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BB (BBAS3): valor das nossas ações está distante do justo, diz CEO; vale a pena investir?

Tarciana Medeiros comentou que BB entregou em 2023 a maior Rentabilidade sobre o Patrimônio Líquido entre os pares

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

09/05/2024 | 19:14 Atualização: 20/05/2024 | 11:33

Tarciana Medeiros é a CEO do Banco do Brasil (Foto: Banco do Brasil/Divulgação)
Tarciana Medeiros é a CEO do Banco do Brasil (Foto: Banco do Brasil/Divulgação)

A presidente do Banco do Brasil (BBAS3), Tarciana Medeiros, disse em entrevista coletiva nesta quinta-feira (9) que o valor das ações do banco continua distante do que a sua gestão considera justo e não reflete o fato de a instituição financeira, além de estar entre as mais rentáveis do Brasil, a que teve o maior Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE, na sigla em inglês) entre os concorrentes.

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O Banco do Brasil encerrou 2023 com ROE de 21,6%. O Itaú foi o concorrente que chegou mais próximo do BB no ano, atingindo o patamar de 21%.

Na noite desta quarta-feira (8), o Banco do Brasil divulgou o seu resultado financeiro referente ao primeiro trimestre de 2024, no qual reportou um lucro líquido R$ 9,3 bilhões, alta de 8,8% em relação ao mesmo período de 2023.

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O BB encerrou o trimestre com retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 21,7%, alta de 0,7 ponto porcentual em base anual, mas uma baixa de 0,9 ponto porcentual em três meses.

Para os analistas ouvidos pelo E-Investidor, o banco teve um resultado sólido e robusto no período. Por isso, maioria recomendou compra para o papel. A equipe da Ágora Investimentos e do Bradesco BBI foi a única a possuir uma recomendação neutra para as ações.

Em relatório publicado nesta quinta-feira (9), Gustavo Schroden do Bradesco BBI e Renato Chanes da Ágora Investimentos ressaltaram estar preocupados com a evolução da margem com clientes do banco, que cresceu 4,1% na comparação entre o primeiro trimestre de 2023 e o primeiro trimestre de 2024, refletindo uma desaceleração contínua.

No segundo trimestre de 2023, houve um crescimento de 16,7%; no terceiro trimestre um de 8,7% e no quarto trimestre de 2023 houve um avanço de 4,1%, o mesmo do trimestre atual (1T24).

Provisões do BB e inadimplência preocupam

Os analistas do Bradesco BBI e Ágora Investimentos comentaram ainda que as despesas de provisão permaneceram em patamar elevado. O Banco do Brasil reportou R$ 8,5 bilhões em Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) no primeiro trimestre de 2024, alta de 45,9% na comparação com o primeiro trimestre de 2023 e queda de 14,4% na comparação com o quarto trimestre de 2023.

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A inadimplência acima de 90 dias foi de 2,62% no primeiro trimestre de 2023 para 2,9% no primeiro trimestre de 2024. Ainda assim, os especialistas do Bradesco BBI e da Ágora Investimentos reconheceram que o Banco do Brasil teve um resultado sólido.

“O Banco do Brasil continuou reportando resultados sólidos e lucratividade, mas continuamos preocupados com sua margem com os clientes e com as tendências de qualidade de seus ativos. Por causa disso, mantemos nossa recomendação para a ação neutra”, apontam Schroden e Chanes.

Já os demais analistas estão otimistas com as ações da companhia. Para os analistas do BTG Pactual, o Banco do Brasil está no caminho certo para entregar o lucro de R$ 37 bilhões a R$ 40 bilhões no final de 2024. Para os analistas do BTG, o banco teve uma margem financeira robusta, impulsionada pelo banco Patagonia, instituição financeira argentina que pertence ao BB.

Segundo João Lucas Tonello, analista da Benndorf Research, o ganho veio da variação cambial sobre o resultado dos títulos atrelados ao dólar que o banco Patagonia mantêm na carteira. Com isso, a margem financeira bruta do BB cresceu 21,6% na comparação entre o primeiro trimestre de 2023 e o primeiro trimestre de 2024. O crescimento está acima das projeções divulgadas pelo BB em fevereiro desse ano, visto que o banco prevê um aumento da margem financeira bruta entre 7% e 11% em 2024.

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Durante a coletiva com a imprensa, o CFO do BB, Geovanne Tobias, reforçou que a projeção do ano será cumprida, ou seja, a margem financeira bruta deve convergir para dentro da meta estipulada. “Mesmo com essa alta acima do guidance, nós estimamos que o crescimento da margem financeira bruta deve se normalizar nos próximos trimestres e encerrar entre os 7% e 11% estipulados pelo banco”, apontou Tobias.

Ele também comentou que a tragédia no Rio Grande do Sul não deve prejudicar o lucro do banco no fim de 2024 e muito menos reduzir as estimativas de distribuição de dividendos. “Estamos consternados com o ocorrido, mas estamos arregaçando a manga para trabalhar e ajudar o Estado a se reerguer. Mesmo assim, é muito cedo para estimarmos que isso pode reduzir nosso lucro. Sendo assim, estamos confiantes de que vamos entregar esse payout de 45% do lucro, que é maior que os 40% pagos no ano passado”, afirmou o executivo.

Com as estimativas mantidas pela administração, os analistas disseram estar otimistas com o Banco do Brasil. O BTG Pactual recomendou compra para a ação com preço-alvo de R$ 36, uma potencial alta de 26,8% na comparação com o fechamento de quarta-feira (8), quando o papel encerrou o pregão a R$ 28,38.

Nos preços atuais, o BTG estimou que o Banco do Brasil deve entregar um dividend yield de 6,1% até o fim de 2024.

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Já Mateus Nascimento, analista da Levante, calculou que o rendimento em dividendos do banco ficará em 12,2% ao final de 2024.

Ele também afirmou ter recomendação de compra para o papel com um preço-alvo de R$ 38, uma potencial alta de 33,9%. Ainda que a recomendação seja de compra, Nascimento fez um alerta para o investidor. “Com o preço justo ao redor de R$ 38,00, embutimos uma margem de segurança para o ativo ao redor de 15%. Com isso, o preço máximo para comprar o papel para ter um bom retorno em dividendos ao longo do ano seria ao redor de R$ 32,30”, calcula o analista.

Para ele, o Banco do Brasil é uma boa opção de investimento e o balanço do último trimestre reforça isso. “Os resultados vieram positivos qualitativamente, já que o banco reportou avanço em lucratividade e em rentabilidade, entregando melhoras no índice de eficiência”, diz Nascimento.

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