Soma-se a isso a expectativa de cortes cada vez mais agressivos nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA).
Fora das bolsas, o dólar e os rendimentos dos Treasuries operam estáveis, enquanto os contratos futuros de petróleo avançam pelo terceiro pregão seguido, refletindo as novas ameaças tarifárias de Donald Trump contra países que importam o produto russo.
Já o minério de ferro marcou a sétima alta consecutiva, subindo 0,25% na madrugada em Dalian, a US$ 113,02 por tonelada.
Se, por um lado, o bom momento das bolsas globais e das commodities tende a sustentar o ânimo no mercado doméstico, por outro, as recentes ameaças americanas ao Brasil podem limitar o apetite dos investidores.
Em resposta, o governo brasileiro condenou a tentativa de intimidação da Casa Branca ao cogitar o uso de poder econômico e militar para “proteger a liberdade de expressão”. Segundo o Itamaraty, os Três Poderes não se deixarão intimidar “por qualquer forma de atentado à nossa soberania”.