• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Para onde vai o dólar após Trump aumentar tarifas contra a China?

Analistas afirmam que uma eventual reação da China seria o principal risco, já que as tarifas anunciadas hoje foram precificadas na sexta-feira (10)

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade e  Isabela Ortiz 

15/10/2025 | 15:00 Atualização: 15/10/2025 | 15:35

Veja o que o mercado projeta para o dólar após Trump confirmar novas tarifas para a China (Foto: Adobe Stock)
Veja o que o mercado projeta para o dólar após Trump confirmar novas tarifas para a China (Foto: Adobe Stock)

O dólar recua nesta quarta-feira (15) mesmo após os Estados Unidos anunciarem tarifas de até 150% contra a China — medida que agrava a guerra comercial e eleva o risco global. Analistas ouvidos pelo E-Investidor avaliam que a queda da moeda americana tende a continuar diante do cenário de corte de juros. No entanto, uma eventual reação da China pode alterar a trajetória do dólar no curto prazo.

Leia mais:
  • Como plataformas e fintechs estão redesenhando o sistema financeiro brasileiro
  • Selic alta encarece crédito e trava imóveis, mas 2026 deve ser melhor para quem quer comprar a casa própria?
  • Quem tem medo de 2028? Isa Energia (ISAE4) avisa que está com dividendos bem controlados até lá: “Parecem renda fixa”
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Por volta das 14h30, o dólar caía 0,45%, a R$ 5,4566. O governo dos EUA anunciou uma nova rodada de tarifas de 100% a 150% sobre produtos chineses ligados aos setores marítimo, logístico e de construção naval. A ação busca “reduzir a dependência de fontes chinesas” e “fortalecer a segurança econômica e de cadeias de suprimentos” do país, segundo documento que será publicado amanhã no Federal Register, o diário oficial dos EUA.

Conforme o texto, as novas tarifas entram em vigor em 9 de novembro e abrangem uma ampla gama de equipamentos usados em portos e transporte intermodal. Entre os produtos afetados estão guindastes “ship-to-shore” (STS), aqueles usados para descarregar contêineres de embarcações, e chassis intermodais e suas partes, como trailers e semi-reboques empregados no transporte de cargas marítimas e ferroviárias. A tarifa também se aplica a equipamentos “fabricados, montados ou contendo componentes de origem chinesa”, inclusive aqueles produzidos “por empresas controladas ou substancialmente influenciadas por nacionais chineses“.

  • Dólar cai com mercado à espera do Livro Bege após Powell sinalizar cortes de juros nos EUA

Na visão de Felipe Corleta, sócio da Brazil Wealth, o cenário de tensão comercial com a China tem valorizado mais ouro e outras moedas defensivas como o franco suíço e o euro. Nesta quarta (15), o ouro subia 1,18% e era negociado a US$ 4.212,46 por onça troy. No ano, o ouro sobe 58,23%. Segundo Corleta, a commodity também tem batido recordes sucessivos em meio aos temores sobre as questões fiscais dos Estados Unidos. Além disso, boa parte dessas tarifas anunciadas hoje já foram precificadas pelo mercado.

“O dólar também não possui força no pregão de hoje pelo fato de ter disparado na sexta-feira, quando o presidente americano anunciou que colocaria essas tarifas. Desse modo, o mercado já havia precificado essas tarifas quando a moeda disparou 2,5% no dia 10 de outubro”, argumenta Corleta.

Para Hudson Bessa, especialista na Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (FIPECAFI), a tendência é de desvalorização do dólar, reflexo da política econômica do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ao impor tarifas e não resolver os problemas ficais americanos, fragiliza a economia local.

“Diante desse cenário, a tendência é de queda da moeda americana. No entanto, momentos de forte turbulência podem causar disparada da moeda, mesmo com esse cenário atual. Isso porque não há nenhum país no ocidente que supra a demanda do dólar”, afirma Bessa.
  • Ouro atinge novo recorde com tensão EUA-China e aposta de corte de juros do Fed

Expectativas de corte de juros pelo Fed também puxa queda do dólar

Para João Soares, cofundador do Grupo Rio Negro Investimentos, outro fator que puxa o dólar para baixo é a expectativa de corte de juros nos EUA. Ontem, o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, alertou que os riscos negativos para o mercado de trabalho americano aumentaram, segundo os dados mais recentes disponíveis.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Em discurso durante o encontro anual do National Association for Business Economics (NABE), o dirigente afirmou que, embora a taxa de desemprego tenha permanecido baixa até agosto, os ganhos de emprego “desaceleraram fortemente”, reflexo, em parte, da queda na imigração e da menor participação na força de trabalho.

Powell avaliou que o mercado de trabalho está “menos dinâmico e um pouco mais fraco”, e que o ritmo de contratações e demissões permanece baixo. Segundo ele, tanto as famílias quanto as empresas relatam percepções em declínio sobre disponibilidade de vagas e dificuldade de contratação. Nesse contexto, disse o presidente do Fed, “os riscos negativos para o emprego parecem ter aumentado”, alterando o equilíbrio de riscos monitorado pela autoridade monetária.

