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Mercado

Bradesco cria Bradsaúde e transforma Odontoprev em consolidadora: “Não quero verticalizar; cada ativo precisa ser um negócio de mercado”, diz CEO

Nova estrutura avança com aval regulatório e estreia prevista para abril, enquanto líderes de Fleury e Mater Dei apontam pressão por eficiência e disciplina financeira no setor

Por Isabela Ortiz

07/04/2026 | 17:16 Atualização: 07/04/2026 | 17:20

Bradesco (BBDC4) cria a Bradsaúde ao reunir ativos de saúde com a OdontoPrev; nova empresa pode nascer com cerca de R$ 52 bilhões em receitas. (Foto: Adobe Stock)
Bradesco (BBDC4) cria a Bradsaúde ao reunir ativos de saúde com a OdontoPrev; nova empresa pode nascer com cerca de R$ 52 bilhões em receitas. (Foto: Adobe Stock)

A reorganização do sistema de saúde do Bradesco com a Odontoprev, anunciada em fevereiro, ganhou novo contornos nesta terça-feira (7), durante o Brazil Investment Forum (BIF), realizado em São Paulo (SP), pelo Bradesco BBI, ao mesmo tempo em que executivos do setor discutiram os desafios de crescimento, eficiência e consolidação no País. A criação da nova estrutura societária passará a se chamar Bradsaúde S.A, transformando a Odonto (hoje focada em plano odontológicos) em uma holding de um ecossistema mais amplo.

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Segundo o comunicado enviado ao mercado, o objetivo é justamente reunir participações de diferentes negócios de saúde da organização em uma única estrutura listada no Novo Mercado.

Na prática, como reforçado pelo banco, “após a implementação de todas as etapas da operação, a Odontoprev será alçada ao papel de consolidadora do ecossistema de saúde”. A operação avançou nesta terça (7), com a aprovação em Assembleias Gerais Extraordinárias (AGE) da incorporação de ações da BGS pela Odontoprev, além da reorganização de ativos, incluindo a transferência da carteira odontológica para a Mediservice.

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De acordo com as empresas, todas as condições suspensivas já foram cumpridas, incluindo autorizações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A conclusão da incorporação ainda depende de homologação dos conselhos, com eficácia prevista para 30 de abril, antes mesmo do encerramento do prazo para eventual direito de retirada de acionistas dissidentes.

No evento, o CEO da Bradsaúde, Carlos Marinelli, detalhou o andamento da operação e reforçou que o cronograma vem sendo seguido à risca. “Aquilo que a gente tinha programado está acontecendo. […] A gente tem expectativas de 30 de abril”, afirmou. Segundo ele, a constituição efetiva da nova estrutura ocorre na virada para maio, após a transferência operacional da carteira para a Mediservice – um processo que, nas suas palavras, “não é exatamente uma coisa tão simples assim”, mas que vem sendo conduzido de forma organizada.

Marinelli destacou ainda que o movimento não é oportunista, mas fruto de uma construção de décadas.

“Nós estamos nesse setor há mais de 40 anos. […] É um movimento de constância, de consistência”, disse.

Ele relembrou a trajetória do grupo, desde a aquisição de pequenas carteiras até a construção de um sistema que hoje atende milhões de beneficiários, incluindo ativos como a rede de atenção primária Novamed, com mais de 1,2 milhão de pacientes, e a Atlântica Hospitais, que já soma milhares de leitos e dezenas de unidades.

Ao mesmo tempo, o executivo enfatizou que a estratégia não passa por verticalização fechada. A proposta é um ecossistema aberto, em que cada ativo opere como gerador de lucro e compita por qualidade. “Eu não quero verticalizar nenhum dos elementos da cadeia. […] Cada um precisa ser ativo de mercado”, afirmou, acrescentando que a companhia pretende atuar como alocadora de capital e parceira de prestadores de alta qualidade.

