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Mercado

Ibovespa hoje toca os 162 mil pontos e fecha em alta de 0,40% com dados de emprego no Brasil e ata do Fed no último pregão de 2025

O índice da B3 encerrou hoje com alta de 33,95%, a maior em nove anos, apesar da fraqueza em NY. Veja como a Bolsa reagiu às notícias de hoje (30)

Por Igor Markevich e  Camilly Rosaboni 

30/12/2025 | 4:45 Atualização: 30/12/2025 | 18:35

Ibovespa hoje acompanha a divulgação da ata do Fed, dados fiscais e de emprego no Brasil e indicadores de atividade na China, em um pregão marcado por liquidez reduzida e cautela no fim do ano. (Imagem: Adobe Stock)
Ibovespa hoje acompanha a divulgação da ata do Fed, dados fiscais e de emprego no Brasil e indicadores de atividade na China, em um pregão marcado por liquidez reduzida e cautela no fim do ano. (Imagem: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje fechou com alta de 0,40%, aos 161.125 pontos. No pico da manhã desta terça-feira (30), o indicador da B3 conseguiu tocar brevemente o nível dos 162 mil pontos (162.075) com a euforia no último pregão de 2025.

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Para a sessão desta terça, o principal índice da B3 não só manteve alta, como também registrou o maior fechamento em nove anos, com ganhos de 33,95%. Já o dólar hoje encerrou o dia com queda de 1,43%, cotado a R$ 5,48. Em 2025, a queda chega a 11,38%.

Os ganhos no Índice Bovespa hoje contrariaram a falta de ânimo nos índices de Nova York, que operam em queda desde a abertura.

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A Bolsa hoje reagiu à queda da taxa de desemprego — que atingiu o menor nível da série histórica atual — com movimentos amplificados pela baixa liquidez típica do fim de ano.

Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação no trimestre encerrado em novembro recuou para 5,2%, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. O indicador veio acompanhado de recorde no número de pessoas ocupadas (103,2 milhões) e no total de trabalhadores com carteira assinada (39,4 milhões).

Os dados indicam força da economia e do consumo e favorecem o mercado de ações, embora possam gerar receios de prolongamento do período de manutenção da Selic em níveis elevados. Essa leitura foi parcialmente confirmada pelos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de novembro, divulgados nesta terça-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O mercado de trabalho brasileiro criou 85.864 vagas formais no mês, acima da mediana das projeções do mercado, que apontava para saldo positivo de 79.120 postos, segundo o Projeções Broadcast. O resultado decorre de 1.979.902 admissões e 1.894.038 desligamentos. Apesar do desempenho melhor que o esperado, o saldo é 19% menor do que o registrado em novembro de 2024, reforçando sinais de desaceleração gradual na geração de empregos. No acumulado de janeiro a novembro, o saldo segue positivo em 1,895 milhão de vagas, abaixo do observado no mesmo período do ano passado.

A ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve, divulgada nesta terça-feira (30), revelou uma divisão mais clara dentro do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) sobre o corte de juros decidido em dezembro. O documento mostra que alguns membros que apoiaram o alívio monetário poderiam também ter endossado a manutenção das taxas, evidenciando dúvidas quanto ao momento adequado para flexibilização. Ainda assim, a maioria dos participantes avaliou que um afrouxamento adicional pode ser apropriado caso a inflação continue desacelerando.

No debate inflacionário, vários membros destacaram a expectativa de que o impacto das tarifas sobre os preços de bens básicos diminua, embora alguns tenham expressado incerteza sobre quando esses efeitos se dissiparão ou até que ponto serão repassados ao consumidor final. A ata também indicou que os dirigentes consideram que o nível de reservas bancárias caiu para patamares suficientes, o que tornaria apropriado iniciar compras de títulos de curto prazo para gestão da liquidez, sem sinalizar mudança na orientação da política monetária.

Fora do noticiário macroeconômico, a acareação prevista para esta terça-feira em investigação sobre o Banco Master ainda pode ser cancelada, segundo informações do Supremo Tribunal Federal (STF). A delegada da Polícia Federal responsável pelo colheu depoimentos do diretor de Fiscalização do Banco Central (BC), Ailton de Aquino Santos, e dos investigados Daniel Vorcaro, presidente do Master, e Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), de forma individual. A acareação só ocorrerá se a autoridade policial considerar necessária a comparação entre as versões.

Ibovespa hoje: os destaques do mercado de ações nesta terça-feira (30)

Bolsas globais têm sinais opostos com recorde na Coreia do Sul e ata do Fed

Os índices de ações de Nova York operam em queda, antes da ata do Fed, após uma rodada de perdas em Wall Street, que levou a recuos nas bolsas asiáticas nesta sessão. Na Ásia, chama atenção a alta acumulada de 76% da Bolsa da Coreia do Sul em 2025, o maior ganho em 26 anos.

Na Europa, os mercados avançam sustentados por ações do setor de mineração, em meio à recuperação dos preços do ouro e da prata, após fortes perdas na sessão anterior. A liquidez segue reduzida em uma semana encurtada pelo feriado de Ano-Novo.

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Quanto à ata da última reunião de política monetária do Fed — quando o banco central dos EUA cortou os juros básicos pela terceira vez consecutiva —, a expectativa é que o documento reforce a sinalização recente de uma pausa nos cortes já em janeiro.

Enquanto isso, o dólar hoje apresentou leve avanço frente às moedas fortes, enquanto os rendimentos dos Treasuries (títulos da dívida estadunidense) exibiram altas moderadas.

Desemprego no tri até novembro vem no piso das projeções

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,2% no trimestre encerrado em novembro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi equivalente ao piso das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast. O teto das projeções era de 5,6%, e a mediana estava em 5,5%.

A economista Claudia Moreno, da C6 Bank, acredita que o mercado de trabalho continuará forte ao longo dos próximos meses e até o fim do ano que vem. “Nossa projeção é de que a taxa de desemprego termine 2025 e 2026 abaixo de 6%, um patamar historicamente baixo para o Brasil”, avalia.

Para a economista,  os dados da Pnad reforçam a expectativa de manutenção da taxa Selic em 15% na reunião de janeiro do Copom. “Acreditamos que o ciclo de cortes deve começar em março, com os juros chegando a 13% no fim de 2026”, observa Moreno.

Caged aponta desaceleração em novembro

Para o Caged de novembro, esperava-se um número mais fraco em relação ao observado na divulgação anterior, de acordo com economistas consultados pelo Projeções Broadcast, com previsão de 79.120 vagas. Os analistas apontam que o dado reforça a leitura de desaceleração do mercado de trabalho.

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“É comum que, em novembro, observemos destruição líquida de vagas na agropecuária, na indústria e na construção civil”, afirma o economista Bruno Imaizumi, da 4intelligence. “Em contrapartida, o setor de comércio tende a impulsionar a criação de vagas, junto com o maior setor do país, o de serviços.”

O que mais repercutiu no Ibovespa hoje

Os números do mercado de trabalho brasileiro e das contas públicas guiaram os ativos, que mantiveram-se atentos ao cenário externo e à possível acareação sobre o “caso Master”.

Nos juros futuros, os investidores focaram nas divulgações do dia e no reajuste das tarifas de ônibus e metrô em São Paulo, além do desempenho dos Treasuries.

O setor público consolidado (governo central, Estados, municípios e estatais, à exceção de Petrobras e Eletrobras) teve déficit primário de R$ 14,420 bilhões em novembro, após um superávit de R$ 32,392 bilhões em outubro, informou o Banco Central. Em novembro de 2024, o déficit foi de R$ 6,620 bilhões.

Agenda econômica do dia

O Ibovespa hoje chegou ao seu último ato do ano. Investidores avaliaram dados do mercado de trabalho brasileiro relativos a novembro, medidos pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua e pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No exterior, o destaque do dia é a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

O mercado financeiro ainda acompanhou uma possível acareação entre o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o diretor de Fiscalização do Banco Central (BC), Ailton de Aquino Santos.

Ainda no cenário doméstico, o Banco Central (BC) divulgou o resultado do setor público consolidado de novembro, indicador que aponta se o governo registrou déficit ou superávit primário no mês, enquanto o Tesouro Nacional apresenta o Relatório Mensal da Dívida Pública, com detalhes sobre o endividamento federal.

No exterior, a agenda dos EUA trouxe também o Índice de Gerentes de Compras (PMI) dos EUA medido pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) de Chicago. O PMI da China será divulgado ao final do dia.

Esses e outros dados do dia ficaram no radar de investidores e impactaram as negociações na bolsa de valores brasileira, influenciando o índice Ibovespa hoje.

*Com informações de Gustavo Nicoletta, Juliana Garçon, Maria Regina Silva e Silvana Rocha, do Broadcast

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