• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Com crise nos reservatórios, investidor deve ficar atento às elétricas

A situação também pode causar impactos no mercado financeiro

Por Rebeca Soares

07/06/2021 | 4:30 Atualização: 09/08/2021 | 9:36

Socorro às distribuidoras de energia deve ficar em R$ 4,5 bilhões. (Foto: Envato Elements)
Socorro às distribuidoras de energia deve ficar em R$ 4,5 bilhões. (Foto: Envato Elements)

A diminuição no volume de chuvas fez o Sistema Nacional de Meteorologia (SNM) emitir um alerta de emergência hídrica. Agora, o País está em um cenário delicado e incerto para a produção de energia elétrica. A situação também pode causar impactos no mercado financeiro e o investidor deve estar atento aos impactos nas ações ligadas ao setor.

Leia mais:
  • AES Brasil passa a ter ações negociadas no Novo Mercado da B3
  • As ações que mais pagaram dividendos na última década
  • XP mira derivativos e renováveis com aposta em comercializadora de energia
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A energia proveniente das hidrelétricas é responsável por 63,8% da produção no Brasil, segundo o Ministério de Minas e Energia. Estudos de acompanhamento para o Setor Elétrico realizados pelo SNM alertam que as perspectivas climáticas indicam que a maior parte da região central do Brasil entra em seu período com menor volume de chuvas de maio a setembro.

“As empresas mais expostas a fontes hídricas e as que têm maiores níveis de contratação devem ser as mais afetadas, pois precisam honrar os contratos”, afirma Vitor Sousa, analista de investimentos com ênfase no setores de Energia Elétrica e Saneamento da Genial Investimentos. “Para isso, podem acabar precisando comprar no mercado à vista (operação de troca imediata de produtos entre diferentes empresas de um mesmo setor), que em geral é uma energia mais cara. Como é o caso da Cesp (CESP6).”

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O analista avalia que a Engie Brasil (ENGIE3) e a AES Brasil (AESB3) devem ser afetadas, mas em menor escala por conta de um nível de contratação menor. “Apesar da fonte hidrelétrica ser a maior parte, a Engie está exposta a outros negócios, como ativos em eólica e gás. Assim como a AES Brasil, que também tem produção eólica”, sugere Sousa.

O especialista da Genial também vê com bons olhos a Alupar (ALUP11) por ser majoritariamente ligada ao segmento de transmissão e ter investimentos hidrelétricos em outros países. “As empresas de transmissão de energia aliam proteção, pagamento de dividendos e reajustes à inflação”. Entretanto, a influência das dívidas das companhias também pode amenizar ou piorar a situação. “Mesmo sendo muito exposta, a Cesp tem uma dívida baixa, podendo ajudar no controle da crise”, afirma.

Para Ricardo França, analista da Ágora Investimentos, o investidor que deseja ter elétricas na carteira para diversificar o portfólio deve procurar aquelas que investem em outra matriz de energia que não dependa da “situação preocupante desta época do ano”.

“A Ômega (OMGE3) e a Eneva (ENEV3) são boas opções para ter na carteira por investir em energias eólica e térmica, respectivamente. Pelo menos enquanto as geradoras focadas em energia hidrelétricas, maior matriz do País, estão em situação crítica por depender dos níveis baixos dos reservatórios”, destaca.

Publicidade

Ele reforça que além das geradoras, pode haver impacto também entre as distribuidoras e transmissoras. “Se houver impacto no aumento do despacho térmico, pode gerar um custo de compra de energia mais elevado, que não necessariamente deve afetar as distribuidoras por ser repassado para o preço final direcionado ao consumidor. Só deve afetar dependendo do calendário de reajuste entre compra e repasse”, explica França.

Para a economista e analista CNPI Louise Barsi, o que mais deve influenciar os investimentos é a expectativa do mercado. Segundo ela, para traçar o futuro das empresas, é necessário esperar os cálculos de riscos da crise hídrica, que devem ser avaliados por profissionais qualificados da área. “Ter uma crise hídrica não significa exatamente que o preço das ações desse setor pode despencar. O movimento da Bolsa tem muito mais a ver com expectativa dos agentes”, alerta.

Barsi também afirma que não é a primeira vez que o Brasil passa por uma situação como essa. Houve o grande apagão elétrico em 2000, que causou racionamento de energia, e a crise no sistema Cantareira em 2015. “Por mais que o setor de energia tenha essa sazonalidade na questão hídrica, podemos enxergar como grandes oportunidades para tornar sócios de boas empresas”, complementa.

Como ficarão os dividendos das elétricas

As empresas do setor elétrico são algumas das melhores pagadoras de dividendos. Entre elas, Taesa (TAEE11), Ger Paranapanema (GEPA4), Cemig (CMIG4), Copel (CPLE3 e CPLE6) são os papéis que mais pagaram dividendos nos últimos 10 anos, segundo levantamento feito pela Economatica, com dados de janeiro de 2011 a junho de 2021. Com a crise no segmento, uma preocupação do investidor é que essa ela afete os proventos distribuídos.

Para França, a situação pode piorar caso as empresas precisem comprar no mercado spot (à vista), operação de compra imediata realizada principalmente pelos setores agrícolas e de energia, quando falta determinado produto e é preciso entregar uma demanda. “Aumentam os custos, diminui o resultado, cai o lucro e diminuem os dividendos. Ainda não é o cenário base, mas ainda estamos no início de uma crise que pode ter grandes desdobramentos”, afirma o analista.

Publicidade

Em relação à desvalorização das empresas, o analista da Ágora afirma que ainda não é possível prever essa possibilidade. “Vai depender do nível de estresse que o Brasil vai passar. Estamos em um sinal de alerta, mas não devemos, pelo menos no curtíssimo prazo, ter uma interrupção ou recuo significativo no fornecimento e na demanda de energia”, avalia.

Para Sousa, da Genial, as empresas podem distribuir menos dividendos por “questão de conservadorismo”. Entretanto, ainda não é possível avaliar se haverá desvalorização permanente das empresas. “O ONS (Operador Nacional de Sistema Elétrico) deve fazer uma revisão das garantias físicas para avaliar a capacidade de geração da empresa. Se houver mudança, podemos considerar a desvalorização”, complementa.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ágora Investimentos | E-Investidor
  • Companhia Energética de São Paulo (CESP6)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Eneva (ENEV3)
  • Engie Brasil (EGIE3)
  • Ômega
  • Setor elétrico
Cotações
13/01/2026 1h51 (delay 15min)
Câmbio
13/01/2026 1h51 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Espera por socorro do FGC faz investidor perder dinheiro com CDBs do Master; veja quanto

  • 2

    Como juntar R$ 30 mil em 2026 com o Tesouro Selic?

  • 3

    Por que o seguro de vida virou peça-chave na estratégia da alta renda — e faz sentido também para o pequeno investidor

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda em meio a temor global sobre a autonomia do Fed após acusação a Powell

  • 5

    O salto que ninguém esperava: as ações que elevaram dividendos em até R$ 8,39 por papel

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Rio de Janeiro libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Logo E-Investidor
Rio de Janeiro libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: quem teve direito ao saque integral?
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: quem teve direito ao saque integral?
Imagem principal sobre o Quina: saiba quantos números você pode apostar com um jogo de R$ 3,00
Logo E-Investidor
Quina: saiba quantos números você pode apostar com um jogo de R$ 3,00
Imagem principal sobre o Prova de Vida 2026: como fazer procedimento pelo caixa eletrônico?
Logo E-Investidor
Prova de Vida 2026: como fazer procedimento pelo caixa eletrônico?
Imagem principal sobre o Onde realizar o jogo da Dupla Sena?
Logo E-Investidor
Onde realizar o jogo da Dupla Sena?
Imagem principal sobre o Foi demitido após 23 de dezembro de 2025? Veja se você pode sacar saldo retido do FGTS
Logo E-Investidor
Foi demitido após 23 de dezembro de 2025? Veja se você pode sacar saldo retido do FGTS
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo: veja o calendário de sorteios
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo: veja o calendário de sorteios
Imagem principal sobre o Como apostar na Dupla Sena?
Logo E-Investidor
Como apostar na Dupla Sena?
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Vamos (VAMO3) salta com prévia operacional; Cury (CURY3) cai quase 4%
Mercado
Ibovespa hoje: Vamos (VAMO3) salta com prévia operacional; Cury (CURY3) cai quase 4%

Principal referência da B3 contrariou movimento observado em Nova York, onde índices subiram

12/01/2026 | 19h44 | Por Beatriz Rocha
Fed na mira: entenda por que investigação contra Jerome Powell acende alerta no mercado
Mercado
Fed na mira: entenda por que investigação contra Jerome Powell acende alerta no mercado

Powell disse ter recebido ameaça de uma acusação criminal do Departamento de Justiça dos EUA

12/01/2026 | 16h11 | Por Beatriz Rocha
“Base Exchange vai cobrar tarifas mais justas”, diz CEO sobre nova bolsa concorrente da B3
Mercado
“Base Exchange vai cobrar tarifas mais justas”, diz CEO sobre nova bolsa concorrente da B3

Controlada pelo Mubadala, a Base aguarda aval do BC e da CVM para lançar uma nova Bolsa de ações à vista até 2027

12/01/2026 | 14h00 | Por Estadão Conteúdo
Troca no comando da Brava Energia (BRAV3) vira gatilho para destravar valor e acelerar desalavancagem, diz BTG
Mercado
Troca no comando da Brava Energia (BRAV3) vira gatilho para destravar valor e acelerar desalavancagem, diz BTG

Banco vê mudança no comando como catalisador para gestão mais ativa de ativos, disciplina financeira e maior retorno ao acionista

12/01/2026 | 12h10 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador