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Ibovespa oscila mais em anos eleitorais – e 2026 pode ser pior, dizem especialistas

Dados da Economatica mostram que a volatilidade sobe com as eleições; polarização política e incerteza em relação ao fiscal vão fazer peso, principalmente no segundo semestre

Por Luíza Lanza
Editado por Geovana Pagel

22/12/2025 | 5:30 Atualização: 19/12/2025 | 14:24

Presidente Lula (PT) lidera as pesquisas de intenção de voto ate aqui; no mercado, reeleição preocupa investidores. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Presidente Lula (PT) lidera as pesquisas de intenção de voto ate aqui; no mercado, reeleição preocupa investidores. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ano de 2026 ainda nem começou e as atenções de investidores já estão em Brasília. Ainda há vários fatores jogando a favor dos investimentos locais – início do ciclo de corte de juros nos Estados Unidos e possibilidade de que o mesmo aconteça no Brasil ainda no primeiro trimestre do ano que vem; maior entrada de capital estrangeiro e uma Bolsa que segue descontada. Mas aos poucos a euforia de 2025 deve dar lugar à incerteza graças às eleições presidenciais marcadas para outubro.

Leia mais:
  • Ações são o investimento mais promissor de 2026, mas continuidade do rali depende do fiscal, diz UBS
  • As projeções da EQI para 2026: IBOV a 174 mil pontos e um risco que pode minar o otimismo
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Um levantamento da Economatica mostra que a volatilidade média do mercado costuma ser maior em anos de eleições. O mercado reduz o apetite a risco até ter visibilidade do cenário e reage – para cima ou para baixo –à medida que vão ficando claras as candidaturas, agendas econômicas e chances de vitória.

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Os anos eleitorais tendem a ser mais voláteis, mas não necessariamente negativos. Em 2022, quando o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a disputa – a mais polarizada na história recente – do então presidente Jair Bolsonaro (PL), o mercado chacoalhou bastante. Mas acabou encerrando aquele ano com alta de 4,69%. Em 2018, na disputa presidencial anterior que elegeu Bolsonaro, o Ibovespa teve uma alta de 15,02%.

Os dados da Economatica mostram que, na última década, a volatilidade anual das duas disputas eleitorais só fica atrás de 2020, ano de eclosão da pandemia da covid-19; e de 2016, ano do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

É consenso no mercado que 2026 tem tudo para repetir a mesma fórmula e ser um ano de volatilidade elevada, após uma janela desde 2024 de volatilidade baixa.

  • Alta do Ibovespa em 2025 foi correção, dizem especialistas; veja as decepções e as surpresas no ano

Por que a volatilidade vai subir

As eleições de 2026 caminham para ser mais uma disputa bastante polarizada. As pesquisas de intenção de voto divulgadas nos últimos meses mostram um eleitorado dividido entre o atual presidente Lula, único nome forte da esquerda nas simulações, e outros muitos nomes da direita.

Isso mostra que, ainda que o tema já esteja movimentando os investimentos, a pauta ainda está em um estágio inicial. Os pré-candidatos sequer estão definidos e qualquer surpresa pode gerar uma nova onda de volatilidade.

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Basta olhar o que aconteceu no início deste mês. Em 5 de dezembro, o Ibovespa derreteu 4,3%, seu pior desempenho diário desde 2021, com a notícia de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) pode ser o representante do ex-presidente Bolsonaro, seu pai, agora preso e inelegível, à disputa eleitoral de 2026.

A notícia caiu como uma bomba no mercado financeiro, que vinha há algum tempo se apoiando na expectativa de que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), seria o candidato da direita nas eleições. Na Faria Lima, o executivo é visto como um nome com maior potencial para vencer o presidente Lula.

Para Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos, o “Flávio Day” é uma amostra da volatilidade que pode afetar investidores em 2026. “Seria diferente, por exemplo, se de um lado fosse o Camilo Santana, do PT, contra o governador Ratinho Jr. ou o Tarcísio. Se fosse esse cenário, a volatilidade poderia ser menos”, diz. “Mas o que vemos a cada quatro anos, e isso aconteceu nos últimos anos eleitorais, são candidatos puxando a polarização e não indo para o centro. Isso faz com que o mercado financeiro sempre trace cenários bem antagônicos do que aconteceria na economia se um ou outro vencesse.”

