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Mercado

Ibovespa bate nova máxima e avança em meio a cenário externo tenso; dólar cai

Mercado acompanha ameaças de tarifas dos EUA à Europa, avanço dos juros americanos e busca por proteção com ouro em máximas históricas

Por Igor Markevich

20/01/2026 | 4:30 Atualização: 20/01/2026 | 14:08

O Ibovespa hoje inicia a sessão pressionado pela aversão ao risco global, com bolsas em queda, ouro em recorde e atenção às tarifas de Donald Trump e aos juros nos EUA. (Imagem: Adobe Stock)
O Ibovespa hoje inicia a sessão pressionado pela aversão ao risco global, com bolsas em queda, ouro em recorde e atenção às tarifas de Donald Trump e aos juros nos EUA. (Imagem: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje inverteu o sinal e opera em alta, mesmo diante de um cenário externo mais hostil ao risco e do aumento das tensões geopolíticas. Na abertura, o principal índice da B3 acompanhou a queda das Bolsas internacionais, mas às 14h05 (de Brasília) desta terça-feira (20) alcançava máxima avançando 0,82%, aos 166.202 pontos, superando o recorde intradiário anterior de 166.069,84 pontos.

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No centro das atenções seguem as novas ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, envolvendo tarifas comerciais e a defesa da anexação da Groenlândia, o que reacendeu o risco de um novo trade comercial entre Washington e a União Europeia.

Com agenda econômica doméstica esvaziada, o mercado brasileiro reage principalmente aos movimentos do exterior, em especial à dinâmica dos juros americanos, do câmbio e das commodities.

Exterior dita o tom dos mercados

O final da manhã é marcado por forte aversão ao risco nos mercados globais. As Bolsas de Nova York recuavam mais de 1,5%, enquanto as principais praças europeias operavam em queda firme. O movimento reflete a preocupação com uma possível escalada de tensões entre Estados Unidos e Europa, após Trump ameaçar impor tarifas a países europeus caso não haja acordo em torno da Groenlândia, território autônomo da Dinamarca.

O aumento das incertezas geopolíticas elevou a busca por proteção. O ouro renovou máximas históricas e superou US$ 4.700 por onça-troy, reforçando o clima defensivo nos mercados internacionais.

Outro ponto de atenção é a expectativa em torno da Suprema Corte dos Estados Unidos, que pode julgar a legalidade das tarifas impostas por Trump. O governo americano já sinalizou que, em caso de derrubada, pretende substituir rapidamente os tributos por novas medidas, o que mantém o risco comercial no radar dos investidores.

Juros, dólar e commodities em foco

No mercado de renda fixa, os rendimentos dos Treasuries (títulos do tesouro americano) apresentam movimentos mistos, com queda nos vencimentos mais curtos e alta nos prazos longos, em meio à reprecificação de riscos após o feriado nos EUA. A dinâmica dos juros americanos segue como um dos principais vetores para os mercados emergentes.

O dólar perde força frente às principais moedas globais, como euro, libra e iene, refletindo o aumento das tensões políticas e comerciais. Esse movimento pode trazer algum alívio para moedas emergentes, embora o cenário de maior aversão ao risco limite ganhos mais expressivos.

No mercado doméstico, o dólar opera em queda: cai 0,15%, a R$ 5,3610.

Os preços do petróleo operam próximos da estabilidade, após oscilações ao longo da manhã, com o mercado ponderando os efeitos do ambiente geopolítico sobre o crescimento da economia global.

Reflexos no Ibovespa e no câmbio

No Brasil, o clima externo tende a pesar sobre o Ibovespa, sobretudo sobre ações mais sensíveis ao ciclo global. O EWZ, principal ETF que replica o mercado brasileiro em Nova York, operava em leve queda no pré-mercado, sinalizando abertura cautelosa na B3.

O real pode se beneficiar parcialmente do enfraquecimento do dólar no exterior, mas o avanço dos rendimentos dos Treasuries nos prazos mais longos atua como fator de contenção para moedas de países emergentes.

Bancos no radar do investidor

O setor financeiro segue no centro das atenções após a liquidação do Banco Master. A avaliação predominante entre participantes do Fórum Econômico Mundial, em Davos, é de que a instituição não tem porte para gerar um risco sistêmico ao sistema bancário brasileiro.

Ainda assim, o mercado acompanha com cautela possíveis efeitos sobre o Banco de Brasília, que adquiriu parte relevante dos ativos do banco. O BRB reafirmou que mantém suficiência patrimonial e operação estável.

No noticiário corporativo, o Banco do Brasil (BBAS3) aprovou payout de 30% do lucro de 2026, a ser distribuído por meio de dividendos e juros sobre capital próprio. A decisão reforça previsibilidade na remuneração aos acionistas, mas tende a ter impacto limitado sobre as ações, já que o percentual já era amplamente esperado pelo mercado.

Agenda econômica e corporativa

A agenda doméstica não traz indicadores econômicos relevantes nesta terça-feira. O principal compromisso do dia é o leilão de títulos públicos do Tesouro Nacional, com oferta de LFTs, papéis pós-fixados atrelados à taxa Selic, e NTN-Bs, títulos indexados à inflação, a partir das 11h.

No exterior, os investidores aguardam os balanços da Netflix e da United Airlines, que serão divulgados após o fechamento dos mercados nos Estados Unidos e podem influenciar o humor dos mercados globais.

O que acompanhar ao longo do dia

Sem gatilhos internos relevantes, o desempenho do Ibovespa deve seguir condicionado ao noticiário internacional. Tensões geopolíticas, possíveis desdobramentos sobre tarifas comerciais e a trajetória dos juros americanos seguem como os principais fatores de risco para os mercados ao longo da sessão.

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