• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Produto pouco recomendado rende 7,18% acima da inflação e pode reforçar aposentadoria

Tesouro Renda+, criado em 2023, tem custo baixo e garante renda mensal ao investidor por 20 anos

Por Beatriz Rocha

24/09/2025 | 14:24 Atualização: 24/09/2025 | 14:24

Tesouro Renda+ pode ser boa opção para o planejamento da aposentadoria. Foto: Adobe Stock
Tesouro Renda+ pode ser boa opção para o planejamento da aposentadoria. Foto: Adobe Stock

Um título público criado recentemente, ainda pouco recomendado no mercado, pode ser uma boa opção para o planejamento da aposentadoria. O Tesouro Renda+, disponível no rol de produtos do Tesouro Direto, vem pagando IPCA + 7,18%, uma taxa considerada bastante atrativa por especialistas.

Leia mais:
  • Tesouro Renda+ 2065 ou Bolsa. Qual investimento ganha mais com juros em 15%?
  • Tesouro RendA+ ou previdência: o que é melhor para aposentadoria?
  • Tesouro RendA+: quanto vou ganhar se investir até R$ 1 mil por mês?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Para quem está começando agora no mundo dos investimentos, a taxa IPCA + 7,18% é composta por duas partes: a primeira, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial de inflação do país, que garante que o investidor não perca poder de compra; a segunda são os 7,18% adicionais, juros “extras” pagos pelo título além da inflação, representando o ganho real do investimento.

Criado em 2023, o Renda+ tem duas fases. Na primeira, o investidor faz os seus aportes no título. Na segunda, ele começa a receber de volta o montante aplicado ao longo dos anos, acrescido dos juros e corrigido pela inflação. Todo o valor é pago ao longo de 20 anos, em 240 parcelas mensais.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Se o investidor optar pelo Tesouro Renda+ com vencimento em 2030, por exemplo, ele começará a receber as parcelas a partir de 15 de janeiro de 2030 até 15 de dezembro de 2049.

Título ainda é pouco recomendado no mercado

Especialistas ouvidos pelo E-Investidor afirmam que o Tesouro Renda+ ainda tem potencial para ganhar maior espaço no mercado, impulsionado pelo crescimento do modelo de consultoria. Nesse formato, como a remuneração dos profissionais não depende de comissões sobre os produtos, a gestão das carteiras tende a ser mais independente e alinhada aos interesses do cliente.

Produtos baratos, que não envolvem taxas de administração, devem ter maior aderência com o avanço das consultorias. “Faz sentido pagar mais por um produto que custa caro só se ele realmente valer a pena: se entregar resultados, tiver um estudo por trás e fizer sentido para você. Caso contrário, o melhor é optar por um produto mais barato”, diz Tiago Ranalli, sócio da CX3 Investimentos.

Por ser recente, o título tende a ganhar popularidade conforme mais investidores o conheçam. Em julho, último dado disponível, registrou R$ 724,8 milhões em vendas — bem abaixo dos R$ 3,8 bilhões do líder Tesouro Selic.

Jurandir Sell, consultor da Warren Investimentos, também vê a necessidade de o Tesouro Direto realizar mais divulgações sobre o produto. “Infelizmente, a comunicação do Tesouro ainda é frágil. Não explica com clareza o funcionamento do Renda+, e as campanhas, a meu ver, continuam excessivamente simplistas”, diz.

  • Leia mais: “Nazaré Confusa”: B3 e Tesouro usam meme com Renata Sorrah para popularizar investimento

Segundo ele, seria interessante que o programa trouxesse mais explicações sobre o funcionamento do título, que apresenta maior complexidade do que o Tesouro Selic ou o Tesouro IPCA+, por envolver o pagamento da remuneração em parcelas mensais.

Publicidade

Como mostramos aqui, o Tesouro tem buscado dialogar mais com o investidor iniciante. Neste mês, o programa estreou oficialmente um site reformulado, que traz páginas com informações detalhadas sobre cada um de seus títulos. Mas a nova versão também tem gerado críticas entre antigos usuários.

As vantagens do Renda+

O título tem baixo custo: não exige o pagamento da taxa de carregamento nem da taxa de administração. A primeira, apesar de estar caindo em desuso, consiste num percentual cobrado sobre movimentações realizadas em planos de previdência privada, quando o investidor faz um aporte ou resgate, por exemplo.

Já a taxa de administração é cobrada por diversos fundos de investimento, como forma de remunerar a instituição responsável pela gestão, administração e estruturação do produto.

No caso do Renda+, há a taxa de custódia. Ela é isenta para quem mantiver os títulos até o vencimento. O pagamento só acontece em duas situações: quando os títulos são vendidos antes do prazo ou, no momento da conversão em renda, se o valor das parcelas mensais superar seis salários mínimos. Nesse caso, incide uma taxa de 0,1% ao ano apenas sobre o que exceder esse limite.

Caso o investidor decida resgatar a aplicação antes da data de vencimento, a taxa de custódia sobre o valor escolhido será regressiva:

  • Resgate de 0 a 10 anos: 0,5% ao ano;
  • Resgate de 10 a 20 anos: 0,2% ao ano;
  • Acima de 20 anos: 0,10% ao ano;
  • Somente na data de vencimento: 0%.

Ranalli, da CX3, comenta que agora é um momento muito favorável para investir no Renda+, já que as taxas de rentabilidade estão em níveis historicamente altos, acima do patamar de 7%. “O investidor que começar a fazer aportes hoje terá um retorno muito positivo no futuro”, diz.

