• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

De Lula a Bolsonaro: como o mercado reagiu a cada governo?

Saiba como o setor já se comportou em relação a outros presidentes brasileiros eleitos

Por E-Investidor

01/06/2022 | 11:28 Atualização: 01/06/2022 | 11:28

Período de eleições tende a trazer insegurança para investidores, independentemente dos candidatos em destaque. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)
Período de eleições tende a trazer insegurança para investidores, independentemente dos candidatos em destaque. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

Em 2022, o Brasil voltará às urnas para eleger um presidente diante de um cenário polarizado e uma crise institucional. Enquanto candidatos se alfinetam e os poderes da República protagonizam uma “queda de braço”, os principais problemas do Brasil (inflação, desemprego e desindustrialização) ganham volume.

Leia mais:
  • Furo do teto piora previsões para 2022 e Ibovespa beira mínimas do ano
  • É possível acontecer outro “milagrinho” econômico no Brasil?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Portanto, não faltam motivos para o mercado e a sociedade civil olharem com apreensão para a movimentação eleitoral. A incerteza que pairará até o fim do ano desestimula investimentos e gera uma paralisia.

O que se pode esperar da economia para esse período? O que vem pela frente? Como o mercado reagiu em outros anos de escolha presidencial? O E-Investidor conversou com especialistas para conhecer melhor o cenário atual.

Como o mercado se posicionou em eleições anteriores?

Paulo Guedes foi fundamental para a adesão do mercado ao programa econômico do governo de Bolsonaro. (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

Em anos eleitorais, sobretudo em países com instituições fragilizadas, o gap entre a oferta política e a demanda dos setores produtivos fica mais nítido. Assim, os efeitos chegam rapidamente em termos macroeconômicos, a exemplo da volatilidade do câmbio.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Veja como diferentes cenários políticos foram recebidos pelo mercado.

1. Lula (2002)

Hugo Carcanholo, professor de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), lembra do que ocorreu em 2002, quando Luiz Inácio Lula da Silva ganhou a eleição presidencial e não se sabia ao certo os rumos que o primeiro governo do Partido dos Trabalhadores (PT) teria.

“A sociedade e o mercado não sabiam como o governo Lula se comportaria em termos econômicos. Mas a Carta ao Povo Brasileiro indicou o atendimento dos mesmos parâmetros do governo Fernando Henrique Cardoso, o que tranquilizou diversos setores. Em 2006 (quando Lula foi reeleito) já não houve o mesmo desgaste“, explica Carcanholo.

Jackson Teixeira Bittencourt, economista e professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), concorda. Para ele, ao nomear Henrique Meirelles como presidente do Banco Central do Brasil, Lula “trocou os músicos, mas manteve a música”. Isso rende boa aceitação de investidores.

Em 2008, o governo conseguiu inscrever o Brasil entre os países com a chancela de Grau de Investimento (Investment Grade).

2. Dilma (2010)

O professor da PUCPR diz, no entanto, que Dilma Rousseff mudou a regra do jogo ao trocar o tripé macroeconômico (austeridade fiscal, metas de inflação e câmbio flutuante) da época de FHC pela Nova Matriz Macroeconômica. Com isso, houve mais intervenção do governo na economia e maior gasto público, desestabilizando o cenário econômico e deixando o mercado inseguro.

Publicidade

Dilma supôs que, com mais investimento público, haveria crescimento. Em vez disso, o que se viu foi mais pressão inflacionária, aumento de juros e controle nos setores de petróleo e energia elétrica. Foi sob esse cenário que se abriu o processo de impeachment, em 2015, finalizado em 2016. A entrada do vice-presidente, Michel Temer, ajudou a acalmar o mercado.

3. Bolsonaro (2018)

Embora polêmico, Jair Bolsonaro iniciou o mandato ao lado de Paulo Guedes, ganhando a confiança do mercado. José Pio Martins, economista e professor da Universidade Positivo (UP), observa que o novo ministro da Economia e seu programa liberal, no entanto, tiveram como limite as polêmicas causadas pela pauta conservadora nos costumes e a “autoproclamada guinada antipetista”.

“Em termos econômicos, Bolsonaro parece previsível. Inclusive em um possível segundo mandato seguiria na mesma linha que vem adotando em seu governo. Suas virtudes e seus defeitos são conhecidos pela sociedade e pelos agentes de mercado”, diz Martins.

Mas as dificuldades do governo Bolsonaro parecem pesar. Ainda que a pandemia e a guerra entre Rússia e Ucrânia interfiram muito nesse cenário, a perda do poder de compra e a inflação oscilando em torno de 12% não são fenômenos simples de lidar diante da opinião pública.

O que o mercado espera da eleição de 2022?

Em 1° de janeiro de 2023, o Brasil terá uma definição: o presidente Jair Bolsonaro assumirá o segundo mandato ou o País passará a ser comandado por outra pessoa que enfrentará um desafio difícil. Independentemente de quem estiver no cargo de líder do Brasil nos próximos quatro anos, o que o mercado espera?

Estabilidade

Em primeiro lugar, estabilidade. Para Martins, o País tem um histórico de viver crises institucionais em período pós-eleição, um fator que compromete o crescimento econômico nacional.

Índices melhores

Para Bittencourt, da PUCPR, as principais preocupações do mercado hoje são a inflação e o desemprego elevados. Esses fatores, associados ao baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), acomodam a economia em uma estagflação: estagnação econômica e inflação alta. Isso vem causando aumento no empobrecimento da população brasileira, castigando, principalmente, as famílias e as pessoas com rendimentos mais baixos.

Equilíbrio fiscal

Carcanholo, da UFPR, acrescenta que a regra fiscal está entre os pontos que o mercado espera do próximo presidente do País. Para ele, há uma lacuna a ser preenchida pelo próximo dirigente em relação a como equilibrar as contas públicas.

Por um lado, a trajetória da dívida pública brasileira é elevada e ascendente; por outro, o teto de gastos, que foi importante em dado período, demonstra não ser o melhor instrumento de controle fiscal.

Publicidade

“O teto de gastos não para em pé. Ele foi importante e cumpriu um papel estabilizador, mas ruiu. É necessário pensar em outra regra fiscal para reduzir a relação dívida-PIB. E isso não está nítido em nenhum dos dois principais candidatos”, explica Carcanholo.

Como o mercado vê Lula e Bolsonaro?

O governo Lula (2003-2010) teve bons marcos econômicos, mas o anúncio do fim do teto de gastos gera dúvidas sobre o equilíbrio fiscal em um possível 3° mandato. (Fonte: José Cruz/Agência Brasil)

A cerca de quatro meses da votação, tudo indica que a disputa estará centrada em Lula e Bolsonaro. E, ainda que se trate de políticos experimentados, há muita incerteza no ar.

Segundo Bittencourt, Bolsonaro não simboliza um fator de estabilização, pela criação de conflitos entre os poderes e por colocar em xeque as urnas eletrônicas. Isso tem um custo macroeconômico alto, já que produz crise política.

E o governo atual carrega outro elemento que colabora para uma instabilidade político-institucional: o fator pandemia. “Bolsonaro demonstrou despreparo para governar diante da crise sanitária. O atual ministro da Saúde é o quarto em três anos de governo. Além disso, foi contra as campanhas de prevenção e hoje somos o segundo país com mais mortes no mundo“, comenta Bittencourt.

Porém, Lula também enfrenta resistência do mercado. Para Martins, o ex-presidente fez recentemente uma série de declarações preocupantes, como revogar o teto de gastos, regular a mídia e desfazer privatizações. O especialista acredita que, ainda que se trate de um discurso mais voltado a acenar para uma base social e não para planos concretos, esses elementos podem assustar o mercado.

Publicidade

Carcanholo também acredita que as declarações de Lula tornam a candidatura dele instável. “O governo Lula tem bom histórico em termos macroeconômicos, mas falo agora e daqui a dez minutos, graças a alguma declaração, isso muda”, ele comenta.

3ª via?

Se é verdade que o mercado deseja um cenário amistoso para investir, uma terceira via não poderia ser mais interessante? Para Bittencourt, sim. “Os possíveis nomes da terceira via não comprometem a eficiência dos mercados; ao contrário, são candidatos pró-mercado“, avalia ele.

Martins concorda, mas é cético em relação à possibilidade prática de um projeto assim. Para ele, o setor empresarial veria com bons olhos uma terceira via moderada, mas não apareceu nenhum candidato com estatura de estadista para empolgar os eleitores.

Dessa maneira, Carcanholo acompanha essa posição e prevê algo similar: “Na minha visão, não existe terceira via. A disputa neste ano deve ficar entre os dois candidatos [Lula e Bolsonaro]”.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Eleições
  • Jair Bolsonaro
  • Lula [Luiz Inácio Lula da Silva]
  • mercado
  • Riscos
Cotações
05/02/2026 14h33 (delay 15min)
Câmbio
05/02/2026 14h33 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro

  • 2

    Transparência no crédito: bancos digitais abrem score e mudam regras do jogo

  • 3

    Carteiras recomendadas para fevereiro: como investir após o rali histórico do Ibovespa

  • 4

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

  • 5

    XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: o calendário de pagamentos 2026 já foi divulgado?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: o calendário de pagamentos 2026 já foi divulgado?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: o que pode ser consultado na plataforma do programa?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: o que pode ser consultado na plataforma do programa?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: último sorteio será realizado nesta semana; saiba quando
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: último sorteio será realizado nesta semana; saiba quando
Imagem principal sobre o Gás do Povo: veja como saber se você tem direito pelo CPF
Logo E-Investidor
Gás do Povo: veja como saber se você tem direito pelo CPF
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como retirar o botijão usando o CPF?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como retirar o botijão usando o CPF?
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: saiba onde sacar o benefício em fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: saiba onde sacar o benefício em fevereiro
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Imagem principal sobre o O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Logo E-Investidor
O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Últimas: Mercado
Balanço do Bradesco (BBDC4): mercado espera lucro de R$ 6,4 bilhões e avanço na reestruturação
Mercado
Balanço do Bradesco (BBDC4): mercado espera lucro de R$ 6,4 bilhões e avanço na reestruturação

Mercado espera melhora gradual na rentabilidade do banco e controle da inadimplência; veja as projeções dos analistas

05/02/2026 | 11h16 | Por Daniel Rocha
Ações de tecnologia ensaiam recuperação, enquanto dólar sobe e commodities recuam no exterior
CONTEÚDO PATROCINADO

Ações de tecnologia ensaiam recuperação, enquanto dólar sobe e commodities recuam no exterior

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Ibovespa na máxima histórica: veja as ações que ainda estão 'baratas' na Bolsa brasileira
Mercado
Ibovespa na máxima histórica: veja as ações que ainda estão 'baratas' na Bolsa brasileira

Investidor estrangeiro impulsiona a valorização recente do índice e analistas enxergam oportunidades principalmente entre ações de varejistas, que podem se beneficiar de queda da Selic

05/02/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha
Ibovespa hoje avança 0,69% após queda de bolsas no exterior e do petróleo; balança comercial e dados dos EUA dominam a agenda
Mercado
Ibovespa hoje avança 0,69% após queda de bolsas no exterior e do petróleo; balança comercial e dados dos EUA dominam a agenda

Mercado inicia a quinta-feira atento à política monetária na Europa e ao avanço da temporada de balanços no Brasil, com o resultado do de Itaú ontem e Bradesco hoje

05/02/2026 | 04h30 | Por Manuela Miniguini

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador