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Mercado

As empresas da Bolsa brasileira que ganham com o alívio no tarifaço de Trump

Presidente dos EUA ampliou conjunto de exceções, que agora tem mais de 900 produtos, como café e carne

Por Beatriz Rocha

21/11/2025 | 18:46 Atualização: 21/11/2025 | 20:07

Empresas agroexportadoras são principais beneficiadas do recuo de Trump. Foto: Adobe Stock
Empresas agroexportadoras são principais beneficiadas do recuo de Trump. Foto: Adobe Stock

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, removeu na quinta-feira (20) a tarifa adicional de 40% aplicada a diversos produtos brasileiros exportados para o mercado americano, incluindo cortes selecionados de carne bovina e café.

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A lista de exceções ao tarifaço, que já contava com 700 nomes, agora tem mais de 900 produtos. O Estadão criou uma ferramenta para facilitar a pesquisa dos itens isentos. Confira aqui.

Na semana passada, Trump já havia assinado uma ordem executiva que retirou a tarifa recíproca de 10% sobre a importação de produtos como carne bovina, banana, café e tomate.

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Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, avalia que os exportadores brasileiros poderão voltar a competir em condições mais equilibradas com outros países que tiveram suas tarifas reduzidas nos últimos dias. “A decisão devolve visibilidade ao agro exportador, beneficiando especialmente o complexo de proteínas, o setor de cafés especiais e as empresas com maior exposição ao mercado externo, em particular aos EUA”, afirma.

O humor do Ibovespa nesta sexta-feira (21), no entanto, não acompanha a decisão. O índice recuou 0,39% aos 154.770 pontos. “Hoje o mercado caiu refletindo um movimento mais amplo de aversão ao risco em nível global”, explica Bruno Perri, economista-chefe, estrategista de investimentos e sócio-fundador da Forum Investimentos.

Ele pondera, porém, que, passada a correção do índice, expectativas mais favoráveis para as empresas afetadas podem voltar a impulsionar o humor da Bolsa. Eventuais novas rodadas de flexibilização tarifária pelo governo dos EUA também tendem a reforçar esse movimento.

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Ainda assim, as tarifas estão longe de serem o único vetor de volatilidade do Ibovespa. A trajetória dos juros globais, o comportamento das commodities e o cenário fiscal doméstico seguem entre os principais fatores que devem ditar o desempenho do índice no curto prazo.

Quem ganha e quem ainda perde com as tarifas de Trump

Adenauer Rockenmeyer, delegado do Corecon-SP, afirma que as empresas beneficiadas são, principalmente, as agroexportadoras. Nesse contexto, destacam-se frigoríficos com atuação no setor de pecuária. “Companhias relacionadas ao mercado de café e a outros produtos agropecuários, que contribuem para a pauta de exportações ao mercado norte-americano, também serão impactadas”, acrescenta.

No caso da carne bovina, analistas da Ágora Investimentos e do Bradesco BBI apontam que a oferta restrita de gado nos Estados Unidos deve sustentar a demanda por proteína brasileira, reforçada pelo diferencial de preços entre os mercados. Somado a isso, o alívio no tarifaço tende a melhorar spreads de exportação (diferenças entre os custos e os preços de venda) para frigoríficos com maior exposição ao mercado norte-americano.

As casas avaliam que a Minerva (BEEF3) deve ser a principal beneficiária da decisão, já que 21% de suas vendas no terceiro trimestre tiveram como destino o mercado americano. A JBS (JBSS32) – empresa preferida do BBI e da Ágora no setor de proteínas – e a MBRF (MBRF3) também podem ser favorecidas.

Para o café, os analistas acreditam que a normalização das exportações deve aliviar a escassez no mercado internacional, reduzindo parte da pressão sobre preços, embora o balanço global siga apertado. Internamente, a expectativa é de que os preços mantenham patamar elevado, com redução do desconto frente à CBOT (Chicago Board of Trade, uma das principais Bolsas de commodities do mundo), sustentando margens acima da média histórica.

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“Esse cenário deve ser favorável para players como Camil (CAML3) em 2026, com um ambiente de preços ainda construtivo para o setor”, afirmam os analistas José Ricardo Rosalen, da Ágora, e Henrique Brustolin, do BBI.

Segundo estimativas da XP, 55,4% das exportações brasileiras para a economia americana estão agora isentas da tarifa adicional de 40%, em comparação com 44,6% sob a medida inicial publicada em 30 de julho.

Embora a lista de produtos isentos das tarifas seja grande, setores industriais seguem penalizados na pauta de exportações do Brasil para os EUA. “Os destaques vão para os segmentos de siderurgia – que na Bolsa são representadas por Gerdau (GGBR4), CSN (CSNA3) e Usiminas (USIM5) – e bens de capital, como Weg (WEGE3), Marcopolo (POMO4), Randon (RAPT4) e Tupy (TUPY3)“, destaca Perri, da Forum Investimentos.

Bruno Issa, sales de renda variável da InvestSmart XP, concorda que esses setores ainda são os mais pressionados pelas tarifas de Trump. “Nesse grupo, Weg pode continuar sentindo pressão em exportações específicas. O setor metalúrgico também permanece afetado, com a Gerdau sendo a mais impactada, em virtude da sua exposição ao mercado norte-americano”, completa.

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