MGLU3 R$ 24,64 -0,88% EURO R$ 6,61 +0,53% BBDC4 R$ 24,01 -0,70% DÓLAR R$ 5,40 +0,00% ITUB4 R$ 26,85 -1,47% ABEV3 R$ 14,68 -0,07% VALE3 R$ 97,93 +1,01% IBOVESPA 115.667,78 pts +0,38% PETR4 R$ 24,40 +1,41% GGBR4 R$ 27,14 +5,48%
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Mercado

Mercado Intraday: Mercado precifica Brasil, após notícias sobre Petrobras

As variações do mercado financeiro exigem preparo e orientação especializada para que o investidor não tenha prejuízos financeiros e psicológicos. (Pixabay)
  • Próximo as 13:30 horas,  Ibovespa recuava ao redor de 5%, aos 112 mil pontos, recuperados após ceder aos 111 mil pontos. Neste cenário,  o dólar bateu R$ 5,53 na máxima da sessão

A semana começou agitada no mercado brasileiro, com os investidores reagindo a troca do comando da Petrobras, em meio as discussões sobre a política de preços dos combustíveis. A preocupação sobre a interferência na empresa justifica a forte queda das ações da  petrolífera no pregão desta segunda-feira, 22 de fevereiro.

O movimento de cautela se estendeu ainda para outros ativos, incluindo ações do Banco do Brasil e setor elétrico, entre outros. A aversão ao risco pode ser medida através do CDS de 5 anos do País, que alcançou 188 pontos, nível mais alto desde novembro.

Próximo as 13:30 horas,  Ibovespa recuava ao redor de 5%, aos 112 mil pontos, recuperados após ceder aos 111 mil pontos. Neste cenário,  o dólar bateu R$ 5,53 na máxima da sessão.

O Banco Central injetou recursos novo no mercado futuro  e a cotação cedeu abaixo de R$ 5,50 neste começo de tarde. om relação aos juros futuros, verificou-se o reforço das apostas num aperto monetário mais agressivo da Selic.

A semana também reserva uma agenda relevante, com o IPCA-15, além dos balanços da Petrobras, Vale e outros. No Congresso, o destaque fica por conta da análise da PEC Emergencial.

Soma-se ao volátil cenário interno, a tensão crescente no exterior, que desfavoreceu a busca por ações na Europa e nos Estados Unidos nesta manhã, diante da crescente tensão em relação ao avanço dos juros de títulos soberanos em economias desenvolvidas.

O avanço da inflação nas maiores potencias econômicas mundiais tem provocado um movimento de rotação nos mercados financeiros, com a alta nos rendimentos de títulos públicos desestimulando a compra de ações.

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