No último pregão do mês, as bolsas na Europa fecharam majoritariamente em alta após a divulgação de indicadores econômicos na região. Além disso, em linha com o movimento observado em Nova York, as ações do setor de tecnologia se destacaram na sessão, em recuperação parcial após perdas recentes.
Nos Estados Unidos, o cenário de alta iminente do juro americano em março, e a expectativa de que isso se dê de forma acelerada, bem como a espera por balanços e o payroll, deixaram as bolsas de Nova York sem uma direção firme durante a maior parte do pregão. Mas após a divulgação do PMI acima do esperado, os mercados acionários se firmaram em alta, impulsionados também pelos ganhos de ações ligadas à tecnologia. Dessa forma, as bolsas americanas fecharam em alta, com o índice Nasdaq com mais de 3% de valorização.
Aqui no Brasil, o Ibovespa alternou entre leves altas e baixas, mas na última hora do pregão, a alta firme em Nova York, ajudou a levar o principal índice da bolsa brasileira para o terreno positivo. Os dados do Caged e do setor público de dezembro, divulgados no começo da sessão, acabaram ficando em segundo plano, embora os números do Caged tenham frustrado as expectativas do mercado. Assim, o Ibovespa encerrou com alta de 0,21% aos 112.144 pontos.
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No mercado de câmbio, dia foi marcado pelo enfraquecimento global da moeda americana, que frente ao real, fechou com queda de 1,56% cotado aos R$ 5,31. Esse movimento influenciou uma queda forte nas taxas médias e longas do mercado de juros.
Na agenda econômica desta terça-feira, serão conhecidos o PMI industrial da zona do euro, Alemanha e Reino Unido, bem como o índice ISM nos EUA.