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Mercado

Proibição chinesa sobre Boeing abre caminho positivo para Embraer (EMBR3), dizem analistas

Ações da fabricante brasileira de aeronaves sobem nesta terça-feira refletindo o anúncio da China

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

15/04/2025 | 15:27 Atualização: 15/04/2025 | 15:27

Lua de mel da Embraer com o mercado deve continuar, segundo analistas. Em 2025 até o início de julho, ações EMBR3 já sobem 47%. (Foto: Adobe Stock)
Lua de mel da Embraer com o mercado deve continuar, segundo analistas. Em 2025 até o início de julho, ações EMBR3 já sobem 47%. (Foto: Adobe Stock)

As ações da Embraer (EMBR3) sobem no pregão desta terça-feira (15) após a China proibir que as companhias aéreas do país recebam novas entregas de jatos da empresa americana Boeing, em resposta às tarifas de 145% sobre a importação de produtos chineses impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Analistas ouvidos pelo E-Investidor enxergam a proibição chinesa como um possível caminho para a fabricante brasileira de aeronaves expandir seus negócios no mercado asiático — e lucrar mais.

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Às 14h26 (de Brasília), as ações da Embraer subiam 2,98%, a R$ 64,60. Para Arthur Horta, especialista em investimentos da GTF Capital, o anúncio da retaliação chinesa tende a ser muito positivo para a Embraer. Isso porque a China, como segunda maior economia do mundo, é um mercado estratégico para as fabricantes de aeronaves. E sem a Boeing atuando como concorrente, o caminho ficaria livre para a Embraer.

Chrystian Matias de Oliveira, analista da Levante Corp, diz que a retaliação chinesa à Boeing pode, sim, abrir espaço para a Embraer — ainda que limitadamente. Na visão dele, embora a Embraer não concorra diretamente com os modelos maiores da Boeing, seus jatos regionais (como os E190-E2 e E195-E2) podem ser considerados para rotas de menor demanda ou para ampliar a conectividade em regiões menos densas.

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No entanto, Oliveira lembra que a Embraer encerrou sua linha de produção na China em 2016, onde fabricava o Legacy 650 e, anteriormente, o ERJ-145. A decisão ocorreu em meio à baixa demanda por seus jatos no país e à prioridade dada pelo governo chinês ao fortalecimento da indústria aeronáutica nacional.

O especialista comenta ainda que, apesar de já ter obtido a certificação de tipo para os modelos E190-E2 e E195-E2 junto à autoridade de aviação chinesa (CAAC), a Embraer ainda enfrenta dificuldades para conquistar pedidos relevantes no país.

“Embora a conquista de market share na China não seja garantida, especialmente diante do foco do país em apoiar fabricantes nacionais, a recente retaliação chinesa à Boeing pode abrir espaço para mudanças no setor. Isso cria uma oportunidade para a Embraer avançar de forma estratégica, sobretudo em nichos como jatos regionais, contratos de leasing e programas de conectividade com aeronaves menores”, avalia Oliveira.

Gianluca Di Mattina, da Hike Capital, diz que mesmo após o fim da parceria, a empresa preservou relações institucionais com a aviação civil chinesa. Ele diz que hoje, a participação de mercado da Embraer na China é de cerca de 2,6%, restrito principalmente a jatos regionais. “Com a retirada da Boeing, a Embraer pode avançar para 5% a 7% do mercado regional nos próximos anos, caso consiga fechar novos pedidos e, eventualmente, explorar produção local ou acordos industriais. Isso dependerá, também, da sua capacidade de competir com o ARJ21 e o C919 da estatal COMAC”, aponta Di Mattina.

Vale a pena investir nas ações da Embraer?

Humberto Aillon, especialista na Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (FIPECAFI), explica que a ação da Embraer pode ser vista como atrativa para o investidor. Ele comenta que o setor aéreo é estratégico para diversas economias e a Embraer é realmente reconhecida globalmente pela qualidade e capacidade de expansão na produção e entrega de novas aeronaves.

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Com base nas expectativas de novos acordos comerciais, tração de receitas e manutenção da rentabilidade, Aillon estima que a ação da Embraer pode encerrar 2025 cotada a R$ 85 — um potencial de valorização de 35,5% em relação ao preço de fechamento de ontem (R$ 62,73).

Oliveira, da Levante Corp, acredita que as recentes correções abriram uma oportunidade mais atrativa para investidores que queiram se posicionar nos papéis da Embraer. O analista relata que a empresa conta com diversas campanhas comerciais em andamento em várias regiões do mundo, e estima que a concretização de novos pedidos possa ser um catalisador positivo.

“Em resumo, a notícia representa um possível impulso para a fabricante brasileira, que tem se movido para fortalecer sua presença no mercado chinês. Além disso, consideramos que o pessimismo em torno das entregas mais fracas do primeiro trimestre não justifica uma perda de confiança no cumprimento do guidance para o ano”, diz Oliveira ao recomendar compra para a ação EMBR3.

Já Di Mattina, da Hike Capital, afirma que o preço da ação era considerado atrativo na comparação com os pares globais, mesmo tendo acumulado alta de mais de 35% nos últimos 12 meses. Essa valorização, segundo ele, foi justificada por fundamentos como a retomada do setor aéreo, a forte carteira de pedidos (backlog acima de US$ 18 bilhões) e por margens crescentes.

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“Além do setor de aviação comercial, a Embraer vem ganhando relevância nos segmentos de Defesa e Serviços, diversificando receitas, deixando o papel cada vez melhor para o investidor”, finaliza.

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