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Mercado

De 150 mil a 200 mil pontos: até onde o Ibovespa pode chegar em 2025 e 2026?

Na terça-feira (20), a Bolsa renovou o seu recorde ao romper a barreira dos 140 mil pontos e animou investidores

Retrato de busto sob fundo azul escuro.
Por Daniel Rocha
Editado por Wladimir D'Andrade

21/05/2025 | 13:18 Atualização: 21/05/2025 | 17:02

Dependendo da ocorrência de condições favoráveis, o Ibovespa pode alcançar a marca dos 200 mil pontos em 2026, dizem analistas. (Imagem: AlfRibeiro em Adobe Stock)
Dependendo da ocorrência de condições favoráveis, o Ibovespa pode alcançar a marca dos 200 mil pontos em 2026, dizem analistas. (Imagem: AlfRibeiro em Adobe Stock)

Em um intervalo de apenas uma semana, o Ibovespa renovou quatro vezes a sua máxima histórica. O último recorde aconteceu na sessão desta terça-feira (20), quando o principal índice da B3 fechou o dia com uma valorização de 0,34%, aos 140.109,63 pontos. Com o recente rali, a Bolsa de Valores brasileira acumula uma alta de 16,17% em 2025, cravando a segunda maior alta para os meses de janeiro a maio desde 2020, de acordo com os dados da Elos Ayta Consultoria.

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O fôlego dos últimos dias resgatou o entusiasmo dos investidores com o mercado acionário doméstico. Contudo, os analistas de mercado têm sido cautelosos ao determinar os novos níveis para o índice. A maioria das corretoras, bancos e casas de análise consultados pelo E-Investidor, projeta preço-alvo de 150 mil para o Ibovespa em 2025. O target representa um potencial de valorização de em torno de 7% nos próximos meses, ao considerar o pregão desta terça-feira .

Alexandre Mathias, estrategista-chefe da Monte Bravo, explica que o avanço da Bolsa reflete o alívio das tensões comerciais sobre o pacote tarifário de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. No último dia 12, o país e a China anunciaram acordo que, por 90 dias, estabelece tarifas de 10% para produtos americanos na China e de 30% para os chineses exportados aos EUA, em uma trégua na guerra comercial.

Veja as estimativas do mercado para o Ibovespa em 2025

Corretoras, casas de análise e bancos
Preço-alvo para 2025
Monte Bravo 150 mil pontos
Eleven Financial 150 mil pontos
EQI Research
154,5 mil pontos
CM Capital 152 mil pontos
Inter
Próximo de 150 mil

O risco fiscal dos Estados Unidos também ajudou no fôlego do Ibovespa. Como mostramos aqui, a Moody’s, uma das principais agências de classificação de risco do mundo, rebaixou a nota de crédito do país, saindo de ‘Aaa’ para ‘Aa1’, devido ao crescimento do déficit orçamentário nos últimos anos e à ausência de medidas para reverter o cenário fiscal da maior economia do mundo. “Com isso, vemos um processo que há um enfraquecimento do dólar global, favorecendo a alocação em outros países, como os mercados emergentes”, diz Mathias.

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Esse processo de rebalanceamento das alocações pode ser visto no fluxo de capital estrangeiro em direção ao Brasil. Em 2025, segundo os dados mais recentes da B3, a Bolsa brasileira registra um saldo positivo de R$ 21 bilhões, contra a saída de R$ 34,6 bilhões durante o mesmo período do ano passado. “O investidor estrangeiro passou a aportar mais em emergentes após a intensificação da guerra comercial e, com isso, o Brasil ganhou certo destaque. A depender do apetite externo, uma Bolsa negociada em torno de 8,5x ou 9x os lucros significa algo próximo de 150 mil pontos, com o Ibovespa ainda atrativo frente a outros pares emergentes”, avalia Matheus Amaral, analista de renda variável do Inter.

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Já Fernando Siqueira, head de Research da Eleven Financial, acredita que há chances da Bolsa brasileira ultrapassar a marca simbólica dos 150 mil pontos. Para ele, o valuation (valor de mercado) do Ibovespa segue muito abaixo da sua média histórica e de outros mercados. “Estamos no começo de um ciclo de apreciação dos ativos locais. É possível vermos uma correção no Ibovespa dado que subiu quase todos os meses em 2025 até agora. Mas a tendência positiva deve continuar por pelo menos 12 a 18 meses”, diz o especialista.

A perspectiva para o fim do ciclo de alta da Selic neste ano também empurrou para cima o índice. As projeções mais recentes do boletim Focus indicam que taxa básica de juros deve permanecer a 14,75% ao ano até o fim do ano.

O que dizem analistas sobre o futuro do Ibovespa

Há dúvidas sobre a capacidade do Ibovespa manter esse nível de preço e entrar em um período de “bull market“, quando as cotações estão em alta por um tempo prolongado. Como mostramos nesta entrevista, Roberto Sertã, sócio e diretor de renda variável da MAG Investimentos, avalia que faltam insumos para entender se a desaceleração econômica dos EUA continuará moderada ao passo de viabilizar o ciclo de queda de juros nos próximos meses e enterrar de vez o risco de recessão no país.

Caso contrário, o sentimento de aversão ao risco deve prevalecer nos mercados. “É preciso acompanhar os impactos desse ambiente externo, a possibilidade de estarmos em um ciclo de afrouxamento monetário e as implicações da corrida eleitoral em meio a um ambiente de baixa popularidade do governo atual. O desfecho positivo desses pontos pode levar o mercado local a um ambiente de bull market”, avalia o sócio da MAG Investimentos.

  • Leia mais: As 39 ações do Ibovespa que ignoram a alta da Selic e superam o CDI “com folga”

Se todos esses fatores convergirem para um resultado positivo, a Monte Bravo acredita na possibilidade do Ibovespa alcançar a marca dos 200 mil pontos em 2026. “Se houver uma perspectiva de ajuste fiscal ou a presença de um candidato à presidência comprometido com ajuste das contas públicas, o Ibovespa pode subir até esse patamar”, diz Mathias. Já o Safra atualizou o seu preço-alvo do Ibovespa para 170 mil pontos em meados de 2026. Para o banco, mesmo mesmo que os indicadores econômicos estejam mostrando sinais de desaceleração, os lucros corporativos permanecem saudáveis, deixando o Índice Bovespa em linha com o mercado mexicano e chinês, com um ganho por volta de 16% no ano.

Além disso, a Bolsa brasileira ficou mais atrativa diante da guerra comercial entre EUA e China por conta da busca por diversificação de portfólio, segundo o Safra. “Dentre os mercados emergentes, o Brasil se destaca com um desconto acima da média”, conclui o banco.

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Na sessão desta quarta-feira (21), o Ibovespa opera com uma queda de 1,14%, aos 138.513 pontos, por volta das 13h. O movimento de correção reflete a falta de estímulos para novos avanços.

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