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FIIs e Fiagros que pagam mais dividendos perdem até 63% nas cotas. Entenda

Levantamento da Grana Capital analisou 20 fundos com maior dividend yield dos últimos 12 meses. Veja o ranking

Por Daniel Rocha

23/11/2023 | 14:44 Atualização: 23/11/2023 | 16:06

Com perspectiva de queda de juros, mercado de FIIs voltou a se aquecer. (Foto: Pixabay)
Com perspectiva de queda de juros, mercado de FIIs voltou a se aquecer. (Foto: Pixabay)

As cotas de 80% dos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) e os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas do Agronegócio (Fiagros) com os maiores dividendos do mercado sofreram desvalorização de até 63% em um intervalo de um ano. É o que aponta um levantamento do aplicativo Grana Capital, antecipado pelo E-Investidor. Segundo os dados, a queda do preço das cotas dos fundos aconteceu durante os dias de 17 de novembro de 2022 até 16 de novembro de 2023.

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No ranking das maiores perdas, as cotas do fundo imobiliário Hectare CE FII (HCTR11) foram as que apresentaram a maior desvalorização no intervalo dos últimos 12 meses. De acordo com o Grana, em novembro do ano passado, os papéis eram negociados a R$ 97,25 no mercado. No último dia 16 de novembro, a cotação ficou em torno de R$ 35,80. A variação representou uma queda de 63,18% no acumulado do período.

O motivo do pessimismo do mercado se deve à inadimplência dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) do Grupo Gramado Parks que faziam parte do portfólio do fundo. A situação da empresa, dona dos parques Snowland e Acquamotion, atrações turísticas da cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul (RS), impactou na distribuição de dividendos do fundo.

  • Leia também: Renegociação de CRIs do Gramado Parks traz reviravolta em FIIs; entenda

Em setembro deste ano, a gestora comunicou a redução momentânea no rendimento mensal distribuído aos cotistas, que passou de R$ 0,50 para R$ 0,17, em setembro, devido aos problemas financeiros do Grupo. Relembre o caso nesta reportagem.

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A segunda colocação entre as maiores perdas ficou com o fundo imobiliário Singulare FII (REIT11). Mesmo com um dividend yield (rendimento de dividendos) de 17,5%, as cotas caíram 63,16% em um ano, deixando de serem negociadas a R$ R$ 390 para serem cotadas a R$ 176,42. Os números sinalizam ao investidor que os dividendos, embora sejam uma variável importante, não devem ser as únicas a serem analisadas. Há outras informações essenciais que precisam ser consideradas antes de incluir os fundos no portfólio.

Por esse motivo, Wellington Lourenço, analista da Ágora Investimentos, recomenda que, antes de investir, vale ler os relatórios dos fundos para avaliar o nível de transparência das gestoras com os cotistas e os ativos que o ativo está posicionado. “A carta do gestor, por exemplo, não é um documento obrigatório. As gestoras divulgam como uma boa prática. Algumas são mais transparentes do que outras. Então, acho um documento importante para avaliar”, pontua Lourenço.

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As garantias em casos de inadimplências dos ativos que compõem o portfólio também são informações que devem ser certificadas pelos investidores antes de realizar os aportes. “É importante analisar o grau de pulverização e a saúde financeira dos emissores dos ativos que compõem a carteira desses fundos  afim de evitar perdas severas nas aplicações dos investidores”, afirma Ângelo Belitardo, gestor da Hike Capital.

A amostra do levantamento considerou apenas os 20 fundos com o maior dividend yield dos últimos 12 meses. Desse total, 14 são FIIs e 6, Fiagros. Vale lembrar que esses instrumentos financeiros costumam ser uma ótima alternativa para os investidores que buscam ter uma renda passiva no futuro. Além da distribuição de dividendos mensais, os fundos fazem parte dos investimentos isentos de Imposto de Renda (IR).

  • Confira ainda: Multimercados vão de prejuízo a ganho de até 656% do CDI. Veja o ranking

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