• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

JP Morgan elege banco favorito e revela qual o investidor não deve comprar agora

O banco norte-americano elege o Itaú como favorito, mas outra instituição não é recomendada pelo JP; veja qual

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

17/07/2024 | 11:11 Atualização: 17/07/2024 | 14:16

JP Morgan revela as suas preferências entre os bancões, um dos grandes bancos não tem recomendação de compra (Foto: Adobe Stock)
JP Morgan revela as suas preferências entre os bancões, um dos grandes bancos não tem recomendação de compra (Foto: Adobe Stock)

O JP Morgan elegeu o Itaú (ITUB4) como o seu grande banco favorito entre os três que a instituição recomenda compra. Os analistas também continuam otimistas com Bradesco (BBDC4) e Banco do Brasil (BBSA3). No entanto, o grupo americana não recomenda compra para o Santander (SANB11).

Leia mais:
  • Carteira de fundos da Bradesco Asset: conheça as estratégias
  • Abradin denuncia Vibra (VBBR3), Confidere e Opea à CVM por fraude em CRIs
  • Dividendos: quem paga mais, Sabesp, Sanepar ou Copasa?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O otimismo com o Itaú acontece em meio às expectativas do banco americano em relação ao resultados da companhia no segundo trimestre de 2024, que eles descrevem como “chatos e previsíveis”, o que é positivo para o investidor da empresas, visto que a companhia está em uma boa fase. Os especialistas esoeram um resultado sólido do Itaú com um lucro de R$ 9,9 bilhões no segundo trimestre de 2024, uma alta de 13% na comparação com o segundo trimestre de 2023. O JP Morgan também espera um Retorno sobre o Patrimônio Líquido do Itaú (ROE, na sigla em inglês) de 22%.

“O Itaú tem sido a empresa do setor financeiro mais proativa em meio às mudanças do mercado causadas pelos bancos digitais. A companhia tem feito as mudanças em seu modelo de negócio de forma assertiva, reduzindo custos, fazendo aquisições oportunas e melhorando o seu canal digital”, apontam Yuri Fernandes, Guilherme Grespan, Marlon Medina e Fernanda Sayao, que assinam o relatório do JP.

  • Leia Também: CEO do Itaú (ITUB4) fala em dividendos extraordinários em 2024. Veja quanto o investidor deve ganhar

A instituição financeira americana calcula um preço-alvo de R$ 38 para o fim de 2024, um potencial alta de 12,45% na comparação com o fechamento de terça-feira (16), quando a ação encerrou o dia cotada a R$ 33,79.

Investidor deve comprar as ações de bancos?

Embora os analistas tenham o Itaú como favorito, eles também recomendam compra para o Banco do Brasil e o Bradesco. Na visão da equipe do JP Morgan, é fato que o Bradesco passa por uma forte reestruturação após a disparada da inadimplência, queda no lucro e na rentabilidade medida pelo Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE).

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

No entanto, todos os problemas que o banco passou já foi precificado pelo mercado e agora a ação está atrativa para o investidor neste momento. “As taxas de juros mais baixas entre 2023 e 2024 deverão ajudar a empresa a avançar e acreditamos que o pior para a qualidade dos ativos ficou para trás. Agora, a empresa deve ter o crescimento e a redução de custos no seu foco”, apontam os especialistas.

Devido às estimativas de melhora, o JP Morgan estima que o papel está barato ao ser negociado em 1,1 vez o seu preço livro (BV) de 2024. Já em relação ao Preço sobre Lucro (P/L), o papel é negociado a 7,2 vezes. Com base nessas teses, o JP Morgan classifica a recomendação do Bradesco como overweight, equivalente à compra. O preço-alvo para a ação é de R$ 18 para o fim de 2024, uma alta de 42,3% na comparação com o fechamento de terça-feira (16), dia em que o papel encerrou as negociações da Bolsa cotado a R$ 12,65.

Já o Banco do Brasil deve continuar com resultados robustos por ser um banco defensivo, com 65% de sua carteira de crédito ser voltado para o setor do agronegócio e empréstimos comerciais, que historicamente apresentam uma inadimplência menor. “É verdade que a inadimplência do agronegócio tem tem subido ultimamente, mas acreditamos que é principalmente uma normalização em direção aos níveis históricos em vez de um grande ciclo de crédito. Além disso, o banco tem seguros, garantias e ainda saudamos sua posição de liderança neste segmento que tem sido o motor do crescimento do PIB no Brasil nos últimos anos”, apontam Fernandes, Grespan, Medina e Sayao, que assinam o relatório.

  • Veja Mais: Rio Grande do Sul representa 4% da carteira do BB (BBAS3)

Os especialistas também comentam que o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) do Banco do Brasil, que encerrou o primeiro trimestre de 2024 na faixa dos 21%, está no pico e deve desacelerar em breve de forma gradual por causa de uma menor lucratividade do banco patagônia as taxas de juros mais baixas em relação ao mesmo período de 2023.

Ainda assim, os especialistas dizem que o Banco do Brasil está atrativo para o investidor pelo fato de proporcionar um rendimento de 10% do valor da ação em dividendos. Os analistas recomendam compra para o papel com preço-alvo de R$ 32, uma alta de 18,3% na comparação com o fechamento de terça-feira (16), quando o papel encerrou o dia cotado a R$ 27,04.

Por que o JP Morgan não recomenda o Santander

O único banco que o JP Morgan recomenda o investidor não comprar a ação é o Santander. Os analistas classificam o ativo como neutro, mas dizem que estão mais otimistas do que antes devido às tendências operacionais e recuperação da rentabilidade, medida pelo ROE.  “Acreditamos que a maior parte do agravamento da inadimplência já ficou para trás e esperamos o Santander Brasil retomar o crescimento dos empréstimos”, dizem.

Publicidade

Mesmo com o otimismo, o quarteto revela os motivos para não recomendar a compra das ações do bancão neste momento, A equipe do JP Morgan diz que o Santander pode enfrentar uma maior pressão nas margens financeiras devido a taxas mais baixas, deterioração na qualidade do crédito decorrente de uma situação económica pior do que o esperado com despesas piores do que o esperado desempenho e receitas de receitas de taxas mais baixas.

O JP Morgan tem recomendação neutra para o Santander com preço-alvo de R$ 32, uma possível alta de 11,2% na comparação com o fechamento de terça-feira, quando a ação do banco encerrou o pregão a R$ 28,78.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • bbas3
  • bbdc4
  • Conteúdo E-Investidor
  • Economia
  • itub4
  • JPMorgan
  • SANB11
Cotações
14/01/2026 13h41 (delay 15min)
Câmbio
14/01/2026 13h41 (delay 15min)
Banco do Brasil (BBAS3)

Banco do Brasil (BBAS3)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Espera por socorro do FGC faz investidor perder dinheiro com CDBs do Master; veja quanto

  • 2

    O salto que ninguém esperava: as ações que elevaram dividendos em até R$ 8,39 por papel

  • 3

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

  • 4

    “Venezuela é inviável”: ExxonMobil alerta Trump e fecha a porta para bilhões no petróleo

  • 5

    Bitcoin nunca será dinheiro e, se for, deixará de ser cripto, diz pesquisador

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Imagem principal sobre o Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Logo E-Investidor
Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Imagem principal sobre o 4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Logo E-Investidor
4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Imagem principal sobre o Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Logo E-Investidor
Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Imagem principal sobre o Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Imagem principal sobre o Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Logo E-Investidor
Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Últimas: Mercado
Balanços dos grandes bancos dos EUA no 4T25 testam a tese de soft landing e calibram expectativas para 2026
Mercado
Balanços dos grandes bancos dos EUA no 4T25 testam a tese de soft landing e calibram expectativas para 2026

Resultados de Bank of America, Wells Fargo e Citigroup reforçam a leitura de resiliência da economia americana, mas indicam que o melhor momento do ciclo de juros para o setor bancário pode ter ficado para trás

14/01/2026 | 12h08 | Por Isabela Ortiz
Acordo Mercosul-União Europeia: os setores que ganham e os que perdem com a nova concorrência
Mercado
Acordo Mercosul-União Europeia: os setores que ganham e os que perdem com a nova concorrência

Agronegócio e commodities reforçam vantagens competitivas com acesso ao mercado europeu, enquanto indústria química, automotiva e manufaturados enfrentam maior pressão sobre preços e margens

14/01/2026 | 09h36 | Por Isabela Ortiz
Acordo Mercosul-UE pode mexer com câmbio, juros e risco Brasil: o que o investidor deve acompanhar
Mercado
Acordo Mercosul-UE pode mexer com câmbio, juros e risco Brasil: o que o investidor deve acompanhar

Avanço político reacende expectativas no mercado, mas efeitos sobre ativos dependem de ratificação, tempo de implementação e cenário fiscal doméstico

14/01/2026 | 09h34 | Por Isabela Ortiz
Bolsas globais operam sem direção única com cautela antes de balanços e falas do Fed
CONTEÚDO PATROCINADO

Bolsas globais operam sem direção única com cautela antes de balanços e falas do Fed

Patrocinado por
Ágora Investimentos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador