• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Recessão ou estagflação? Os riscos da economia nos EUA e o impacto para o mercado brasileiro

As tarifas de importação de Donald Trump "bagunçaram" a previsibilidade econômica dos Estados Unidos

Por Daniel Rocha

10/03/2025 | 14:47 Atualização: 14/03/2025 | 15:03

(Foto: Adobe Stock)
(Foto: Adobe Stock)

A incerteza sobre os rumos da economia nos Estados Unidos (EUA) em meio à conduta polêmica do presidente americano, Donald Trump, contaminou os mercados globais. Os principais índices de Wall Street encerraram a última semana com perdas relevantes. O S&P 500 e Nasdaq, por exemplo, caíram 3,10% e 3,45%, respectivamente, no acumulado semanal, enquanto o índice de small caps Russel 2000 teve uma queda de 4,05% durante o mesmo período.

Leia mais:
  • Resposta populista de Lula à baixa popularidade preocupa mercado, diz Erich Decat
  • Mesada em dividendos? As melhores ações para garantir proventos todo mês
  • O que fez o bitcoin alcançar o seu menor nível de preço em quatro meses?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Os juros dos treasuries americanos de curto prazo também acompanham esse movimento. Os títulos com prazo para 10 anos alcançaram um rendimento de 4,25%, enquanto o de dois anos chegou a 3,90%. O recuo espelha as apostas do mercado para uma retomada do corte da taxa de juros dos Estados Unidos ainda no primeiro semestre a fim de evitar uma deterioração da economia.

Todo esse estresse se deve às reviravoltas da aplicação das tarifas de importação sobre os produtos vindos do México e do Canadá que, além de causar uma tensão comercial entre os países, podem elevar a inflação do país. Há ainda a situação do mercado de trabalho americano que têm criado menos empregos do que o esperado.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Em fevereiro, o departamento do trabalho americano reportou a abertura de 151 mil empregos em fevereiro, enquanto as projeções apontavam para uma geração de 160 mil novas vagas durante o período, segundo as projeções Broadcast. “As várias mudanças de políticas na Casa Branca – comércio, imigração e política fiscal – têm o potencial de desacelerar o crescimento e as contratações nos próximos meses”, alertou o Morgan Stanley ao analisar os dados de trabalho, em relatório.

Essa dinâmica alimentou entre os analistas o receio da maior economia do mundo entrar em recessão nos próximos meses. Alguns até cogitaram, na última semana, a possibilidade de uma estagflação, quando há a combinação rara de alta dos preços junto com uma queda da atividade econômica, fenômeno bastante temido pelos economistas. A possibilidade surgiu após os dados do Federal Reserve (Fed) de Atlanta projetarem uma queda de 2,8% no PIB dos EUA para o primeiro trimestre.

Trump também não descartou os riscos de um enfraquecimento da economia norte-americana. No domingo (9), em entrevista ao canal Fox News, o chefe da Casa Branca afirmou que os EUA passam por um período de transição. “Tenho que construir um país forte, não dá para prestar atenção no mercado”, afirmou o republicano ao ser questionado sobre as reações dos índices acionários.

Como isso afeta o Brasil?

Os sinais de uma recessão dos EUA podem obrigar o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) a antecipar a retomada do ciclo de queda de juros no país. Segundo informações do Business Insider, o mercado espera até três cortes de 0,25 pontos percentuais até o fim do ano. Caso essa projeção se materialize, o fluxo de capital estrangeiro pode seguir em direção a mercados emergentes, como o Brasil.

“Os juros brasileiros também estão muito elevados. Então, o investidor tem um carry trade (estratégia de investimento que consiste na diferença entre as taxas de juros) que fica favorável. Então, há condições de ter algum fluxo em direção ao Brasil”, diz Alexandre Mathias, estrategista-chefe da Monte Bravo. Segundo os dados da B3, até o dia 6 de março o fluxo de capital estrangeiro continua com um saldo positivo com uma entrada de US$ 8,6 bilhões em 2025.

Publicidade

Em contrapartida, a desaceleração econômica nos EUA implicaria na relação comercial com o Brasil, especialmente no segmento de commodities agrícolas. “Podemos observar uma pressão negativa no preço da cotação das commodities e, como consequência, redução na arrecadação tributária para esses componentes”, diz Angêlo Belitardo, gestor da Hike Capital. Em caso de uma estagflação, os efeitos seriam ainda piores. O Fed teria a difícil missão de encontrar um equilíbrio nas taxas de juros para controlar a alta da inflação e estimular a economia.

Isso poderia pressionar para cima a curva de juros no Brasil e ainda fortalecer o dólar frente às moedas emergentes, como o real. “Nesse ambiente, a bolsa americana tende a passar por uma realização de lucro e a bolsa brasileira não estaria imune a esse movimento. A situação elevaria a aversão ao risco no mundo inteiro e, como consequência, reduziria o fluxo de capital estrangeiro para o Brasil”, diz André Barbosa, especialista em investimentos.

Exagero do mercado?

Apesar do estresse dos mercados, Mathias acredita que a economia americana seguirá com performances positivas nos próximos meses devido às políticas de corte de gastos, realizados pelo governo americano, e estímulos econômicos. “Trump é um personagem errático. Ele vai improvisando passo a passo. Isso não é bom e tem um custo para a economia. Mas não é um custo elevado assim”, diz o estrategista-chefe da Monte Bravo.

Ou seja, a atenção dos investidores brasileiros, na avaliação dele, deve continuar voltada para os problemas domésticos que prejudicam a recuperação das ações brasileiras e elevam as projeções dos juros no País. Beto Saadia, diretor da Nomos, escritório de investimentos, também enxerga os sinais de desaceleração como um movimento natural da maior economia do mundo e ressalta que o temor de uma estagflação representa uma leitura superficial do mercado.

Segundo ele, os dados do Fed de Atlanta, divulgados na última semana, que projetavam uma queda acentuada do PIB dos EUA, refletem a corrida das empresas em antecipar a compra de itens importados antes da vigência das novas tarifas de importação. “Algumas empresas anteciparam um estoque de um ano inteiro de importação. Quando há um aumento da importação, o PIB se contrai porque cria uma balança comercial deficitária”, explica Saadia. Ou seja, a tendência é de que esse efeito seja neutralizado à medida que os produtos forem sendo comercializados no mercado.

Publicidade

Com informações do Broadcast

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Conteúdo E-Investidor
  • EUA
  • Nasdaq
Cotações
04/02/2026 21h24 (delay 15min)
Câmbio
04/02/2026 21h24 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro, enquanto Caixa Seguridade, Itaúsa e Petrobras ganham peso

  • 2

    Regulamentação de criptomoedas entra em vigor

  • 3

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

  • 4

    Dow Jones hoje em tempo real: veja a cotação agora e o que está mexendo com Wall Street

  • 5

    Carteiras recomendadas para fevereiro: como investir após o rali histórico do Ibovespa

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Imagem principal sobre o O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Logo E-Investidor
O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Imagem principal sobre o INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Logo E-Investidor
INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas; Raízen (RAIZ4) e Totvs (TOTS3) despencam
Mercado
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas; Raízen (RAIZ4) e Totvs (TOTS3) despencam

Após balanço do Santander (SANB11) dividir analistas, dia foi marcado por queda de grandes bancos

04/02/2026 | 19h40 | Por Beatriz Rocha
Mercado imobiliário de alto padrão cresce 20% em 2025 e supera R$ 30 bilhões em lançamentos
Mercado
Mercado imobiliário de alto padrão cresce 20% em 2025 e supera R$ 30 bilhões em lançamentos

Com juros altos e custos pressionados, o crescimento ficou concentrado nas grandes incorporadoras; a Cyrela lidera os lançamentos e reforça o imóvel de alto padrão

04/02/2026 | 18h28 | Por Igor Markevich
Lucro do Santander (SANB11) no 4T25: de ‘sólido’ a ‘ligeiramente negativo’, balanço divide analistas
Mercado
Lucro do Santander (SANB11) no 4T25: de ‘sólido’ a ‘ligeiramente negativo’, balanço divide analistas

Lucro cresceu 6% em um ano, mas deterioração de indicadores de crédito e Selic elevada pesaram na leitura do mercado

04/02/2026 | 15h14 | Por Daniel Rocha
Ouro despenca, dólar sobe: o que a correção dos metais revela sobre proteção, especulação e o erro do investidor
Mercado
Ouro despenca, dólar sobe: o que a correção dos metais revela sobre proteção, especulação e o erro do investidor

Queda acentuada do ouro e da prata reflete desmonte de posições altamente alavancadas, enquanto bancos centrais seguem sustentando o metal no longo prazo

04/02/2026 | 10h11 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador