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Mercado

Lula x Bolsonaro: a visão do mercado sobre o último debate na Globo

Para especialistas, nenhum dos candidatos deixou claro como será sua política econômica a partir de 2023

Por Renato Vieira

28/10/2022 | 23:52 Atualização: 29/10/2022 | 0:59

Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) no debate da TV Globo. Foto: TV Globo
Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) no debate da TV Globo. Foto: TV Globo

O ex-presidente Lula (PT) e o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL), se encontraram na noite desta sexta-feira (28) no último debate entre os candidatos à presidência antes da eleição marcada para o domingo (30). Durante os cinco blocos do programa exibido pela TV Globo, os dois se acusaram mutuamente, chamando diversas vezes o oponente de “mentiroso”, e reforçaram os pontos que consideram positivos de seus respectivos mandatos.

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Na primeira parte do programa, Lula disse que o atual presidente não concedeu aumentos reais do salário mínimo, enquanto Bolsonaro afirmou que o Bolsa Família, programa de transfêrencia de renda em vigor nos dois mandatos do petista, pagava menos que o atual Auxílio Brasil. Veja se o Auxílio Brasil paga mais que o Bolsa Família.

Em um dos poucos momentos do debate em que temas relacionados à economia foram mencionados, Lula afirmou que irá isentar de imposto de renda quem ganha até R$ 5 mil por mês e Bolsonaro disse que a balança comercial do Brasil está positiva durante seu governo.

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Para especialistas do mercado financeiro, o debate da Globo foi bem parecido com os anteriores. “Na questão econômica, ficamos à espera de alguma informação relevante, mas não veio nada, infelizmente. Pelo que vimos neste debate da TV Globo, não temos nenhuma condição de saber o que os candidatos pretendem em termos de economia”, afirma Mario Goulart, analista de investimentos e criador do canal do YouTube ‘O Analisto’.

Pedro Patrão, sócio e especialista de Mercado HCI Invest, diz que a maior preocupação do mercado segue sendo quem vai conduzir a economia no próximo governo. “Havia a expectativa que Lula e Bolsonaro estariam mais preparados para argumentar factualmente, mas, na prática, focaram nas acusações recorrentes ao longo da eleição”.

Na visão de Juan Espinhel, especialista em investimentos da Ivest Consultoria, este foi o pior debate de toda a campanha presidencial de 2022. Segundo ele, os discursos de cada um dos candidatos foram dirigidos às suas próprias bases. “A gente ainda não sabe qual vai ser a âncora fiscal que vai conduzir o próximo mandato, independente de quem for eleito presidente. Estamos a poucas horas das eleições completamente desnorteados, sem saber qual será a política fiscal (dos candidatos)”

Confira abaixo a opinião de nove especialistas do mercado financeiro sobre o último debate presidencial do segundo turno.

Alexandre Milen, CEO da Harami Research

“No primeiro bloco, pouca coisa foi dita em relação à economia, mas houve alguns destaques. Lula afirmou que Bolsonaro não aumentou o salário mínimo, apenas corrigiu pela inflação, e que, em seus mandatos, o salário mínimo foi aumentado em quase 70%: isso é verdade. Bolsonaro, por outro lado, prometeu para o ano que vem o salário mínimo de R$ 1.400. A notícia é boa, mas precisamos ver de onde virá esse dinheiro.

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Lula prometeu isentar do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5.000. Isso é muito bom para a população, mas preocupa principalmente em relação ao ajuste fiscal do Brasil, porque o país vai deixar de arrecadar impostos.

Lula enalteceu as reservas cambiais da época em que era presidente e afirmlu que deixou um colchão de trilhões, o que é verdade. Já Bolsonaro falou que reduziu durante a sua gestão o desemprego, que o País teve deflação. Isso realmente aconteceu”.

Álvaro Bandeira, economista e consultor financeiro

“A população passou duas horas vendo agressões: novamente a palavra mais dita é “mentira”, “mentiroso”. Perdeu-se um bom momento para, na véspera da eleição, dizer o que cada candidato pretende, apesar de Lula ter sido um pouco mais propositivo e ter mostrado o que quer fazer. Mas ele não tem um programa definido, assim como não tem Bolsonaro. A população que vota mais consciente vai no escuro em relação aos dois candidatos, mas também não haverá absolutamente nenhuma mudança de voto nesses últimos dias.