Como anda o setor de saúde?

A CEO do Grupo Fleury, Jeane Tsuitsui, chamou atenção para um ambiente mais desafiador para sustentar crescimento, especialmente diante de maior controle de custos pelas fontes pagadoras. Segundo ela, houve desaceleração no crescimento orgânico, de 9% para 6%, em um cenário impactado por mudanças após a crise e maior racionalidade no uso de recursos.

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Ainda assim, empresas com boa governança e gestão conseguiram atravessar 2025 com resultados sólidos.

“Não só as operadoras, mas também os prestadores que têm nível de governança adequado conseguiram resultados bastante consistentes”, afirmou.

No caso do Fleury, a executiva destacou crescimento anual médio de cerca de 13%, combinando expansão orgânica e aquisições. Parte desse desempenho vem do ganho de market share e da manutenção de parcerias com operadoras que priorizam qualidade e sustentabilidade. Hoje, 69% da receita vem do B2C (business to costumers, de empresa para cliente), com presença em mais de 570 unidades em 14 estados, além da atuação B2B (business to business, serviços de empresas para empresas) reforçada após a integração com o Pardini.

Tsuitsui também ressaltou o papel estratégico da medicina diagnóstica, responsável por cerca de 20% dos custos totais de saúde, como ferramenta para eficiência do sistema. “Prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento ambulatorial são fundamentais para a sustentabilidade”, disse.

Essa lógica sustenta a estratégia de diversificação do grupo, que vem ampliando serviços para além do diagnóstico. Desde 2021, o Fleury investe em especialidades como ortopedia, oftalmologia e infusão de medicamentos, buscando completar a jornada do paciente. Atualmente, esses “novos elos” já representam cerca de 9% da receita.

Já o CEO da Rede Mater Dei, José Henrique Dias Salvador, destacou que 2025 foi um ano “transformacional” para a companhia, marcado pela expansão acelerada, de três para nove unidades, combinando aquisições e crescimento orgânico.

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Segundo ele, o setor vive um momento de seleção natural. “Há uma separação entre o joio e o trigo”, afirmou, referindo-se a teses de consolidação que não se sustentaram. Para o executivo, a execução e, sobretudo, a estrutura de capital são determinantes nesse processo.

“A estrutura de capital que algumas empresas escolheram dificultou muito os planos operacionais”, disse, acrescentando que, em muitos casos, projetos bem desenhados acabaram não prosperando.

Na Mater Dei, o foco tem sido justamente preservar geração de caixa e disciplina financeira, priorizando contratos sustentáveis.

O executivo também defendeu um modelo de expansão mais seletivo daqui para frente, com projetos direcionados a regiões específicas, em vez de uma consolidação indiscriminada. Ao mesmo tempo, ressaltou o papel dos hospitais como agentes centrais na cadeia, capazes de atuar tanto na alta complexidade quanto em linhas ambulatoriais, contribuindo para reduzir desperdícios e melhorar desfechos clínicos.

“A gente precisa crescer o sistema de saúde suplementar. Não podemos nos contentar com 53 milhões de vidas”, afirmou, destacando a necessidade de maior integração entre operadoras e prestadores.

Apesar dos desafios macroeconômicos, a Mater Dei vê espaço para crescimento relevante nos próximos anos. Após um ciclo mais intenso de investimentos até 2024, a empresa projeta expansão em dois dígitos, com ganho de margem e fortalecimento de receitas complementares, como serviços ambulatoriais e diagnósticos.

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O futuro do setor de saúde passa por eficiência, integração e disciplina financeira. Seja na consolidação de ecossistemas, como no caso do Bradesco, na ampliação da jornada do paciente, como no Fleury, ou na expansão hospitalar com foco em rentabilidade, como na Mater Dei, o desafio comum é equilibrar crescimento com sustentabilidade em um sistema cada vez mais pressionado por custos e mudanças demográficas.

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