• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Ibovespa hoje: petróleo acima de US$ 100 pressiona mercados; Focus entra no radar

Dados econômicos no exterior e noticiário corporativo também devem ditar o humor dos investidores; confira os destaques desta segunda-feira (9)

Por Ana Ayub e  Isabela Ortiz 

09/03/2026 | 4:30 Atualização: 09/03/2026 | 14:06

Mercado acompanha agenda econômica no Brasil e no exterior, com destaque para o Boletim Focus. (Imagem: Adobe Stock)
Mercado acompanha agenda econômica no Brasil e no exterior, com destaque para o Boletim Focus. (Imagem: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje inicia a semana sob forte pressão, refletindo a escalada da guerra no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo, que ampliam a aversão ao risco nos mercados financeiros globais. Apesar do cenário geopolítico dominar o humor dos investidores, a agenda econômica também reserva indicadores relevantes, como dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos, além do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano do quarto trimestre de 2025 (4T25) e do Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE). Às 14h, o índice da B3 sobe 0,14%, aos 179.616 pontos.

Leia mais:
  • Dow Jones hoje cai com escalada da guerra no Oriente Médio e aversão ao risco
  • Urânio, terras raras e defesa: gestora Global X dobra de tamanho com teses pouco comuns no Brasil
  • "O mercado não é mais de oportunidade geral, é de seleção de papéis”, diz Dalton Gardimam, da Ágora
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Nesta segunda-feira (9), o calendário é mais fraco e traz apenas a divulgação do Boletim Focus, que reflete as expectativas do mercado na primeira semana marcada pela guerra e pela turbulência global.

Resultado do Focus: expectativa da Selic muda

A mediana do relatório Focus para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 permaneceu em 3,91%, nível 0,91 ponto porcentual acima do centro da meta de inflação, de 3%. Há um mês, a projeção era de 3,97%. Considerando apenas as 44 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana oscilou de 3,91% para 3,92%. Para 2027, a expectativa subiu levemente de 3,79% para 3,80%, enquanto, entre as 42 projeções mais recentes, avançou de 3,74% para 3,81%. O IPCA encerrou 2025 com alta acumulada de 4,26%, abaixo da última mediana do Focus, de 4,31%, e da projeção do Banco Central, de 4,4%.

Conforme a trajetória divulgada pelo Copom em janeiro, o BC projeta inflação de 3,4% ao fim de 2026 e de 3,2% no horizonte relevante, atualmente no terceiro trimestre de 2027.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Desde 2025, a meta de inflação passou a ser contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses, tendo centro de 3% e intervalo de tolerância de 1,5 ponto porcentual para cima ou para baixo; caso a inflação permaneça fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o BC perdeu o alvo. No Focus divulgado hoje (9), a projeção para o IPCA de 2028 permaneceu em 3,50% pela 18ª semana seguida, e a de 2029 também ficou em 3,50%, pela 27ª semana consecutiva.

Em relação aos juros, a mediana do Focus para a taxa Selic ao fim de 2026 subiu de 12,00% para 12,13%, movimento também observado nas 40 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis. Para 2027, a projeção seguiu em 10,50% pela 56ª semana consecutiva, enquanto as medianas para 2028 e 2029 permaneceram em 10,00% e 9,50%, respectivamente.

Em janeiro, o Copom decidiu manter a Selic em 15% pela quinta reunião seguida, mas indicou que pode iniciar o processo de cortes na próxima reunião, em março. “O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”, afirmou na ata.

Já para o câmbio, a mediana das projeções para o dólar ao fim de 2026 recuou de R$ 5,42 para R$ 5,41, ante R$ 5,50 há um mês, enquanto a estimativa para 2027 permaneceu em R$ 5,50 pela quinta semana seguida. A moeda americana encerrou 2025 a R$ 5,4840, acumulando queda de 11,18% frente ao real, movimento associado ao enfraquecimento global do dólar e à atratividade do carry trade (mecanismo utilizado para tentar obter lucros com base na diferença entre a taxa de juros de dois países) diante da Selic em nível elevado.

Publicidade

Para 2028 e 2029, as medianas também permaneceram em R$ 5,50, pela quarta e pela primeira semana consecutiva, respectivamente. No Focus, a projeção anual de câmbio considera a média da taxa ao longo de dezembro, e não a cotação do último dia útil do ano, como ocorria até 2020.

No campo corporativo, estão previstos os balanços de Cosan (CSAN3) e Direcional (DIRR3) – a MRV (MRVE3) anunciou os resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25) nesta manhã. Na agenda política, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebe hoje o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, para uma visita de Estado.

