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Mercado

Ibovespa na semana: Suzano dispara após desistir da IP, enquanto GPA cede mais de 7%

A principal referência da B3 avançou 2,11% na semana e conseguiu acumular alta de 1,48% em junho

Por Beatriz Rocha

28/06/2024 | 19:24 Atualização: 28/06/2024 | 22:38

Suzano (SUZB3). (Foto: Divulgação/Suzano Papel e Celulose)
Suzano (SUZB3). (Foto: Divulgação/Suzano Papel e Celulose)

O Ibovespa encerrou esta sexta-feira (28) aos 123.906,55 pontos, com ganhos acumulados de 2,11% na semana que marcou o final de junho. No mês, a principal referência da B3 conseguiu registrar um avanço de 1,48%, alcançando sua segunda alta mensal de 2024. Até então, o índice só tinha conquistado o feito em fevereiro, quando subiu 0,99%.

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Os dados do primeiro semestre, no entanto, não animam: de janeiro a junho, o Ibovespa teve perdas de 7,66% — o pior resultado para o intervalo desde a pandemia, quando havia mergulhado 17,80% no mesmo período de 2020, então no auge do temor global sobre a Covid-19. O dólar, por outro lado, registra até agora uma alta de 15,14% no ano, terminando junho a R$ 5,5883, no maior patamar desde dezembro de 2021.

Ao longo da última semana do mês, investidores repercutiram falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que ajudaram a dar o tom para a moeda americana. Em entrevista ao portal UOL, o presidente afirmou que o governo está fazendo uma análise para revisar os gastos públicos. Segundo ele, no entanto, essa avaliação ocorre “sem levar em conta o nervosismo do mercado”.

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Além das críticas à “Faria Lima”, Lula também teceu comentários negativos ao presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. À rádio FM O Tempo, o Chefe do Executivo afirmou nesta sexta-feira que Campos Neto não está cumprindo suas funções adequadamente. “Isso vai melhorar quando eu puder indicar o presidente do Banco Central, e vamos construir uma nova filosofia”, disse. Os comentários foram vistos como um sinal da intenção do petista de interferir nas decisões do BC assim que seu indicado assumir.

Para além das declarações de Lula, a semana também foi marcada pela divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Sem surpresas, o documento reforçou a existência de um cenário mais adverso e incerto, já antecipado pelo comunicado da decisão do colegiado, com foco na recente desancoragem das expectativas de inflação e a necessidade de voltar a estabilizá-las.

Outro destaque do noticiário da semana foi a publicação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial brasileira. O indicador ficou em 0,39% em junho, 0,05 ponto percentual abaixo da taxa de maio (0,44%). Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta no mês, sendo que o segmento de alimentação e bebidas registrou a maior variação, de 0,98%, e o maior impacto, de 0,21 ponto percentual, no índice.

Já nos Estados Unidos, investidores acompanharam a divulgação na quinta-feira (27) do Produto Interno Bruto (PIB) americano, que cresceu ao ritmo anualizado de 1,4% no primeiro trimestre de 2024, de acordo com a terceira e última estimativa do Departamento de Comércio do país. O resultado ficou acima da previsão de analistas consultados pelo FactSet, de alta de 1,3%

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Nesta sexta-feira, foi a vez de repercutir a divulgação do índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), que ficou estável em maio na comparação com abril, em linha com o esperado por analistas ouvidos pela FactSet. O indicador é a métrica de inflação favorita do Federal Reserve (Fed).

Maiores altas

As três ações que mais valorizaram na semana foram Suzano (SUZB3), Magazine Luiza (MGLU3) e BRF (BRFS3).

Suzano (SUZB3): +16,7%, R$ 57,01

As ações da Suzano (SUZB3) lideraram os ganhos do Ibovespa na semana, acumulando alta de 16,7% no período a R$ 57,01. O movimento ocorreu após a companhia anunciar que desistiu de comprar a International Paper (IP).

A empresa explicou que alcançou o que entende ser o preço máximo para que a transação gerasse valor para ela, sem que houvesse engajamento da outra parte. Para seguir o compromisso com a sua “disciplina de capital”, a produtora de celulose desistiu da aquisição, que vinha gerando preocupação no mercado.

A SUZB3 sobe 17,06% no mês. No ano, acumula uma valorização de 2,48%.

Magazine Luiza (MGLU3): +11,27%, R$ 12,05

Quem também se saiu bem foram as ações do Magazine Luiza (MGLU3), acumulando ganhos de 11,27% na semana a R$ 12,05. Os papéis foram beneficiados pelo anúncio de que a varejista firmou uma parceria com o Aliexpress, plataforma internacional do Alibaba, para a listagem e venda de seus produtos em ambos os marketplaces.

Analistas encaram a notícia de forma positiva pelo fato de ampliar a gama de produtos vendidos no marketplace da empresa. No entanto, ponderam que o acordo dificilmente irá aumentar a competitividade do Magalu diante de concorrentes como Mercado Livre e Amazon. Mais detalhes podem ser conferidos nesta reportagem.

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A MGLU3 fecha em baixa de 2,74% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 43,88%.

BRF (BRFS3): +10,32%, R$ 22,67

Outro destaque positivo da semana foi a BRF (BRFS3), que encerrou o período com ganhos de 10,32% a R$ 22,67. Por ser uma empresa exportadora, o fortalecimento do dólar beneficiou a companhia, que registrou a principal alta do Ibovespa em junho (22,01%) e no primeiro semestre de 2024 (64,16%).

A BRFS3 avança 22,01% no mês. No ano, acumula uma valorização de 64,16%.

Maiores quedas

As três ações que mais desvalorizaram na semana foram GPA (PCAR3), BTG Pactual (BPAC11) e Cemig (CMIG4).

GPA (PCAR3): -7,53%, R$ 2,7

As ações do GPA (PCAR3) registraram a principal queda do Ibovespa na semana, acumulando perdas de 7,53% no período a R$ 2,7, em meio ao avanço dos juros futuros. Nem mesmo o anúncio de venda das operações de 71 postos de combustíveis ajudou a companhia. O valor total da transação corresponde a aproximadamente R$ 200 milhões.

A PCAR3 está em baixa de 5,92% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 33,5%.

BTG Pactual (BPAC11): -4,83%, R$ 30,91

O BTG Pactual (BPAC11) também sofreu no período, registrando queda de 4,83% na semana a R$ 30,91. O banco comunicou na quinta-feira (27) que uma de suas controladas assinou documentos definitivos referentes à aquisição de 100% do capital social da instituição financeira M.Y. Safra Bank.

O negócio foi visto como “positivo”, do ponto de vista estratégico, para a XP, apesar de já ter sido “amplamente” esperado pelo mercado, conforme avalia a corretora.

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A BPAC11 está em baixa de 2,15% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 17,53%.

Cemig (CMIG4): -4,72%, R$ 9,89

Quem também se saiu mal na semana foi a Cemig (CMIG4), que amargou perdas de 4,72% na semana a R$ 9,89. Além do revés do leilão para transferência onerosa do direito de exploração dos serviços de geração de energia das usinas Machado Mineiro, Sinceridade, Martins e Marmelos, suspenso por falta de propostas, o mercado teme pela federalização da empresa como moeda de troca da renegociação da dívida de Minas Gerais com a União.

A CMIG4 está em alta de 0,61% no mês. No ano, acumula uma valorização de 14,73%.

*Com Estadão Conteúdo

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