Então, há uma posição antagônica de governos que são muito parecidos, populistas. Cada um no seu modelo, mas ambos populistas. Portanto, o Brasil perdeu uma boa chance de ter um projeto, um programa, de ter uma ideia de como serão feitos os investimentos. Nenhum dos candidatos quis falar sobre contas públicas, que seria um dos assuntos mais importantes a serem discutidos”.

Ariane Benedito, economista especialista em mercado de capitais

“O primeiro bloco do debate ficou marcado por discussões vazias, acusações infundadas, números desconexos e muito histórico de governos passados. Bolsonaro se mostrou exaltado no inicio do debate, com indignação em relação à propaganda eleitoral de Lula, questionando insistentemente sobre acusações de cortes do décimo terceiro salário, férias e que não haverá reajuste do salário mínimo em caso de reeleição do atual presidente. Lula não respondeu à pergunta e acrescentou que vai isentar o imposto de renda para salários de até R$ 5 mil.

Na pergunta sobre “Combate à pobreza”, Bolsonaro relembrou a pandemia e citou números do IPEA sobre a definição de pobreza, concluindo que o Auxílio Brasil de R$ 600 é a saída para acabar com os casos de fome no Brasil. Neste momento, Lula criticou a reforma da Previdência, criticou o atual ministro da economia, Paulo Guedes, e diz que a fome e a situação de desalento dos idosos é causada pela reforma aprovada em 2019.

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Vale lembrar que a reforma da Previdência é considerada um marco que trouxe para o Brasil em 3 anos uma economia de R$ 156 bilhões, além de reduzir a insolvência fiscal, o maior risco que o país enfrenta atualmente. Lula citou investimentos em infraestrutura, criação de hospitais e escolas, mas não explica em nenhum momento como pagará a conta que esses investimentos vão gerar para o país.

Já Bolsonaro não traz nenhuma novidade, continua defendendo a continuidade do Auxílio Brasil nos valores atuais, aumento do salário mínimo e se iguala ao seu concorrente no quesito de falta de informação sobre a resolução fiscal, tão aguardada pelo mercado”.

Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos

“Foi um debate bem parecido com os anteriores. Pensando no mercado financeiro, os dois lados disseram coisas que trazem impactos negativos. Bolsonaro prometendo mais benefícios e Lula escorregando ao falar que não vê nada demais em invadir terras. Acho que isso obviamente pega muito mal. E eu não entendi a tática dele em criticar a reforma da Previdência, que foi algo que o mercado abraçou e entendeu que era extremamente necessário. Aquela carta divulgada na quinta-feira (28) praticamente não existe no debate de hoje.

Se um eleitor indeciso está mais ao centro e leva em conta a economia, o que vem sendo dito pelo Lula hoje o afasta com certeza. Com o que ele está falando no debate da Globo, parece que ele vai fazer um governo muito mais parecido com o de Dilma Rousseff do que um governo Lula 1. Mas Bolsonaro também não agrada. Acho que a marca dos debates tem sido realmente essa, de ir mais para o populismo”.

Juan Espinhel, especialista em investimentos da Ivest Consultoria

“Do ponto de vista econômico, para o mercado, foi o pior debate da campanha. Os discursos foram muito extremados, sinalizando cada um para suas bases. A gente teve algumas sinalizações para os redutos eleitorais em que os candidatos não ganharam, mas isso não traz nenhum impacto do ponto de vista econômico, principalmente porque a gente só vai ter pregão na segunda-feira, depois da eleição. Nenhum dos candidatos abordoude maneira direta ou bem embasada temas que afligem o mercado.

A única ressalva é a proposta que foi posta logo no início pelo presidente Bolsonaro, de elevar o salário mínimo para R$ 1.400. Teremos que ver qual vai ser a base para analisar os impactos fiscais disso. A gente ainda não sabe qual vai ser a âncora fiscal que vai conduzir o próximo mandato, independente de quem for eleito presidente. Estamos a poucas horas das eleições completamente desnorteados, sem saber qual será a política fiscal (dos candidatos)”.

Pedro Patrão, sócio e especialista de Mercado HCI Invest

“O debate ficou dentro do previsto: ataques lançados com números e agressões verbais fortes, fora do âmbito das propostas governamentais que de fato são importantes para o povo brasileiro. Lula e Bolsonaro limitaram-se a falar apenas dos feitos históricos de seus governos. Eles não apresentaram quase nenhuma proposta concreta. Bolsonaro repetiu o mesmo discurso dos últimos debates e Lula só reforçou o que já fez.

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Não obtivemos resposta ou qualquer pista que seja com relação ao que gera incerteza para o mercado financeiro. Independentemente de quem vencer a disputa presidencial, a principal preocupação dos investidores para o próximo governo segue sendo a agenda fiscal e a trajetória dos gastos públicos e da dívida pública do Brasil.

A maior preocupação do mercado segue sendo quem vai conduzir a economia no próximo governo,  Havia a expectativa que Lula e Bolsonaro estariam mais preparados para argumentar factualmente, mas, na prática, focaram nas acusações recorrentes ao longo da eleição”.

Mario Goulart, analista de investimentos e criador do canal do YouTube ‘O Analisto’

“Este pareceu um resumo do debate anterior. Cada vez mais, debates são muito menos sobre propostas (e os candidatos evitam fazê-las, até porque um dia podem ser cobrados, a internet não perdoa) e muito mais sobre quem agride melhor. Nenhum assunto pareceu ter continuidade. Eles começavam a falar de uma coisa e alguém tira uma acusação da cartola. Foi constante repetir que o outro é mentiroso.

Na questão econômica, ficamos à espera de alguma informação relevante, mas não veio nada, infelizmente. Pelo que vimos neste debate da TV Globo, não temos nenhuma condição de saber o que os candidatos pretendem em termos de economia. Quando a economía entrou na conversa, foi sobre realizações/mazelas do governo de um e outro.

Lula fala de um passado que considera glorioso, mas que engendrou uma recessão assustadora, enquanto Bolsonaro se orgulha de ter conseguido emplacar algumas reformas e de uma modesta recuperação pós-pandemia”.

Thiago de Aragão, diretor de estratégia da consultoria Arko Advice e colunista do E-Investidor

“Bolsonaro começou melhor o debate, enquanto Lula foi aos poucos perdendo a paciência. Tentava fazer algumas analogias que não caiam bem e acusou o golpe de Bolsonaro quando o tema era corrupção. Nos blocos subsequentes, Lula conseguiu equilibrar e fez Bolsonaro parecer confuso quando falou da pandemia, do 13° e sobre Roberto Jefferson. Mesmo assim, a postura de Bolsonaro foi mais uniforme, enquanto Lula mostrava fácil quando perdia a paciência.

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Foi um debate de baixo nível, onde os dois não conseguiram ser minimamente elegantes no posicionamento. Os dois mostraram descontrole em diversos momentos, alimentando o nível fraco do debate. Dificilmente esse debate mudará algo, pois não houve um destaque suficiente que mude alguma tendência”.

Vitor Miziara, sócio da Criteria Investimentos e colunista do E-Investidor

“Como esperado, mais embate do que debate. O evento de hoje foi marcado por embates e comparações de governos, cada um puxando para o seu lado. Tivemos assuntos que variaram: saúde com foco na covid, passando por viagra, charutos e terminando em meio ambiente.

Pouco se falou em economia além de promessa de empregos, mais picanha na mesa e Brasil aberto para o mundo. Sobrou para o ex-presidente Michel Temer ser chamado de golpista e para a Petrobras, que recebeu críticas do Lula em relação à paridade ao preço internacional.

Vale lembrar que Lula está nas frente nas pesquisas e mesmo com um ministro de economia pró-mercado e até alguma responsabilidade fiscal, a Petrobras segue como alvo por conta do peso dos combustíveis na inflação”.

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