Publicidade

Ao E-Investidor, a Warren Investimentos montou uma simulação de quanto seria necessário investir para ter um renda de R$ 10 mil por 20 anos com o Renda+. O levantamento considera todos os vencimentos disponíveis: 2030, 2035, 2040, 2045, 2050, 2055, 2060 e 2065:

Enquanto o título apresenta uma rentabilidade historicamente alta, os fundos de previdência privada, em termos de desempenho, têm deixado a desejar, como mostramos nesta reportagem. Pelo menos 3,6 mil fundos (84% do total) renderam menos de 7% no primeiro semestre de 2025, quando o Certificado de Depósito Interbancário (CDI) do período foi de 6,4%.

Os riscos que você deve prestar atenção

Embora seja um produto de baixo custo, o Renda+ não está livre de riscos. O primeiro ponto é a liquidez: embora o título possa ser vendido antes do vencimento, o resgate antecipado está sujeito à marcação a mercado e pode gerar perdas. Quanto maior a sua data de vencimento, maiores tendem a ser as oscilações das taxas.

“O investimento tem prazo muito longo, o que exige disciplina e disposição para manter os recursos aplicados por décadas”, afirma Rafaela de Sá, planejadora financeira CFP pela Planejar.

De acordo com a especialista, o Renda+ funciona bem para quem consegue fazer aportes regulares e não pretende usar o dinheiro investido no curto prazo. Por outro lado, não é o produto ideal para o investidor que necessita de flexibilidade total ou que pode precisar dos recursos de forma inesperada.

Renda+ ou previdência privada?

Na previdência privada, fundos do tipo Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) oferecem vantagens tributárias, permitindo o abatimento de até 12% da renda bruta tributável no Imposto de Renda (IR) — benefício que não existe no Renda+.

Também há uma questão sucessória: fundos PGBL ou Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) não costumam entrar em inventário quando há beneficiários indicados. Além disso, no final do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional a cobrança do ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação), o chamado imposto sobre herança, em fundos de previdência privada.

  • Veja: Brasileiros deixam de resgatar até R$ 50 mil após falecimento de um familiar; veja como garantir direitos

O Renda+, por sua vez, entra no inventário, o que pode atrasar o recebimento dos valores por herdeiros. Patrícia Palomo, planejadora financeira CFP pela Planejar, afirma que o ideal é combinar as duas estratégias – título e fundos – como soluções complementares, aproveitando as características únicas de cada um para construir uma renda futura diversificada.

Publicidade

De um lado, a previdência oferece benefícios fiscais, planejamento sucessório facilitado e diversificação em fundos multimercado ou de ações. “Do outro, o Tesouro Renda+ traz previsibilidade e custos baixos, mas exige que o investidor tenha clareza de seus objetivos de longo prazo e resiliência frente às oscilações de mercado”, afirma.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)
  • Previdência privada
  • Tesouro Direto
  • Tesouro RendA+
  • Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL)
Cotações
22/02/2026 0h09 (delay 15min)
Câmbio
22/02/2026 0h09 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street

  • 2

    A reação do mercado à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte

  • 3

    NYT: crises estão por toda parte, mas os mercados parecem não se importar

  • 4

    Brasileiros cruzam a fronteira em busca de menos impostos; vale a pena?

  • 5

    Ibovespa fecha em patamar recorde, acima dos 190 mil pontos, após Suprema Corte derrubar tarifas de Trump

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil: veja os setores e os valores dos ingressos
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil: veja os setores e os valores dos ingressos
Imagem principal sobre o PREVBarco do INSS: 6 cidades recebem atendimento ainda em fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
PREVBarco do INSS: 6 cidades recebem atendimento ainda em fevereiro de 2026
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? 3 maneiras simples de pagar as contas durante instabilidades
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? 3 maneiras simples de pagar as contas durante instabilidades
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: como funciona a multa em caso de atraso?
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: como funciona a multa em caso de atraso?
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: calendário de vencimentos de fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: calendário de vencimentos de fevereiro de 2026
Últimas: Investimentos
Bolsa vê entrada de 68 mil novos investidores em janeiro; veja as ações e os fundos imobiliários favoritos
Investimentos
Bolsa vê entrada de 68 mil novos investidores em janeiro; veja as ações e os fundos imobiliários favoritos

Base de CPFs na B3 cresce 1,25% no primeiro mês de 2026, com ETFs em alta, FIIs ganhando espaço e ações consolidadas nas carteiras

20/02/2026 | 19h57 | Por Igor Markevich
Proximidade de corte da Selic abre novas apostas entre gestoras; veja as estratégias
Investimentos
Proximidade de corte da Selic abre novas apostas entre gestoras; veja as estratégias

Instituições concentram posição em vencimentos de curto prazo na curva de juros e veem espaço para novo rali

20/02/2026 | 17h28 | Por Arícia Martins
O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street
Investimentos
O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street

Para fundador da Greenlight Capital, David Einhorn, precioso se destaca diante de política comercial de Trump

20/02/2026 | 11h02 | Por Jake Angelo, da Fortune
B3 movimenta R$ 6 bilhões em CPRs para pessoa física, com 26 mil investidores e 4 milhões de títulos
Investimentos
B3 movimenta R$ 6 bilhões em CPRs para pessoa física, com 26 mil investidores e 4 milhões de títulos

Desde agosto de 2025, foram 14 emissões de Cédula do Produto Rural que redirecionaram liquidez ao varejo após restrições ao Certificado de Recebíveis do Agronegócio

19/02/2026 | 15h43 | Por Estadão Conteúdo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador