• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

O que esperar do Ibovespa após tensões entre Israel e Irã

Possibilidade de uma guerra gera incertezas, o que faz com que o investidor busque alternativas mais seguras

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

15/04/2024 | 13:01 Atualização: 15/04/2024 | 13:03

Painel do Ibovespa (Foto: Werther Santana/Estadão)
Painel do Ibovespa (Foto: Werther Santana/Estadão)

O Ibovespa pode ter um desempenho volátil nesta semana, mas com certo distanciamento em relação ao conflito entre Israel e Irã desencadeado no sábado.

Leia mais:
  • Só 15 fundos multimercados batem o CDI no ano; veja quais
  • Como este FII virou queridinho do mercado mesmo com dividendo 'baixo'
  • Por que as ações do Banco do Brasil (BBAS3) estão subvalorizadas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Para analistas, somente um contra-ataque israelense contra Teerã faria a Bolsa brasileira cair forte por temor das consequências econômicas do conflito. Por volta de 11h49, o Ibovespa tinha uma leve alta de 0,07%, a 126.039 pontos.

Na visão de Diogo Moreira Carneiro, consultor e professor da Fipecafi, a possibilidade de uma guerra no Oriente Médio gera incertezas, o que faz com que o investidor busque alternativas mais seguras. “Isso pode significar a migração de investimentos financeiros em países emergentes na direção de opções mais consolidadas, como títulos dos EUA. A consequência seria queda no Ibovespa no acumulado da semana”, explica Carneiro.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O mercado asiático foi a primeira vítima dessa pressão sobre as ações. O índice japonês Nikkei caiu 0,74% em Tóquio, a 39.232,80 pontos, enquanto o Hang Seng recuou 0,72% em Hong Kong, a 16.600,46 pontos, o sul-coreano Kospi cedeu 0,42% em Seul, a 2.670,43 pontos, e o Taiex registrou perda de 1,38% em Taiwan, a 20.449,77 pontos.

Ângelo Belitardo, gestor da Hike Capital, aponta que o grande receio do mercado é que a guerra na região cause uma disparada do preço do petróleo, o que pode intensificar a inflação por todo o planeta. “Como consequência, temos o aumento nos custos das famílias e empresas, e deterioração na lucratividade das empresas. Dessa forma, podemos esperar mais volatilidade nas ações ligadas à economia real como empresas de transporte, logística, varejo, companhias aéreas dentre outras”.

Caso o conflito se agrave, os analistas estimam que o petróleo poderia atingir o patamar dos US$ 100 facilmente. Rafael Bentes, Head Internacional da RJ+ Asset, ressalta que o mercado teme que o Irã feche o estreito de Ormuz, por onde passam 30% do petróleo produzido no mundo, o que deve causar uma diminuição na oferta da commodity, elevando os preços do petróleo no mercado global.

Às 12h05min do horário de Brasília, os contratos futuros do Petróleo Brent com vencimento para junho de 2024 caiam 1,29%, a US$ 89,28. Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos, diz que essa tendência de baixa no preço do petróleo e no mercado ocorre pelo fato de o mercado acreditar que Israel não vai atacar o Irã, uma posição defendida pelos EUA. “Uma alta no petróleo causaria uma disparada na inflação, o que não seria positivo para os EUA. Por isso, o governo Biden atua nos bastidores para conter danos”, explica Lima.

Publicidade

Acilio Marinello, professor da Trevisan Escola de Negócios e Partner da Essentia Consulting, lembra que é justamente a questão de inflação nos EUA que mais preocupa o mercado. Se a alta dos preços não for controlada, o investidor deve esperar uma nova postergação do início do corte de juros do Banco Central dos EUA, o Federal Reserve (FED).

Ele acredita que o dólar deve encerrar 2024 entre R$ 5,03 e R$ 5,05. Já no curto prazo, em caso de guerra no Oriente Médio, o analista da Levante, Flávio Conde, diz que o dólar pode alcançar o patamar de R$ 5,20. “Depois da guerra, a moeda deve cair. Acredito que se houver uma guerra, ela será curta”.

Como proteger o patrimônio em uma guerra entre Israel e Irã?

Marinello, da Trevisan, comenta que o melhor para o investidor é ter empresas de petróleo e do setor elétrico na carteira. “As empresas que exportam petróleo deve se beneficiar disso, visto que o preço da commodity deve subir. Outras empresas que podem se beneficiar são as de energia elétrica e saneamento. Elas repassam a inflação para os seus clientes via reajustes nos contratos de fornecimento”, explica Marinello.

Já Ângelo Belitardo, da Hike Capital, indica que o investidor deve buscar fundos de renda fixa privada multimercado em crédito privado, como os FIDCs assim como fundos de debêntures incentivadas geridos por grandes bancos e gestoras. “Adicionalmente, o investidor poderá diversificar seu portfólio em ações de empresas resilientes, desalavancadas e com ótimas perspectivas de dividendos futuros como Banco do Brasil (BBSA3), BB Seguridade (BBSE3), Caixa Seguridade (CXSE3), Sanepar (SAPR4), Klabin (KLBN11), SLC Agrícola (SLCE3), CSN Mineração (CMIN3), CPFL Energia (CPFE3), Cemig (CMIG4) e Engie (EGIE3)”, diz Belitardo.

Conde,da Levante, pede cautela para o investidor, pois ainda não é claro se haverá uma guerra entre Israel e Irã. Diogo Moreira Carneiro, da Fipecafi, vai na mesmo linha e diz que a renda fixa continua atrativa. “Particularmente eu não vejo razões para alarde. Creio que o impacto será mais limitado no Brasil, e as opções que são consideradas mais seguras hoje, tais como títulos de dívida pública, permanecem como opções bastante sólidas”, saliente o especialista.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Conteúdo E-Investidor
  • EUA
  • Guerra
  • Ibovespa
  • Internacional
  • Petróleo
  • Petróleo Brent
Cotações
28/05/2026 0h05 (delay 15min)
Câmbio
28/05/2026 0h05 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Títulos públicos americanos batem recorde, mas valem mais do que a renda fixa brasileira? Veja simulação

  • 2

    87 FIDCs aparecem em onda de recuperações judiciais; veja os impactos para os fundos

  • 3

    Novas regras do FGC entram em vigor em junho e mudam cenário para bancos e CDBs

  • 4

    Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral

  • 5

    Os motivos que fazem investidores de Wall Street temerem o IPO da SpaceX, de Elon Musk

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: ganho R$ 5 mil, qual casa consigo comprar?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: ganho R$ 5 mil, qual casa consigo comprar?
Imagem principal sobre o O idoso não consegue ir até à Farmácia Popular? Entenda se alguém pode comparecer no lugar
Logo E-Investidor
O idoso não consegue ir até à Farmácia Popular? Entenda se alguém pode comparecer no lugar
Imagem principal sobre o Idosos podem sacar valores do PIS/Pasep? Entenda como funciona para a terceira idade
Logo E-Investidor
Idosos podem sacar valores do PIS/Pasep? Entenda como funciona para a terceira idade
Imagem principal sobre o Motoristas de aplicativos e taxistas podem financiar carros com juros mais baixos; veja as regras
Logo E-Investidor
Motoristas de aplicativos e taxistas podem financiar carros com juros mais baixos; veja as regras
Imagem principal sobre o Move Brasil: 3 carros que motoristas de aplicativos e taxistas podem financiar
Logo E-Investidor
Move Brasil: 3 carros que motoristas de aplicativos e taxistas podem financiar
Imagem principal sobre o Desenrola Fies 2026: débitos vencidos há mais de 360 dias poderão ter descontos
Logo E-Investidor
Desenrola Fies 2026: débitos vencidos há mais de 360 dias poderão ter descontos
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos têm mesmo direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos têm mesmo direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Usiminas (USIM5) lidera altas e já sobe quase 72% no ano; Cosan (CSAN3) cai
Mercado
Ibovespa hoje: Usiminas (USIM5) lidera altas e já sobe quase 72% no ano; Cosan (CSAN3) cai

Petróleo fechou em queda e Petrobras (PETR3;PETR4) acompanhou o movimento, enquanto Vale (VALE3) subiu

27/05/2026 | 18h47 | Por Beatriz Rocha
Copasa lidera quedas da Bolsa após governo de MG rever privatização; mercado recalcula preço
Mercado
Copasa lidera quedas da Bolsa após governo de MG rever privatização; mercado recalcula preço

Novas versões do prospecto preliminar, da lâmina da oferta e do cronograma reforça a percepção de atraso e aumenta dúvidas sobre o apetite dos investidores

27/05/2026 | 14h24 | Por Igor Markevich
Goldman Sachs vê desaceleração nas concessões de crédito para instituições S2, mostram dados do Banco Central do Brasil
Mercado
Goldman Sachs vê desaceleração nas concessões de crédito para instituições S2, mostram dados do Banco Central do Brasil

O banco, no entanto, pondera que os dados de abril não devem ser analisados isoladamente, uma vez que o mês teve menos dias úteis em comparação com março, o que pode ter suprimido os volumes de originação

27/05/2026 | 12h21 | Por André Marinho
Abertura de mercado: alívio externo e inflação no radar
CONTEÚDO PATROCINADO

Abertura de mercado: alívio externo e inflação no radar

Patrocinado por
Ágora Investimentos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador