• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Dólar cai ao menor nível em mais de um ano; sem novas sanções de Trump, cotação fecha em R$ 5,35

No mercado internacional, o dólar se valoriza diante das moedas dos países desenvolvidos, evidenciando o bom momento no Brasil

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

12/09/2025 | 9:34 Atualização: 12/09/2025 | 20:46

Veja detalhes sobre a cotação do dólar hoje. (Foto: Adobe Stock)
Veja detalhes sobre a cotação do dólar hoje. (Foto: Adobe Stock)

O dólar hoje fechou em queda, nesta sexta-feira (12), diante da ausência de sanções imediatas dos Estados Unidos ao Brasil pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No mercado à vista, a moeda chegou à faixa dos R$ 5,34, menor nível desde junho de 2024. O movimento contrasta com o observado no exterior, onde o dólar subiu pelo aumento das tensões geopolíticas e pela defesa reiterada do tarifaço por Donald Trump. Por volta das 17h (de Brasília), o dólar encerrou em queda de 0,71% sobre o real, cotado a R$ 5,3541 na venda.

Leia mais:
  • Tesouro Direto muda site, gera debate entre investidores e prepara novidades; veja o que vem aí
  • Vale (VALE3): como ficam os dividendos da mineradora após as revisões de investimentos?
  • Bolsas de Nova York fecham com sinais opostos após renovarem recorde com apostas de juros do Fed
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ontem, o STF condenou Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão, além de declarar inelegibilidade de oito anos para ele e outros sete réus, no primeiro julgamento de um ex-presidente por tentativa de golpe de Estado. O governo americano classificou a decisão como “caça às bruxas”, enquanto Trump chamou a condenação de “terrível”.

O Itamaraty respondeu que os EUA “não intimidarão” o Brasil, e o presidente Lula afirmou que tomará medidas em resposta. No entanto, o governo americano apenas ameaçou e não tomou nenhuma medida concreta até o momento, o que fez operadores do mercado financeiro retirarem suas posições defensivas, dando espaço para a queda da moeda americana. Já no mercado internacional, o dólar subia diante das demais divisas. Por volta das 16h30, o índice dólar, que mede a moeda americana em relação às divisas dos países desenvolvidos, subia 0,11%.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Segundo André Valério, economista sênior do Inter, a condenação do ex-presidente Bolsonaro pelo STF torna o cenário eleitoral mais claro, fortalecendo uma potencial candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Ele comenta, no entanto, que a possível retaliação do governo Trump à condenação de Bolsonaro, que poderia adicionar volatilidade ao câmbio, ainda não foi completamente descartada. “Isso pode fazer preço no dólar nos próximos dias se de fato acontecer”, explica.

Ângelo Belitardo, gestor da Hike Capital, diz haver outros fatores que também pesam sobre a queda do dólar hoje. Segundo ele, o juro brasileiro continua muito alto no país, com consenso de mercado de que o Comitê de Política Monetária (Copom) manterá a Selic em 15% na próxima reunião. “A medida preserva o carrego e atrai fluxos. Além disso, há um superávit comercial robusto, com saldo de US$ 7,1 bilhões em julho e exportações firmes no acumulado do ano”, diz.

Pedro Ros, CEO da Referência Capital, lembra que o mercado também nota que o risco fiscal não piorou no curtíssimo prazo. “Em resumo, o Brasil tem hoje uma combinação de prêmio de juros e fluxo que contrasta com a pressão vista em outros emergentes”, diz Ros.

Dados da economia americana também puxam a queda do dólar hoje

No campo político americano, repercute a notícia de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitou a um tribunal a remoção da diretora do Fed Lisa Cook antes da reunião da próxima semana, além da pressão do Senado para confirmar Stephen Miran como novo diretor da autoridade monetária.

Segundo Jefferson Rugik, diretor da Correparti Corretora, a moeda dos EUA também foi pressionada pelo resultado do índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan, que caiu de 58,2 em agosto para 55,4 em setembro, abaixo da previsão de 59,3 pelos analistas consultados pela FactSet. “A confiança veio ruim, abaixo da expectativa, e a inflação, dentro das perspectivas. Isso ratifica o corte de juros pelo Fed na semana que vem. Esse cenário ajudou internamente para a queda do dólar“, afirmou.

Publicidade

O levantamento evidenciou que as expectativas de inflação em 12 meses se mantiveram em 4,8%, enquanto para cinco anos subiram de 3,5% para 3,9%. Para Rugik, além do fluxo exportador, esses dados estimularam a leitura de que a autoridade monetária americana tem espaço para reduzir juros já na reunião de política monetária da próxima semana.

O que esperar do dólar a partir de hoje?

Carlos Braga, CEO do Grupo Studio, explica que o ritmo do câmbio nos próximos dias deve ser ditado por dados de inflação e emprego nos EUA, que orientam os passos do Fed, além da percepção de risco fiscal interno e do fluxo de investidores estrangeiros para renda fixa e Bolsa. Para ele, o dólar deve subir para a faixa dos R$ 5,40 e R$ 5,50, podendo testar patamares mais baixos se os fluxos continuarem positivos e não houver surpresas negativas na política ou nos indicadores fiscais brasileiros.

Já Richard Ionescu, CEO do Grupo IOX, vê não só os dados como decisivos, mas a própria super-quarta, que acontece no próximo dia 17 de setembro. Nesse dia, o investidor deve se deparar com a decisão de juros no Brasil e nos Estados Unidos.

“Se o Banco Central brasileiro reforçar a sinalização de estabilidade da Selic e os EUA confirmarem cortes mais lentos, o real deve seguir relativamente fortalecido. Mas qualquer surpresa, seja no tom do Fed ou em sinais fiscais internos, pode inverter essa tendência rapidamente”.

Ele calcula que o dólar deve operar por volta dos R$ 5,40 nos próximos dias até que saia a decisão definitiva sobre os juros. Na visão dele, esse é um valor que traduz tanto a atratividade local para a renda fixa quanto a cautela com o ambiente externo, que ainda carrega riscos fiscais e geopolíticos relevantes.

Ângelo Belitardo, gestor da Hike Capital, reforça que os mercados já embutem chance elevada de corte de 0,25 ponto porcentual, ancorados por pedidos de seguro-desemprego em alta e núcleos de inflação compatíveis com a desaceleração dos núcleos da inflação dos Estados Unidos. Ele diz que após o dólar ter fechado a R$ 5,39 na véspera e estar caindo a R$ 5,35, o cenário-base é de estabilidade com tendência de valorização do real.

A tendência é que a moeda americana tende a ficar entre R$ 5,30 a R$ 5,55 no muito curto prazo, condicionado às decisões conjuntas do Fed e do BC e ao humor em relação a emergentes.

Risco fiscal é o único fator que pode operar contra a queda do dólar

Pedro Ros, da Referência Capital, aponta que o piso do dólar é por volta de R$ 5,40. No entanto, o analista lembra que essa seria uma janela de curto de prazo. Para ele, acertar a trajetória do dólar no médio ou longo prazo é algo extremamente complexo. Ainda assim, o especialista estima que o cenário fiscal pode ser o único fator que tende a impulsionar a moeda americana, com a divisa podendo chegar a R$ 5,60 se a confiança no governo voltar a balançar.

Por isso, Thiago Costa Azevedo, sócio-fundador da Guardian Capital, argumenta que o investidor deve aproveitar os dias de queda, como hoje, para comprar dólar como uma medida de diversificação de seus investimentos. “O investidor não deve esperar a hora certa para comprar dólar, mas fazer aportes em dólar regularmente para formar um bom preço médio. Ao aproveitar quedas como a do dólar hoje, o crescimento do patrimônio tende a ser exponencial”, explica Azevedo

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • condenação de bolsonaro
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Donald Trump
  • EUA
  • Lula
Cotações
30/01/2026 3h53 (delay 15min)
Câmbio
30/01/2026 3h53 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    XP, BTG e Nubank são alvo de ação judicial no caso Master; promotoria vai analisar

  • 2

    Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

  • 3

    Ibovespa hoje renova recorde em dia de decisão de juros no Brasil e nos EUA

  • 4

    Ibovespa bate recordes em 2026 com entrada de capital gringo; movimento deve continuar?

  • 5

    "Banco do Brasil é sólido. Só está passando por um período difícil", diz Inter Asset

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: passo a passo para se inscrever no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: passo a passo para se inscrever no programa
Imagem principal sobre o Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professoras em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professoras em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (29)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (29)?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: o que é preciso para manter a bolsa?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: o que é preciso para manter a bolsa?
Imagem principal sobre o 5 requisitos que você precisa cumprir se quiser antecipar o saque-aniversário do FGTS
Logo E-Investidor
5 requisitos que você precisa cumprir se quiser antecipar o saque-aniversário do FGTS
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja o calendário completo
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja o calendário completo
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: é preciso se inscrever no programa para receber o benefício?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: é preciso se inscrever no programa para receber o benefício?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Prio (PRIO3) e B3 (B3SA3) lideram altas; Metalúrgica Gerdau (GOAU4) cai 5%
Mercado
Ibovespa hoje: Prio (PRIO3) e B3 (B3SA3) lideram altas; Metalúrgica Gerdau (GOAU4) cai 5%

Índice da B3 recuou após bater máxima histórica, sentido impacto do tom majoritariamente negativo de NY

29/01/2026 | 19h01 | Por Beatriz Rocha
Rede D’Or (RDOR3) e Mater Dei (MATD3) continuam bem-posicionadas para crescimento, afima Santander
Mercado
Rede D’Or (RDOR3) e Mater Dei (MATD3) continuam bem-posicionadas para crescimento, afima Santander

De acordo com relatório, a demanda permanecerá alta por um aumento no número de membros de planos de saúde privados e população envelhecendo

29/01/2026 | 17h00 | Por Wilian Miron
PicPay estreia na Nasdaq e testa reabertura de IPOs; veja como foi a cerimônia
Mercado
PicPay estreia na Nasdaq e testa reabertura de IPOs; veja como foi a cerimônia

Esse é o primeiro IPO de uma empresa brasileira nos EUA desde 2021 e avalia a fintech em US$ 2,6 bilhões

29/01/2026 | 12h53 | Por Valéria Bretas
Juros em 15% ao ano: veja o que sete corretoras e bancos esperam para o Ibovespa
Mercado
Juros em 15% ao ano: veja o que sete corretoras e bancos esperam para o Ibovespa

Com juros no maior nível em duas décadas, mercado passa a discutir ritmo e efeitos do ciclo de cortes, enquanto Bolsa renova máximas e corretoras ajustam projeções

29/01/2026 | 10h05 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador