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Mercado

Desde 2017, apenas 20% das ações conseguiram superar o Ibov após IPO

Relatório da Guide mostra que o desempenho das ações é inversamente correlacionado ao número de ofertas no ano

Por Luíza Lanza

23/06/2022 | 12:57 Atualização: 23/06/2022 | 12:57

80% das empresas não conseguiram superar desempenho do Ibovespa após o IPO. (Foto: Envato)
80% das empresas não conseguiram superar desempenho do Ibovespa após o IPO. (Foto: Envato)

A Bolsa de valores brasileira ainda não recebeu nenhuma oferta inicial de ações (IPO) no ano de 2022. Para além do cenário macroeconômico complicado, tanto no Brasil quanto no exterior, o desempenho das empresas que fizeram sua estreia na B3 nos últimos cinco anos também não ajuda a amenizar as preocupações no mercado financeiro.

Leia mais:
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Um levantamento feito pela Guide Investimentos mostra que, das 86 ações que estrearam na B3 desde 2017, apenas 20 tiveram um retorno positivo e somente 18 conseguiram superar o desempenho do Ibovespa no período – cerca de 20% dos IPOs realizados desde então.

Ao contrário do cenário que estamos vivendo hoje, em que as bolsas se aproximam do “bear market”, termo utilizado pelo mercado para se referir a períodos de queda superior a 20% frente ao pico mais recente, durante o período analisado pela Guide predominava na B3 um sentimento de euforia. Era um momento de precificação alta e investidores atrás de novas oportunidades de investimento, o que aumentava o interesse das companhias em listar as suas ações na Bolsa.

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“Entre tantas ofertas, como imaginável, a qualidade das companhias apresentou uma maior variação, com empresas que nem lucro haviam obtido à época, e em sua maioria a preços acima do que havia sido considerado posteriormente como justo pelo mercado, sendo um exemplo do comportamento típico de momentos de euforia”, diz a análise.

O relatório mostra que o desempenho das ações é inversamente correlacionado ao número de ofertas em cada ano do período: naqueles com muitos IPOs, os resultados das empresas no futuro costumam ser piores. Um exemplo disso é o ano de 2018, com apenas três IPOs e todos com performance positiva frente ao índice de referência da Bolsa brasileira. Já 2020 e 2021, que registram 27 e 46 IPOs respectivamente, tiveram apenas resultados negativos.

Entre a parcela de 20% que conseguiu se destacar, é possível observar empresas que mais do que dobraram de tamanho desde a estreia na Bolsa, muitas inseridas em setores novos ou ainda pequenos na B3. Entre elas: Vamos, de locação de veículos pesados; Intelbras, de itens de segurança e painéis solares; e Vittia, de fertilizantes e insumos para o setor agrícola.

“Entre os motivos se deve a vantagem competitiva setorial que a empresa acaba criando quando passa a ser negociada em Bolsa, mas também pela dificuldade de comparabilidade entre seus pares de capital fechado”, destaca o relatório da Guide.

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Mas as quedas no valor das empresas não são apenas uma notícia ruim. Na visão da casa de investimentos, diversos ativos que apresentaram queda acentuada são de empresas de qualidade e em setores com potencial de crescer mais que o PIB. Uma janela para quem quiser comprar bons ativos a preços mais atrativos.

“Algumas dessas empresas estão em nossos portfólios, como CBA, Movida, Intelbras e 3R Petroleum ou já estiveram, como Vibra Energia, Rede D’or e Locaweb. Outras que vemos uma boa relação risco/retorno, baseado em nosso estudo, são Vittia Fertilizantes, Boa Safra, Neoenergia, Grupo Soma e Petz”, diz a Guide em relatório.

Os 10 melhores desde 2017

Empresa Ticker Retorno
Vamos VAMO3 71%
3R Petroleum RRRP3 54%
Intelbras INTB3 50%
Vittia VITT3 39%
GNDI GNDI3 38%
CBA CBAV3 37%
Orizon ORVR3 35%
Banco Inter BIDI4 29%
Locaweb LWSA3 17%
Grupo SBF SBFG3 15%

 

Fonte: Bloomberg, B3 e Guide

Os 10 piores IPOs desde 2017

Empresa Ticker Retorno
Enjoei ENJU3 -70%
Espaço Laser ESPA3 -69%
Mobly MBLY3 -69%
Brisanet BRIT3 -69%
ClearSale CLSA3 -67%
GetNinjas NINJ3 -66%
Oncoclínicas ONCO3 -63%
Westwing WEST3 -62%
OceanPact OPCT3 -61%
Infracommerce IFCM3 -60%

 

Fonte: Bloomberg, B3 e Guide

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