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Dólar cai e fecha em R$ 5,39 após dados da inflação americana reforçarem corte de juros nos EUA

O Citi não acredita que o CPI possa impedir o Fed de cortar juros em setembro, mas as leituras futuras ainda podem determinar o ritmo dos cortes para 2025

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

11/09/2025 | 9:12 Atualização: 11/09/2025 | 17:11

Notas de dólar. (Foto: Adobe Stock)
Notas de dólar. (Foto: Adobe Stock)

O dólar hoje fecha em queda após dados da inflação dos Estados Unidos, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês), levemente acima do esperado, mas reforçarem a necessidade de um corte de juros na reunião do banco central dos EUA na próxima semana. O mercado também seguiu atento ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. O placar agora está 3 a 1, com a maioria dos votos para condená-lo à prisão. A moeda americana encerrou em -0,27%, a R$ 5,3922.

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Segundo dados do Departamento do Trabalho, o Índice de Preços ao Consumidor dos Estados Unidos subiu 0,4% em agosto ante julho. O número ficou levemente acima do esperado, visto que a mediana das estimativas coletadas pelo Projeções Broadcast apontava alta de 0,3% no índice.

Na comparação anual, o CPI subiu 2,9% em agosto, enquanto analistas consultados pelo Broadcast também aguardavam um crescimento de 2,9%. O dado ancorou ainda mais as expectativas do mercado para um corte de 0,25 ponto porcentual nos juros dos EUA pelo banco central local, o Federal Reserve (Fed).

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Segundo dados da plataforma FedWacht, da Bolsa de Chicago, até ontem 9% dos analistas precificavam um corte de 0,5 ponto porcentual do Fed na próxima reunião de 17 de setembro, enquanto 91% do mercado esperava um corte de 0,25 ponto porcentual. Depois do dado de hoje, 94,5% dos analistas do mercado americano precificam um corte de 0,25 ponto porcentual e 5,5% calcula um corte de 0,5 ponto porcentual. Sendo assim, o número serviu para reforçar ainda mais visão mais conservadora sobre a redução de juros.

Após o fraco relatório de empregos, conhecido como payroll, da semana passada, o Citi não acredita que o CPI possa impedir o Fed de cortar juros em setembro, mas as leituras futuras ainda podem ajudar a determinar o ritmo dos cortes para 2025. O banco previa aumento mensal de 0,31% no núcleo do CPI em agosto. “Os próximos meses de dados de inflação também serão um teste crucial de como exatamente as tarifas podem impactar os preços ao consumidor”, acrescenta.

Julgamento de Bolsonaro e vendas no varejo tendem a impactar o dólar hoje

No Brasil, a agenda trouxe a continuidade do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete réus no Supremo Tribunal Federal (STF), às 14h. Após o voto-surpresa do ministro Luiz Fux pela absolvição de Bolsonaro, Cármen Lúcia votou pela condenação e Cristiano Zanin é o próximo a apresentar sua posição. Mesmo com o voto de Zanin, os réus já foram condenados pela maioria do STF.

A política também se insere no cenário com a aprovação, ontem, da Câmara da urgência para o projeto que retira gastos de saúde e educação financiados pelo Fundo Social do limite do arcabouço fiscal, medida vista como fragilização das regras de controle de gastos. O avanço pressiona a percepção de risco fiscal e pode alimentar volatilidade nos juros e no câmbio.

Ontem, o dólar fechou em queda 0,54%, a R$ 5,40, após dados da economia brasileira e americana melhores que o esperado. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto marcou deflação de 0,11%, baixa reduzida em relação à queda de 0,16% esperada pela projeção do Broadcast. Para mais informações sobre o dólar hoje, clique aqui.

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*Com projeções do Broadcast

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