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Mercado

Ações das aéreas derretem em 2 anos. Ainda há chance de recuperação?

Os ativos das empresas do setor podem não chegar a um terço do que eram antes da pandemia

Por Artur Nicoceli

18/10/2022 | 8:55 Atualização: 18/10/2022 | 9:17

Inflação, alta do dólar e perspectiva de recessão global prejudicam as aéreas. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)
Inflação, alta do dólar e perspectiva de recessão global prejudicam as aéreas. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

Para os proprietários de ações de companhias aéreas, o futuro sobre os ativos deve continuar incerto nos próximos meses, assim como a recuperação do setor.

Leia mais:
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O Brasil assiste ao fim da alta dos juros, queda na inflação, população com mais recursos para gastar e petróleo recuando das máximas pós-início da guerra da Ucrânia, fatores que poderiam puxar os papéis para cima.

Porém, o agravamento da crise no hemisfério norte, fruto do conflito, e a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+)  de diminuir a produção de petróleo, o que consequentemente eleva o preço da commodity, podem impactar negativamente o setor. O que indica um cenário difícil pela frente para as companhias, apontam especialistas entrevistados pelo E-Investidor.

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Luis Novaes, analista da Terra Investimentos, afirma que se os ativos das companhias aéreas subirem, não devem chegar a um terço do que eram antes da pandemia. “É complicado pensar em recuperação com a pressão externa sobre o setor”, diz Luis Novaes.

Para Novaes e outros analistas da Terra Investimentos, a elevação dos juros dos EUA para conter a inflação por lá e a alta do dólar também prejudicam as aéreas neste momento.

O querosene de aviação (QAV), produto derivado do petróleo, é o principal combustível dos aviões. Seu preço vem protagonizando diversas quedas nos últimos meses. A Petrobras anunciou uma redução para as distribuidoras de 0,84% em setembro e 2,6% em agosto.

Dados da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), porém, mostram que o preço do combustível registrava alta de 170% em julho na comparação com o mesmo período de 2019. A Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) considera positivas as recentes reduções do preço do QAV anunciadas pela Petrobras, mas elas ainda são insuficientes para cobrir a alta acumulada neste ano, de 47,64%. O QAV corresponde a cerca de 40% dos custos totais do setor.

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A Abear destaca que para melhorar o futuro do mercado, é fundamental a criação de políticas públicas para reduzir os custos estruturais do setor aéreo, principalmente em relação à precificação do querosene de aviação da Petrobras. A companhia precifica em dólares um insumo produzido quase integralmente no Brasil. “Ao enfrentar os custos, a aviação terá capacidade para transportar mais passageiros, voando cada vez mais para destinos ainda desatendidos”, declara a associação.

Vale lembrar que o mercado de petróleo foi e ainda é o setor mais afetado pela guerra na Ucrânia, especialmente pela elevação da cotação do petróleo, o que impacta a dinâmica interna de combustíveis.

Dessa forma, tendo em vista que os custos são, a maior parte, em dólar e combustível, as empresas devem ter suas margens ainda mais restritas nos próximos meses, já que são variáveis que não estão no controle das companhias.

E mesmo que as receitas e demandas das companhias tenham avançado – Gol realizou 30,1% a mais de decolagens no terceiro trimestre deste ano se comparado com 2021 – ou que alguns custos nacionais diminuam, não deve ser o suficiente para apontar uma recuperação, dizem os analistas.

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Viccenzo Paternostro, gestor de renda variável da Gap Asset, explica ainda que a estrutura de capital das empresas não está robusta em um momento de juros e inflação altos. “Este contexto não é apropriado para ter exposição comprada de forma estrutural no setor”, ressalta, salientando que as companhias aéreas terão dificuldade em se recuperar.

Porém, ele afirma que após o resultado da eleição presidencial pode haver uma perspectiva favorável para a economia, assim como juros mais baixos e real mais forte, o que pode favorecer o Ibovespa,

Movimentos na bolsa

Os últimos dois anos não foram fáceis para quem pretendia investir nesses ativos. Os papéis da Gol (GOLL4) e da Azul (AZUL4) recuaram cerca de 70% desde o primeiro caso de covid-19 no Brasil (26 de fevereiro de 2020) até segunda-feira (17).

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As companhias internacionais também seguiram o mesmo caminho. A Delta Air Lines (DEAL34) caiu cerca de 25%; a American Airlines (AALL34), 28%; a Southwest Airlines (S1OU34), 18%; e a United Airlines, 46%.

A equipe de analistas da Terra Investimentos explicou que a concorrência das companhias nacionais com as internacionais é muito limitada.

Além disso, as americanas, por exemplo, não sofrem com o câmbio desvalorizado, pois suas receitas são em dólar, uma grande vantagem sobre as brasileiras. “Essas empresas sempre vão estar à frente das brasileiras”, afirma Novaes.

O dólar frente ao real subiu aproximadamente 19% desde 26 de fevereiro de 2020 até o pregão desta segunda-feira, fechando na casa dos R$ 5,30.

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A moeda norte-americana se valorizou nos últimos meses devido ao fortalecimento da economia dos Estados Unidos, destacou Bruno Madruga, sócio e head de renda variável da Monte Bravo Investimentos.

No curto prazo, a Gol anunciou que estima um recuo por ação de aproximadamente R$ 1,81 no terceiro trimestre de 2022. Já para cada “ação depositária americana”, a perspectiva é de US$ 0,71 de prejuízo.

No último relatório divulgado pelo BTG Pactual, os especialistas apontaram que já esperavam o período de julho a setembro fraco, “dado os preços de câmbio e combustível continuarem sendo ventos contrários para o setor aéreo”. De todo modo, os analistas afirmaram que “a Gol continua sendo nossa escolha relativa no setor, dada sua maior exposição ao mercado interno”.

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A Azul, questionada pelo E-Investidor se estima alguma desvalorização no preço de suas ações, optou por não comentar. A divulgação do próximo balanço será divulgado em 10 de novembro.

Os analistas do UBS BB, em relatório divulgado na última quinta-feira (13), utilizaram os resultados preliminares da Gol como referência para atualizar os números da Azul. “Aumentamos as premissas de preço de combustível para Azul e mantivemos os yields estáveis no trimestre (ajustado pela sazonalidade)”. Para 2023, o banco elevou o Ebitda da Azul para R$ 5,5 bilhões.

O banco também manteve recomendação de venda para Azul e Gol, mas elevou o preço-alvo de Azul de R$ 11,50 para R$ 12,50 e de Gol de R$ 8,60 para R$ 8,80. Os analistas entrevistados pelo E-Investidor, por sua vez, apontaram que esse é o momento de ficar de olho nos papéis, mas não ter posições nas carteiras.

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