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As 5 ações que mais deram prejuízo para o investidor em 2023

Levantamento mostra quais papéis do Ibovespa tiveram a pior performance no acumulado do último ano

As 5 ações que mais deram prejuízo para o investidor em 2023
Levantamento mostra as ações que mais se desvalorizaram em 2023
  • Levantamento da Grana Capital, divulgado com exclusividade pelo E-Investidor, traz a ação de Casas Bahia (BHIA3) com a maior desvalorização anual, seguida pelo papel de Pão de Açúcar (PCAR3)
  • Fecham o top 5 de maiores baixas do Ibovespa nos últimos doze meses os papéis de SLC Agrícola (SLCE3), Minerva (BEEF3) e Alpargatas (ALPA4)

O ano de 2023 foi difícil para o varejo e o reflexo disso pode ser visto no desempenho de papéis do setor na B3. Levantamento da Grana Capital, enviado com exclusividade ao E-Investidor, traz a ação de Casas Bahia (BHIA3) com a maior desvalorização anual, de 99,20%, seguida pelo papel de Pão de Açúcar (PCAR3), com recuo de 75,80%. O estudo considera os dados até a sessão da última sexta-feira, 15

Fecham o top 5 de maiores baixas do Ibovespa nos últimos doze meses os papéis de SLC Agrícola (SLCE3), Minerva (BEEF3) e Alpargatas (ALPA4), com quedas de 52,80%, 40,70% e 40,60% respectivamente.

A varejista Casas Bahia realizou o grupamento de suas ações, na proporção de 25 papéis para 1, na última sexta-feira (15), a fim de evitar sua saída do Ibovespa. Com a medida, a empresa deixou de ser uma “penny stock”, negociada abaixo de R$ 1, e o papel subiu para a casa dos R$ 11.

O analista Felipe Pontes, sócio da L4 Capital, explica que o cenário para as grandes empresas varejistas do Brasil é de mistura de desafios com potenciais avanços estratégicos. “O Grupo Casas Bahia enfrenta um momento de reestruturação, reduzindo operações para focar em categorias mais rentáveis. A empresa está otimizando sua estrutura de capital e margens, para, mais uma vez, tentar um turn-around e um futuro mais estável”, diz Pontes.

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No caso do GPA, o especialista visualiza que a companhia atingiu melhorias recentes, impulsionadas pela bandeira Pão de Açúcar e expansões promissoras, embora ainda esteja com um processo de desalavancagem em andamento.

“O GPA demonstra uma recuperação nas operações brasileiras, com melhorias nas margens Ebitda. A venda de ativos e foco em eficiência operacional sinalizam uma perspectiva potencialmente mais otimista para o ano que vem”, espera Pontes.

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