Não são necessariamente os nomes que importam, explicam os especialistas. O problema está na forma como cada um vê a agenda econômica, mais especificamente, a fiscal. As apostas do mercado na alternância de poder têm a ver com a esperança de que a eleição da direita traga uma política de reformas e cortes de gastos. Para muitos economistas, isso é necessário para controlar o ritmo de crescimento da dívida pública, o que ajudaria a ancorar as expectativas de inflação, reduziria as taxas de juros e, com isso, o próprio custo da dívida. É um ciclo.

“No ambiente altamente polarizado, a visão da maior parte dos agentes econômicos é de que haverá uma disputa entre pautas econômicas opostas. Uma mais fiscalmente responsável, que ajudará na queda dos juros, e outra fiscalmente pródiga e inflacionária”, explica Bruno Perri, economista-chefe, estrategista de investimentos e sócio-fundador da Forum Investimentos. “É um prato cheio para a especulação.”

Como isso impacta as projeções de investimento

A incerteza em relação às eleições tem impactado as projeções do mercado para o próximo ano. No geral, especialistas apontam que o primeiro semestre de 2026 tem tudo para dar continuidade ao movimento positivo visto em 2025. No segundo, no entanto, há maior incerteza.

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“O Brasil tem oportunidades de investimento atraentes e a renda variável se destaca como a classe de ativos mais promissora, com fundamentos sólidos, melhora nas expectativas de lucros e renovado interesse de investidores estrangeiros. Mas a implementação de um programa crível de consolidação fiscal será essencial para sustentar o momentum positivo além do ciclo eleitoral”, diz o UBS em relatório. Veja com detalhes aqui.

Essa incerteza dificulta as projeções. Por exemplo: a estimativa do banco para a Selic é de 12,5% ao final de 2026. Mas a instituição reconhece que, a depender da discussão fiscal, os juros poderiam ir abaixo de 12%.

A Ágora Investimentos trabalha com três cenários para a renda variável em 2026, a depender das eleições. O entendimento é que o cenário global e a perspectiva de queda de juros no Brasil e nos EUA ainda devem manter o momento favorável nos primeiros meses do ano. Depois, a volatilidade política é quem vai ditar os rumos — não a vitória de um candidato A ou B, mas a chance de, quem quer que seja eleito, realizar um ajuste nas contas públicas no início de 2027.

“O ajuste fiscal é fundamental para reduzir a percepção de risco e a taxa de desconto para os valuations. Nosso juro real de longo prazo está ao redor de 7,5%, o que não nos parece sustentável”, destaca a Ágora em relatório. “Trabalhamos com três cenários hipotéticos sobre o ajuste fiscal e, consequentemente, sobre os níveis de juro e o impacto na precificação do Ibovespa.”

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Em um cenário de “ajuste fiscal importante”, a taxa de desconto (os juros) convergiria para 12,5%. Nessa premissa, o Ibovespa poderia bater 241 mil pontos no fim de 2026; um cenário a que a corretora atribui 50% de probabilidade.

Se o ajuste fiscal for mínimo, os juros e a Bolsa se manteriam próximos dos patamares atuais de 14,2% e 158 mil pontos, respectivamente. Já no pior – e menos provável – cenário, sem nenhuma proposta para encarar o problema fiscal, a Ágora vê uma “contínua deterioração das contas públicas”, que poderia elevar os juros para 16,3% e o Ibovespa a 103 mil pontos.

Com os três cenários hipotéticos na mesa, a corretora faz uma projeção intermediária: a pontuação justa do Ibovespa ao final de 2026 seria de 192 mil pontos.

A EQI também mantém o otimismo graças a uma combinação de preço atraente nas ações e início do ciclo de cortes de juros. A projeção para o Ibovespa é de 174 mil pontos ao final do próximo ano. Mas o risco eleitoral pode fazer a corretora revisar as estimativas em meados de 2026.

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A visão é que o mercado deve reagir (e cobrar) principalmente às propostas de enfrentamento do dilema fiscal à medida que o processo eleitoral ganhar mais visibilidade, com candidatos e pautas econômicas definidas. “Caso o presidente eleito não consiga endereçar adequadamente essas questões, entendemos que as expectativas deverão ser revistas, tornando o cenário consideravelmente mais adverso — com revisões negativas nas projeções de lucro das empresas, aumento do custo de capital e das taxas de juros de longo prazo, além de possíveis efeitos depreciativos sobre a moeda”, diz a EQI.

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