  • Dividendos e JCP da semana: Banco do Brasil, Bradespar e JHSF lideram pagamentos

Petróleo passa dos US$ 100 o barril

A forte alta do petróleo no mercado internacional domina o ambiente de aversão ao risco. Os contratos futuros da commodity chegaram a disparar cerca de 30% durante a madrugada e se aproximaram de US$ 120 por barril, refletindo o aumento das tensões no Oriente Médio. A escolha de Mojtaba Khamenei para suceder ao pai, Ali Khamenei, como líder supremo do Irã ampliou as preocupações geopolíticas – ele é visto como representante da ala mais rígida do regime.

Por volta das 13h30, os contratos futuros do WTI para abril sobem 3,95%, para US$ 95,42 por barril, enquanto o Brent avançava 7,36%, para US$ 99,94. Relatos de que ministros das Finanças do G7 discutem uma reunião emergencial para avaliar a liberação de reservas estratégicas ajudaram a moderar a alta, embora os preços ainda registrem forte avanço.

Em meio à escalada da crise, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em redes sociais que a disparada do petróleo no curto prazo é um preço “muito pequeno” a pagar tanto para seu país quanto para o mundo em nome da segurança e da paz.

“Só tolos pensariam diferente”, escreveu Trump, acrescentando que os preços devem cair rapidamente quando a ameaça nuclear do Irã for eliminada.

Destaques do Ibovespa hoje

No Brasil, o clima externo negativo tende a pressionar os ativos domésticos. Às 13h30, o EWZ, principal ETF (fundo de índice negociado em bolsa) brasileiro negociado em Nova York, registrava crescimento de 0,61%.

  • Saiba mais: No País da renda fixa, indústria de ETFs aposta na estratégia para continuar a crescer

Entre as empresas brasileiras negociadas no exterior, no mesmo horário as American Depositary Receipts (ADRs, recibos que permitem comprar nos EUA ações de empresas não americanas) da Vale (VALE3) recuavam 0,90%, apesar da alta do minério de ferro, enquanto os papéis da Petrobras (PETR3; PETR4) avançavam 4,46% e 4,32% impulsionados pelo salto do petróleo, movimento que pode limitar as perdas da Bolsa brasileira.

No campo macroeconômico, os próximos dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos devem ajudar a recalibrar as expectativas para a política monetária. No mercado doméstico, cresce a aposta em um corte de 0,25 ponto porcentual da taxa Selic ainda neste mês, para 14,75%. Já nos EUA, investidores avaliam a possibilidade de retomada do ciclo de cortes de juros a partir de junho, após a divulgação de um relatório de emprego (payroll) mais fraco.

Mercados globais

Em Wall Street, os índices operam em queda nesta segunda-feira (9), indicando que as bolsas norte-americanas devem ampliar as perdas da semana passada diante do salto do petróleo e do aumento das tensões geopolíticas. Às 13h30 o Dow Jones caía 0,65%, o S&P 500 recuava 0,23% e o Nasdaq tinha alta de 0,16%.

  • Confira também: Quem é o investidor estrangeiro que banca o rali do Ibovespa rumo aos 200 mil pontos

Na Europa, os principais mercados acionários também registram forte baixa, pressionados pelo avanço da commodity e pelos temores de impacto sobre inflação e crescimento econômico, além de dados mais fracos que o esperado para a indústria alemã. Às 13h30, a Bolsa de Londres caía 0,34%, a de Paris recuava 0,87% e a de Frankfurt cedia 0,65%.

Publicidade

Os rendimentos dos Treasuries (títulos públicos dos EUA) sobem, ampliando ganhos durante quase toda a semana passada, por conta da nova disparada do petróleo decorrente do acirramento da guerra no Oriente Médio. Às 13h30, o juro da T-note de 2 anos subia a 3,579%, o da T-note de 10 anos caía a 4,124% e o do T-bond de 30 anos recuava a 4,742%.

Dólar avança no mercado internacional

O dólar sobe ante outras moedas de economias desenvolvidas com busca de proteção devido ao salto do petróleo e sinais de agravamento da guerra entre EUA, Israel e Irã. Dados fracos da indústria alemã pesam contra o euro. Às 13h30, o euro caía a US$ 1,159, a libra recuava a US$ 1,339 e o dólar avançava a 158,34 ienes. Já o índice DXY do dólar (que acompanha as flutuações da moeda americana em relação a outras seis divisas relevantes) tinha alta de 0,06%, a 99,049 pontos.

Na Ásia, as bolsas encerraram o pregão em forte queda. A Bolsa de Tóquio recuou 5,2%, enquanto o índice Kospi, da Coreia do Sul, caiu 5,96% e o Taiex, de Taiwan, perdeu 4,43%. Em Hong Kong, o Hang Seng recuou 1,35%. Já na China continental, os índices de Xangai e Shenzhen registraram quedas mais moderadas, de 0,67%.

Na Oceania, o S&P/ASX 200, da Austrália, terminou o dia em baixa de 2,85%.

Agenda econômica de segunda-feira (9):

Horário País Indicador
08:25 Brasil Boletim Focus
11:00 Estados Unidos Índice de Tendência de Emprego (Fev)
12:00 Estados Unidos Expectativas de Inflação ao Consumidor (Fev)
12:30 Estados Unidos Leilão Americano Bill a 3 meses
12:30 Estados Unidos Leilão Americano Bill a 6 meses
20:30 Japão Gastos Domésticos (Mensal) (Jan)
20:30 Japão Gastos Domésticos (Anual) (Jan)
20:30 Japão Rendimento Médio do Trabalhador (Anual) (Jan)
20:50 Japão PIB do Japão (Trimestral) (Q4)
20:50 Japão Índice de Preços do PIB (Anual) (Q4)
20:50 Japão PIB anualizado (Trimestral) (Q4)
20:50 Japão PIB – Consumo Privado (Trimestral) (Q4)
20:50 Japão PIB – Gastos de Capital (Trimestral) (Q4)
20:50 Japão PIB – Demanda Externa (Trimestral) (Q4)
20:50 Japão Massa Monetária – Agregado M3 (Fev)
20:50 Japão Medida Ampla de Oferta Monetária (M2) (Anual)

Fonte: Investing.com

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Boletim Focus
  • Conteúdo E-Investidor
  • Ibovespa hoje
  • mercado internacional
  • Petróleo
Cotações
09/03/2026 14h07 (delay 15min)
Câmbio
09/03/2026 14h07 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como declarar investimentos do exterior no Imposto de Renda 2026

  • 2

    Ray Dalio: ordem global desmoronou e mundo entra agora na ‘lei da selva’; entenda a comparação com o período pré-Segunda Guerra

  • 3

    Imposto de Renda 2026: 6 dicas para já se preparar para a declaração

  • 4

    Mulheres e dinheiro: um guia prático para alcançar a autonomia financeira

  • 5

    Petróleo hoje dispara em torno dos US$ 100 com bloqueio no Estreito de Ormuz

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS 2026: qual é a data limite para o resgate do valor em março?
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS 2026: qual é a data limite para o resgate do valor em março?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS 2026: quem ainda pode realizar o saque em março de 2026?
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS 2026: quem ainda pode realizar o saque em março de 2026?
Imagem principal sobre o Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento do Ceará
Logo E-Investidor
Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento do Ceará
Imagem principal sobre o Bolsa Família: a antecipação depende do final do NIS?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: a antecipação depende do final do NIS?
Imagem principal sobre o Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento da Bahia
Logo E-Investidor
Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento da Bahia
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quem pode receber até quatro vales por ano?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quem pode receber até quatro vales por ano?
Imagem principal sobre o Saque calamidade do FGTS: como funciona a habilitação do município?
Logo E-Investidor
Saque calamidade do FGTS: como funciona a habilitação do município?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como é feita a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como é feita a declaração?
Últimas: Mercado
Com petróleo em alta, Petrobras (PETR3) sobe 4,5%, enquanto Prio (PRIO3) lidera ganhos entre petroleiras na B3
Mercado
Com petróleo em alta, Petrobras (PETR3) sobe 4,5%, enquanto Prio (PRIO3) lidera ganhos entre petroleiras na B3

Escalada da commodity com tensão no Oriente Médio impulsiona ações e ajuda a limitar perdas do Ibovespa

09/03/2026 | 11h20 | Por Igor Markevich
Petróleo hoje dispara em torno dos US$ 100 com bloqueio no Estreito de Ormuz
Mercado
Petróleo hoje dispara em torno dos US$ 100 com bloqueio no Estreito de Ormuz

Commodity chegou a subir perto dos US$ 120 nesta segunda-feira (9) após escalada do conflito no Irã, alta recorde nos contratos futuros

09/03/2026 | 09h54 | Por Igor Markevich
Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4), pesos pesados da Bolsa, compensarão as demais empresas?
CONTEÚDO PATROCINADO

Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4), pesos pesados da Bolsa, compensarão as demais empresas?

Patrocinado por
Ágora Investimentos
ADRs da Vale caem perto de 3% apesar da alta do minério de ferro na bolsa China
Mercado
ADRs da Vale caem perto de 3% apesar da alta do minério de ferro na bolsa China

Contrato mais negociado da commodity fecha em alta de 2,28% na Dalian Commodity Exchange

09/03/2026 | 08h41 | Por Cecília Mayrink

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador