ser transformado em dinheiro rapidamente e sem perdas de seu valor, contra o outro que sofre volatilidade de curto prazo.

“Neste caso eu prefiro estar mais curtoprazista”, diz Tulio Cavalcanti, diretor de Consultoria da Apen Capital. Ele argumenta que o cenário atual está muito incerto, inclusive no curto prazo. “Temos muitas incógnitas em relação aos Estados Unidos, ao fiscal Brasileiro e ainda ao cenário de guerra do Oriente Médio. Ninguém sabe o que pode acontecer daqui a seis meses”, comenta.

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Na segunda-feira (15), o Ministério da Fazenda enviou ao Congresso a proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), adiando a estimativa de superávit das contas públicas para 2026.

Fazendo as contas, explica Cavalcanti, não faz muito sentido se prender ao Tesouro IPCA por um longo prazo. Com as projeções de inflação perto dos 4% com uma taxa Selic terminal subindo para o patamar de 10%, um Tesouro Selic pode continuar a entregar 6% de juros reais, como já acontece hoje na média. “Esse é um juro real de curto prazo sem tomar risco, não precisa fazer nada.”

Por outro lado, Cauê Mançanares, CEO da Investo, observa que nos últimos anos, uma taxa de IPCA+6% bateu o CDI em quase todas as janelas. “Porém, é importante ressaltar que estamos falando de um investimento de longo prazo e, portanto, não se deve alocar um capital que o investidor pode precisar no curto prazo”, adverte.

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O clima geopolítico instável e os Estados Unidos em volta com os juros altos também cria um ambiente de maiores incertezas. Há discussões sobre a precificação da Bolsa americana.

Por isso, também é bom estar preparado, com dinheiro em caixa, para entrar em oportunidades de queda nas bolsas. "Ter de 10% a 20% do patrimônio em caixa é interessante, podendo diversificar também com um CDI de 120% (CDBs de emissão bancária que pagam 120% do CDI). É excelente."

Títulos longos têm maior sensibilidade

Rodrigo Caetano, analista da Toro Investimentos, afirma que, neste momento, as apostas nas NTN-Bs (Tesouro Selic +) fazem muito sentido, tanto para levar até o vencimento como para se desfazer do título esperando a sua valorização de mercado, no caso de queda dos juros. "Com as taxas reais acima dos 6% é um bom momento de entrada nos papeis, seja para carrego ou mesmo para o trade", comenta.

Ele lembra que os títulos de longo prazo têm “duration” elevada (maior sensibilidade à variação das taxas de juros). "Uma eventual contração dos juros futuros no mercado e consequentemente uma precificação dos yields, pode fazer com que o cliente obtenha um excelente retorno por meio da marcação a mercado."

Composição de carteira

Mançanares lembra que as taxas dos títulos longos, apesar de altas, podem subir ainda mais, dependendo de fatores como instabilidade política brasileira e externa (como os conflitos no Oriente Médio) e fiscal (como a definição da nova meta fiscal).

Para ele as LFTs (Tesouro Selic) seguem como uma boa opção para a composição da reserva de emergência, função que não é recomendada usar NTN-B. "Podemos sim ter uma carteira composta pelos dois ativos", comenta Caetano.

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Em relação à composição de carteira, a Apen Capital, consultoria financeira instalada no Recife, costuma recomendar para seus clientes uma carteira de renda fixa com 20% de caixa em Tesouro Selic, 40% em título privado pós-fixado (CDBs) e 40% atrelado ao IPCA.

No caso dos títulos de inflação, Cavalcanti, da Apen, também prefere se posicionar de forma mais conservadora, com vencimentos de médio prazo, afinal, prudência não faz mal a ninguém. "A trajetória da dívida/PIB do Brasil é inconsistente, ninguém consegue modelar o que vai acontecer. É um risco demasiado ficar preso num papel por muito tempo", diz.

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