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Mercado

IRB (IRBR3) sobe 72% em 2023. Recuperação deve continuar em 2024?

Até o investidor arrojado deve ter cuidado com a ação; entenda

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

10/01/2024 | 9:58 Atualização: 10/01/2024 | 10:03

IRB Brasil. Foto: Aline Bronzati/Estadão
IRB Brasil. Foto: Aline Bronzati/Estadão

As ações do IRB (IRBR3) dispararam 72% no acumulado de 2023. Os papéis saíram de R$ 25,80, em dezembro de 2022, para R$ 44,30 no final de 2023. Para Ramon Coser especialista da Valor Investimentos, a alta aconteceu por dois motivos: melhora financeira da resseguradora e a evolução da credibilidade da empresa com o mercado.

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“A companhia foi apresentando uma recuperação de sua saúde financeira nos balanços do ano passado, o que animou o investidor”, diz Coser. No terceiro trimestre de 2023, o IRB reportou lucro líquido de R$ 47 milhões, uma reversão de prejuízo de R$ 323 milhões do mesmo período de 2022. “Com os números, a empresa mostrou no ano passado que o processo de transição começou a dar certo”, explica.

Além disso, o especialista da Valor Investimentos comenta que a chegada de Luiz Barsi como uma dos principais acionistas fez a credibilidade do IRB melhorar bastante. “A chegada do Barsi animou muito o mercado, pois fortaleceu uma resseguradora que teve a reputação manchada”, argumenta Coser.

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O megainvestidor Luiz Barsi comprou cerca de 36 milhões de ações do IRB em 2021. Atualmente o rei dos dividendos possui cerca de 1,2 milhão de ações da companhia. A presença de Barsi como acionista já causou até uma disputa por cargo no conselho de administração da companhia.

O famoso investidor individual indicou a própria filha para o conselho de administração da empresa. No entanto, o megainvestidor foi derrotado. Louise Barsi recebeu cerca de 6,1 milhões de votos favoráveis – 1,2 milhões, do pai – e outros 22,6 milhões de votos contrários. Cerca de 6,4 milhões de acionistas se abstiveram da escolha.

Todavia, os analistas comentam que mesmo com essa disputa interna, a chegada de um ex-engraxate que se tornou o investidor pessoa física mais bem sucedido da Bolsa na resseguradora, melhorou fortemente a confiança do mercado na empresa, que estava muito ruim.

Em fevereiro de 2020, o IRB passou por uma forte crise de credibilidade. A polêmica começou com o relatório publicado em fevereiro pela Squadra, no qual os analistas questionavam as práticas contábeis do ressegurador.

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A gestora acusou o IRB de inflacionar os lucros do balanço de 2019 em R$1,5 bilhão, ao considerar ‘ganhos extraordinários’, que não se repetiriam. Na visão da Squadra, se a contabilidade considerasse apenas os ganhos recorrentes, o lucro seria bem menor.

O relatório fez o ativo cair cerca de 40% em poucos dias. Entretanto, o golpe final veio em março. Para tentar abafar a fraude no balanço, a administração do IRB fez circular entre seus acionistas um documento em que mostrava que o Berkshire Hathaway Inc., fundo de Warren Buffett, havia triplicado sua participação na empresa.

O problema é que a empresa do americano desmentiu o próprio IRB, o que gerou um novo burburinho no mercado, principalmente após toda a confirmação da tese da Squadra, que acusava a resseguradora de fraudar o balanço.

Para Milton Rabelo analista da VG Research, esse é um dos principais problemas para a queda de 96,6% que o papel acumula entre o dia 31 de de janeiro de 2020 e o fechamento do pregão desta terça-feira (9). “Esse imbróglio fez o IRB perder aproximadamente 85% do seu valor de mercado apenas em 2020, já que ficou claro que aqueles números pomposos até então apresentados não passavam de uma criação fraudulenta da imaginação dos antigos gestores”, comenta Rabelo.

Ação do IRB deve continuar subindo em 2024?

Em geral, os analistas comemoram os avanços de 2023, mas continuam céticos para 2024. Segundo Matheus Nascimento, analista da Levante Corp, a empresa deixou os pontos críticos como alta da sinistralidade para trás. No entanto, ele comenta que o papel ainda reflete um nível de volatilidade voltado para especuladores, que buscam o lucro em curto espaço de tempo.

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“Desse modo, fica evidente que a companhia ainda precisa entregar melhoras tanto em aspectos financeiros quanto operacionais para seguir retomando sua fatia de mercado e alcançar relevância no segmento”, afirma Nascimento.

Já Gustavo Biserra analista da Nova Futura Investimentos, comenta que o papel pode ser atrativo justamente para os investidores arrojados, aqueles que não temem perder dinheiro na Bolsa em busca de grandes lucros. “Se o papel sustentar o preço de R$ 36,50, esse investidor especulador pode encontrar um bom ponto de entrada nesse patamar, mas se a ação perder esse suporte, o melhor é não entrar”, diz.

Ainda nesse intuito especulativo para investidores arrojados, o analista da VG Research lembra que o cenário macro econômico pode beneficiar o ativo ao longo do ano. “É válido destacar que a continuidade do ciclo de queda de juros beneficia substancialmente ações mais apimentadas como as do IRB“, comenta Rabelo.

No entanto, o consenso dos analistas para os demais investidores é de total cautela com o papel. “Apesar da notável evolução dos resultados operacionais, na nossa compreensão, mantemos uma recomendação neutra para o IRB, já que a visibilidade dos próximos resultados ainda não é plenamente clara”, detalha Rabelo.

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O especialista da VG Research estima um preço-alvo de R$ 40 para o papel, o que representa uma queda de 4,16% na comparação com o fechamento de terça-feira (9), quando o papel terminou o pregão a R$ 41,74.

Já o especialista da Nova Futura calcula um preço-alvo de R$ 41, uma potencial queda de 1,77%. Ou seja, nem para o investidor especulador o valor atual da ação seria um bom ponto de entrada. O melhor para todos é aguardar mais sinais de solidez por parte da companhia.

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