O Fed tem um mandato duplo de controlar a inflação e manter a geração de emprego ativa. Um ciclo de aperto monetário aponta preocupação com a inflação, já um ciclo de afrouxamento monetário significa uma preocupação com a geração de emprego. Ou seja, as falas de Powell foram vistas como um reforço para o corte de juros na próxima reunião de 29 de outubro. Atualmente, 95% do mercado precifica corte de 0,25 ponto porcentual pelo Fed na reunião do fim deste mês, segundo dados da CME Group.

“Quando o Fed corta juros, há uma tendência de baixa do dólar, pois os investidores buscam retornos mais em países juros mais altos, incluindo o Brasil”, reforça Soares.

O que esperar do do dólar após as novas tarifas de Trump?

Os analistas dizem que o investidor só deve encontrar uma piora no cenário de câmbio caso haja alguma retaliação da China contra os Estados Unidos. Thiago Azevedo, sócio da Guardian Capital, explica que o dólar pode chegar a R$ 4,70 em 2026 caso os cortes de juros esperados pelo Fed se concretizem em um cenário sem grande sustos ou retaliações tarifárias por parte da China.

“Já se houver uma escalda tarifária, com a China respondendo às tarifas, o investidor pode esperar uma disparada do dólar, e a moeda americana pode ultrapassar os R$ 5,60”, afirma Azevedo.

Os demais analistas possuem uma visão ainda mais pessimista. Angelo Belitardo, gestor da Hike Capital, estima que a moeda pode ir para a faixa do R$ 6,20 caso a China responda Trump com um tom duro. O mesmo patamar é apontado por Felipe Corleta. “Esse cenário conta ainda com a piora do quadro fiscal no Brasil, caso aconteça apenas a piora da guerra tarifária, vemos o dólar por volta dos R$ 5,80”, aponta Belitardo.

Por outro lado, uma não reação da China tende a manter o dólar na tendência de queda. Belitardo acredita que no cenário benigno o dólar poderia ir para R$ 5,10 ao fim de 2025 e até R$ 4,80 ao fim de 2026. “Esse número seria puxado por uma calmaria no mercado internacional, uma política fiscal organizada e um diferencial de juros entre os Estados Unidos e o Brasil atrativo”, argumenta.

Publicidade

Já Claudia Moreno, economista do C6 Bank, projeta uma taxa de câmbio de R$ 5,50 para o fim de 2025 e R$ 6,00 para 2026. O motivo para o banco ver uma alta do dólar no futuro próximo está mais associado às questões brasileiras do que ao ambiente externo de guerra comercial. Claudia Moreno salienta que o Brasil tem uma dívida pública elevada, e a expectativa é que ela continue crescendo.

“Existe uma relação histórica: quanto maior for a dívida do governo, mais o câmbio tende a se depreciar. Isso ocorre porque os investidores percebem maior risco em investir em moeda local, reduzindo a entrada de dólares no país e pressiona a taxa de câmbio”, explica Moreno, do C6.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Mercados
  • moedas
Cotações
14/01/2026 14h33 (delay 15min)
Câmbio
14/01/2026 14h33 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Espera por socorro do FGC faz investidor perder dinheiro com CDBs do Master; veja quanto

  • 2

    O salto que ninguém esperava: as ações que elevaram dividendos em até R$ 8,39 por papel

  • 3

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

  • 4

    “Venezuela é inviável”: ExxonMobil alerta Trump e fecha a porta para bilhões no petróleo

  • 5

    Bitcoin nunca será dinheiro e, se for, deixará de ser cripto, diz pesquisador

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Imagem principal sobre o Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Logo E-Investidor
Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Imagem principal sobre o 4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Logo E-Investidor
4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Imagem principal sobre o Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Logo E-Investidor
Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Imagem principal sobre o Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Imagem principal sobre o Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Logo E-Investidor
Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Últimas: Mercado
MRV (MRVE3) volta a gerar caixa no Brasil, mas operação nos EUA ainda preocupa
Mercado
MRV (MRVE3) volta a gerar caixa no Brasil, mas operação nos EUA ainda preocupa

Prévia do 4º tri tem melhora na geração de caixa no MCMV; subsidiária Resia segue pressionando

14/01/2026 | 13h51 | Por Isabela Ortiz
Balanços dos grandes bancos dos EUA no 4T25 testam a tese de soft landing e calibram expectativas para 2026
Mercado
Balanços dos grandes bancos dos EUA no 4T25 testam a tese de soft landing e calibram expectativas para 2026

Resultados de Bank of America, Wells Fargo e Citigroup reforçam a leitura de resiliência da economia americana, mas indicam que o melhor momento do ciclo de juros para o setor bancário pode ter ficado para trás

14/01/2026 | 12h08 | Por Isabela Ortiz
Acordo Mercosul-União Europeia: os setores que ganham e os que perdem com a nova concorrência
Mercado
Acordo Mercosul-União Europeia: os setores que ganham e os que perdem com a nova concorrência

Agronegócio e commodities reforçam vantagens competitivas com acesso ao mercado europeu, enquanto indústria química, automotiva e manufaturados enfrentam maior pressão sobre preços e margens

14/01/2026 | 09h36 | Por Isabela Ortiz
Acordo Mercosul-UE pode mexer com câmbio, juros e risco Brasil: o que o investidor deve acompanhar
Mercado
Acordo Mercosul-UE pode mexer com câmbio, juros e risco Brasil: o que o investidor deve acompanhar

Efeitos sobre ativos dependem de ratificação, tempo de implementação e cenário fiscal doméstico

14/01/2026 | 09h34 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador