A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 1,194 bilhão no quarto trimestre de 2025, queda de 40,8% ante igual intervalo de 2024. No consolidado do ano, o lucro atingiu R$ 1,649 bilhão, redução de 63,6% na comparação com o ano anterior.
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A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 1,194 bilhão no quarto trimestre de 2025, queda de 40,8% ante igual intervalo de 2024. No consolidado do ano, o lucro atingiu R$ 1,649 bilhão, redução de 63,6% na comparação com o ano anterior.
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A companhia destaca que o trimestre resultou em seu “melhor lucro líquido” de todo o ano de 2025, sendo impulsionado por um “sólido” resultado operacional combinado ao impacto positivo do resultado financeiro no período.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado ficou em R$ 1,761 bilhão entre outubro e dezembro, baixa de 12,6% ante igual período de 2024. A margem Ebitda ajustada foi de 42,9%, retração de 8,7 pontos porcentuais (p.p.), na mesma base de comparação. Em 2025, o Ebitda ajustado foi de R$ 6,448 bilhões, crescimento de 9,4% ante o ano anterior, com margem de 42,1%, diminuição de 3,3 p.p.
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A queda de rentabilidade, segundo a empresa, deve-se aos maiores custos com compras de terceiros, além do aumento no custo unitário C1 (custo da mina ao porto sem frete) verificado no final de ano, explica a CSN Mineração no release de resultados. “Ainda assim, a operação manteve uma elevada rentabilidade, sustentada por uma operação cada vez mais dinâmica e eficiente”, assegura.
A receita líquida ajustada, por sua vez, ficou em R$ 4,109 bilhões, avanço de 5,2% na comparação anual. O indicador de 2025 somou R$ 15,333 bilhões, alta de 17,9% ante 2024.
O resultado financeiro da CSN Mineração registrou desempenho positivo em R$ 69,2 milhões no quarto trimestre, o que representa uma reversão em relação ao impacto negativo de R$ 567 milhões verificado no trimestre anterior, como consequência da variação cambial sobre o caixa em moeda estrangeira.
A companhia passou a registrar uma dívida líquida de R$ 725,2 milhões no encerramento de dezembro, com o indicador de alavancagem medido pela relação dívida líquida/Ebitda UDM atingindo 0,11 vez.
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