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Em reuniões com a administração, o BBA notou confiança na resiliência da margem bruta mesmo com a alta acumulada de cerca de 130% no preço da prata e de 50% no do ouro nos últimos 12 meses. A empresa, segundo o relatório, iniciou reajustes no início de 2026 e testa a elasticidade da demanda, com sinais iniciais encorajadores, sobretudo em ouro.
Nesse contexto, o banco mantém recomendação de compra para a Vivara, mas reduziu o preço-alvo de R$ 39 para R$ 36 ao fim de 2026, o que implica em um potencial de valorização de 38,30%, ante o último fechamento.
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Na estratégia operacional, o foco é preservar margens diante da pressão de custos. Enquanto o mercado assume compressão de margem bruta em 2026, a administração avalia que pode manter o indicador relativamente estável com alavancas internas.
Os analistas Rodrigo Gastim, Vinicius Pretto, Victor Rogatis, Kelvin Dechen e Niviane Magalhães citam reajustes seletivos de preços, calibrados pelas diferentes elasticidades entre categorias, para evitar impactos relevantes em volume. Também destaca a fábrica própria, que daria agilidade para desenvolver produtos, ajustar design, reduzir o peso das peças e eventualmente internalizar produção quando a demanda se mostra consistente.
Em geração de caixa, o banco diz que 2026 pode marcar uma virada após um período fraco. A aposta é em normalização de estoques, com redução do capital empatado em mercadorias e melhora na conversão de resultados em caixa.
Pelas estimativas a Vivara pode gerar cerca de R$ 340 milhões de fluxo de caixa livre (FCF), equivalente a rendimento próximo de 6% sobre o valor de mercado. O texto atribui parte do avanço à melhora na conversão de Ebitda (Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) em caixa operacional.
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O BBA também aponta retomada do ritmo de abertura de lojas, com capex (investimento) voltando a ganhar tração. E acrescenta que a monetização de créditos tributários deve ajudar o ciclo financeiro ao longo de 2026 e 2027.
Para o primeiro trimestre, o banco espera crescimento sólido de receita e destaque positivo para a margem bruta, mesmo com redução de incentivos fiscais ligados ao ICMS e desaceleração pontual na produção da fábrica. Já a margem Ebitda tende a ser pressionada por maiores despesas de marketing e recomposição do quadro de vendedores, limitando a alavancagem operacional.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
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